Ana Crisóstomo

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Esta aluna do 2º ano de Medicina fez questão de deixar a sua marca no mundo da literatura portuguesa antes de partir para a luta pelo sonho de ser médica. Nas últimas férias de Verão, a dias de se tornar universitária, Ana Crisóstomo estava, provavelmente, perante a última oportunidade de mostrar ao país a outra paixão que a acompanhava desde pequena: escrever. Foi então que, aos 18 anos de idade, esta devota fã das aventuras de Harry Potter, decidiu contar-nos, em “Ana Vichenstein – A Feiticeira da Mente”, a história de uma jovem feiticeira, órfã de mãe, que estuda no Colégio Internacional de Sintra desde os seis anos de idade e que, de repente, se vê no meio de estranhos acontecimentos que a conduzem a descobertas arrebatadoras. 

O que é que te levou a escrever este livro?

Bom, escrever este livro não foi propriamente uma ideia isolada. Primeiro que nada, eu decidi escrever este livro numa fase em que estava de férias. Tinha acabado o 12º ano e não tinha nada para fazer a não ser aguardar pelos resultados das candidaturas ao Ensino Superior. Então um dia, estava na Internet, e por acaso entrei num site de uma editora que andava à procura de novos autores e que recebia exemplares para apreciação. Eu já tinha andado a ver e estava a par de um concurso que há na Fnac todos os anos para novos escritores, só que nunca tinha tido a oportunidade de escrever nada dentro do prazo do concurso. De maneira que pensei que, embora, muito provavelmente, não conseguisse escrever um livro até Setembro, como a editora não estipulava prazos, podia tentar adiantar algo para posteriormente acabar e enviar.

Quer dizer que primeiro decidiste escrever um livro e só depois é que pensaste na história?

Já tinha umas ideias soltas. A história propriamente dita só se desenrolou à medida que eu fui escrevendo. Já tinha enquadrado a protagonista, definido o local onde se iria passar, pensado nas outras personagens que ia querer ter na história… Ou seja, tinha o início da história. O meio e o fim é que só surgiram à medida que fui acrescentando dados.

E porquê uma história sobre magia?

Bom, actualmente há toda esta loucura à volta dos vampiros e do romance sobrenatural que nos levam a esquecermo-nos de umas quantas outras temáticas que foram também grandes sucessos entre os jovens. Além de que, sinceramente, acho um pouco triste nós entrarmos numa livraria portuguesa e a maior parte dos livros serem estrangeiros. A maior parte dos livros que se encontram em destaque ou que estão nos tops são de autores estrangeiros porque hoje em dia a juventude está assente no preconceito de que o que é estrangeiro é que é bom. De maneira que achei que era importante escrever qualquer coisa que cativasse os jovens e que fosse nosso para que eles pudessem ler uma coisa que fosse naturalmente portuguesa, da nossa economia, da nossa cultura.

"Acho um pouco triste nós entrarmos numa livraria portuguesa e a maior parte dos livros serem estrangeiros"

O que te fez escolher Sintra como plano de fundo da acção?

Eu sempre gostei de Sintra. Eu moro em Lisboa mas, por exemplo, tenho família em Cascais e às vezes vou até Sintra, passear. E eu sempre achei que Sintra é um lugar místico, com imensas lendas, paisagens únicas… Por isso, sabia que seria um bom pano de fundo para uma história relacionada com magia, como é o caso da minha.

Tal como tu, também a protagonista do livro se chama Ana. Há alguma razão para lhe teres dado o teu nome?

Não foi bem dar o meu nome à protagonista. Eu acho é que Ana é um nome pequeno que fica logo na cabeça… A maior parte das pessoas que se chamam Ana, não são só Ana. São Ana qualquer coisa - Ana Filipa, Ana Raquel, Ana Rita, Ana Patrícia, Ana Maria, Ana Marta, etc. O facto de alguém se chamar só Ana pode vir a ser mais chamativo do que se tivesse outros nomes maiores, mais compridos. Portanto, Ana consegue ser um nome simples mas também muito especial.

Mas há parecenças entre as duas “Anas”?

Somos parecidas, sim. Mas também temos algumas diferenças. Por exemplo, eu sempre gostei de música, mas, ao contrário da Ana, não sei cantar. Depois, também adoro matemática, foi sempre uma das minhas disciplinas preferidas… Quanto ao basquetebol, gosto, mas não sou assim grande jogadora como ela. Tirando isso, acho que a Ana tem uma personalidade mais carismática, mais forte que eu. Ela “explode” com mais facilidade…

Porque escolheste esta faixa etária (dos 13-16 anos) para as tuas personagens?

