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O Beijo do Highlander |
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Escrito por Fátima Rodrigues
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03-Apr-2008 |
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Autor: Karen Marie Moning Editor: Saída de Emergência ISBN: 9789896370176 Ano de Edição/ Reimpressão: 2008 N.º de Páginas: 320 Encadernação: Capa mole Dimensões: 16 x 23 cm
Exausta do trabalho e saturada do quotidiano, Gwen Cassidy decide marcar uma viagem à Europa. O destino escolhido são as verdes Highlands da Escócia. Mas a esperança de encontrar o homem dos seus sonhos desvanece quando percebe que a sua fantástica viagem é afinal uma excursão de idosos. Frustrada, decide deambular sozinha pelas colinas de Loch Ness, onde acaba por escorregar e cair numa caverna há muito abandonada. Nessa caverna, jaz Drustan Mackeltar, um lorde escocês adormecido por um feitiço há quinhentos anos, que começa a desenvolver um sentimento controverso pela fascinante personalidade de Gwen. Irreverente e impulsiva, ela não é nada como as mulheres que se cruzaram na sua vida. Será ela uma mulher à altura de um lorde como Drustan?
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O Historiador |
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Escrito por Fátima Rodrigues
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14-Nov-2007 |
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Uma noite, já muito tarde, explorando a biblioteca do pai, uma jovem mulher encontra um livro antigo e um pacote de cartas amarelecidas agoirentamente destinadas ao "Meu querido e desgraçado sucessor". Este achado vai mergulhá-la num mundo com que nunca sonhou - um labirinto onde os segredos do passado do pai e o misterioso destino da mãe se ligam a um mal escondido nas profundezas da história. Uma sociedade secreta numa luta de séculos contra a mais terrível encarnação do mal. A aventura de uma jovem mulher em busca da verdade sobre os seus pais e sobre o destino do homem que inspirou a lenda de Drácula. O livro de Elizabeth Kostova é uma aventura de proporções monumentais, fundindo a realidade e a ficção, a história e o fantástico, o presente e o passado, a narrativa na primeira pessoa e diários, cartas, documentos, o romance histórico e o psicológico, o thriller literário e a história de amor. O Historiador vai ser um dos principais acontecimentos editoriais de 2005, publicado em mais de 20 países.
Leia aqui o 1º capítulo
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O navio do ópio |
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Escrito por Fátima Rodrigues
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14-Nov-2007 |
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Uma estranha plantação em Porto Santo esconde uma intriga política e uma paixão proibida que mudam o sentido da vida e do amor. Numa missão secreta e perigosa, Américo Pereira chega à Madeira em 1817 para implementar uma plantação de ópio. A sua viagem e estadia na ilha fazem parte de uma estratégia arriscada de um dos mais poderosos homens de Macau, Miguel de Arriaga, que pretende tornar o longínquo território não apenas um porto de escoamento de ópio inglês para a China, mas também um produtor autónomo. Porto Santo tem as condições ideias para a plantação. Mas na Madeira vê-se no meio de múltiplas conspirações. Procura aliados e reconhece-os entre os que sonham com a independência do Brasil. Descobre inimigos no seio da poderosa elite britânica que domina a ilha. E encontra novamente o amor nos braços de uma inglesa, apesar das saudades da mulher que deixou em Macau. Tudo se complica quando chega a altura de enviar o ópio para Macau num navio que poderá mudar as regras comerciais e políticas do território macaense.
Excerto da obra “Sorriu ao contar-lhe como o seu corpo frágil o tinha conquistado. Usava sempre umas calças brancas e um vestido vermelho estampado com múltiplas flores de jasmim que se entrelaçavam. Dizia-se que era uma implacável negociadora. Quando, um dia, ela o convidara para ir a sua casa, junto ao porto de Macau, ele perguntara-lhe que negócio lhe queria propor. O seu olhar fulminara-o ao dizer: «Ao contrário dos europeus, quando trago alguém a minha casa, não é para negociar. É para jogar. Ou para amar.»"
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O Trono do Altíssimo |
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Escrito por Sebastião Barata
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28-Feb-2008 |
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Autor: João Aguiar Colecção: Finisterra – Autores Contemporâneos de Língua Portuguesa Nº págs.: 368 ISBN: 972-41-1579-8
Sinopse: No Século IV da nossa era, a cidade de Braga foi dominada por uma heresia. O Priscilianismo, doutrina a que foi atribuída uma filiação gnóstica, talvez de origem egípcia, conquistou a província romana da Galécia — de que Braga era a capital —, avançou pela Lusitânia, estendeu-se à Bética, atingiu a Gália. Prisciliano, o chefe espiritual do movimento, teve de enfrentar uma viva oposição por parte da hierarquia eclesiástica e do poder temporal. No entanto, a sua doutrina sobreviveu durante cerca de duzentos anos, pois resistiu à queda do Império, às invasões bárbaras e ao estabelecimento do reino suevo. É este o cenário de O Trono do Altíssimo, romance histórico que, após A Voz dos Deuses, impôs João Aguiar entre os nomes mais representativos da actual literatura portuguesa. http://www.asa.pt/produtos/produto.php?id_produto=729207&origem=autor&id_autor=532 Como calculava, é um excelente livro para quem aprecia romances históricos, com a vantagem de se debruçar sobre o passado do território que é hoje Portugal. A trama passa-se numa época em que a doutrina da fé ainda não estava bem assimilada e grassavam pelo mundo as mais variadas heresias. Foi o Priscilianismo uma heresia? A mim parece-me (por este livro e outros textos que já li) mais uma tentativa de renovar a Igreja por dentro, numa altura em que esta começava a lançar os tentáculos do poder temporal, perante a derrocada do Império Romano. Talvez ainda hoje a Igreja Católica não se tenha redimido completamente de ter mandado matar os que, naquele tempo, pregavam e praticavam o desprendimento dos bens materiais. Se os ascéticos daquele tempo tivessem sido ouvidos, talvez Lutero e São Francisco de Assis não tivessem passado de humildes sacerdotes, hoje esquecidos.
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O velho que lia romances de amor |
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Escrito por Fátima Rodrigues
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23-Oct-2007 |
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Uma história comovente de amor às coisas simples e à natureza. Um livro pequenino que só conseguirá parar de ler depois de ter chegado ao final.
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O Vestido |
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Escrito por Fátima Rodrigues
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15-Mar-2008 |
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Autor: Milene Emídio
Certa tarde, Inês e seu pai decidiram ir passear até à feira. O dia estava ameno. Soprava uma brisa suave e o céu apresentava apenas alguns montinhos de algodão branco. Porém, o sol estava quente e convidativo. Por entre bancas com brinquedos, livros, CD's e tantas outras coisas, a jovem prendeu o seu olhar numa das bancas de roupa. Era uma cigana já com certa idade, contudo o seu sorriso era jovial. Esta convidou-a a aproximar-se e a escolher o vestido que mais lhe agradasse. Nessa altura já o seu olhar estava fixo num vestido cor de salmão, estilo medieval, de corpete bem justo, atado à frente, com mangas em sino, decote à barco, muito simples, com apenas umas rendas brancas nas pontas das mangas e no decote. A cigana pareceu aprovar a escolha da jovem e indicou-lhe um recanto coberto de panos, aproveitado como vestiário......
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