Primeiro porque acho que é a faixa etária que começa a ler mais este tipo de livros. Aos 13, 14, 15 anos é aquela fase em que os jovens começam a ter outro contacto com a leitura uma vez que, na escola, lhes é exigido que leiam e apresentem um livro por período e, depois, há quem encontre na leitura um gosto de que não estava à espera: seja por se achar parecido com as personagens, por já ter vivido uma história do género ou por sonhar com aquilo que é contado. Mas para que isso aconteça, ou seja, para que os jovens gostem do que lêem é importante, precisamente, que eles se relacionem com as personagens e sintam que elas têm a ver consigo. De qualquer das formas, se formos a ver, estamos a falar de alguém que perdeu a mãe muito cedo, que não soube nada do pai durante imenso tempo e que, por isso, teve de crescer mais rápido do que as restantes raparigas da idade dela. Ou seja, a sua maturidade está muito além da das raparigas da sua idade, e, nesse sentido, 13 anos funciona bastante bem. Além disso, esta idade corresponde a uma fase de mudança na adolescência, em que sofremos imensas mudanças de humor, começamos os relacionamentos mais intensos, os romances mais sérios, etc. E a maior parte dos pais ainda considera, digamos, um tabu os filhos namorarem tão cedo! A meu ver, devem começar-se a tirar essas barreiras… Até porque muitas vezes, quanto mais se proíbe, maior é a tentação e mais os jovens o tentam fazer às escondidas, podendo resultar em situações menos desejáveis de acontecer tão cedo.

E porquê só feiticeiros e não também outros seres do fantástico?

Porque acho que está já a haver muito consumismo à volta de tudo o resto. Para mim, pegar num tema que está mais do que explorado não faz sentido nenhum. Há que evoluir e passar para outro tema quer ele tenha sido já abordado por outro autor, quer não. Não se pode rebuscar demasiado as coisas porque, até como se costuma dizer, “o que é demais enche”. Eu fiquei-me pelos feiticeiros, porque sempre gostei de Harry Potter. Para mim as suas histórias eram uma loucura. Eu devorava-as! E tenho a certeza de que também houve outros jovens que tiveram este tipo de relação com o trabalho da JK Rowling e que, agora, com todo este alvoroço em torno dos vampiros, estão a vê-lo a cair no esquecimento! Ainda para mais o Harry Potter que foi, nos últimos tempos, aquela saga que juntou mais jovens, que revolucionou a literatura e trouxe tanta gente nova para a leitura! Hoje em dia, os miúdos que têm 10 ou 11 anos estão a ficar completamente à parte do fenómeno que foi o Harry Potter e a ter só livros de vampiros e lobisomens à sua disposição nas prateleiras das livrarias, que, ainda por cima, têm um cariz mais evoluído e inadequado às suas idades. É preciso criar coisas mais leves, que puxem mais pela nossa imaginação e que tenham outra vertente que não aquela a que estamos condicionados actualmente!

"Hoje em dia, os miúdos que têm 10 ou 11 anos estão a ficar completamente à parte do fenómeno que foi o Harry Potter e a ter só livros de vampiros e lobisomens à sua disposição nas prateleiras das livrarias, que, ainda por cima, têm um cariz mais evoluído e inadequado às suas idades"

O que te levou a dividi-los em três diferentes categorias?

Os habituais feiticeiros com varinha eram algo que já estava mais do que explorado. Já foram várias as séries, livros e filmes feitos com base nesse mito. Então achei que não me ia favorecer nada o facto de pegar, uma vez mais, nesse lado da magia. Além disso, houve já outros trabalhos, incluindo séries televisivas, que exploraram também outros lados, como foi o caso do poder da mente, que eu achei muito interessante. Aquela questão de trabalhar com a energia da mente e de explorar um mundo menos estudado e conhecido pelos leitores fez-me crer que iria puxar mais pela imaginação. Afinal de contas, é mais difícil compreender como é que se conseguem fazer coisas com a mente. E fazer uma divisão na comunidade de feiticeiros e arranjar diferentes grupos em vez de um só, não só ia variar as coisas como também torná-las mais apelativas.

E os restantes dons e poderes que nos apresentas no teu livro? A visão, os manopoderes… Onde foste buscar estas ideias para construíres o teu mundo?

Baseei-me em várias coisas. O poder da mente e as visões acabam por ser quase que obrigatórios. Existe sempre um grande mistério à volta do que se passa no consciente e subconsciente das pessoas. Depois, eu sempre valorizei a questão dos números. Ainda para mais, num livro sobre magia, achei que os números – como o 3, o 7, o 13… - e o seu simbolismo seriam ainda mais importantes. Por isso, pensei que devia dividir os feiticeiros não em dois, mas sim três poderes diferentes. Foi aqui que surgiu a ideia dos manopoderes. Já tinha a varinha e a mente, faltava um. E verdade é que, sempre que entramos em luta, são as nossas mãos que nos defendem do poder do outro e é através delas que também o atacamos. Por isso achei que fazia todo o sentido incorporá-las neste conjunto de possíveis capacidades mágicas, ficando assim com os três diferentes grupos de feiticeiros e de poderes - varinha, mente e mãos.

No teu livro conseguiste também uma harmonia entre fantasia urbana e esta mais tradicional que é a dos feiticeiros… Ou seja, adaptaste este mito dos magos, da magia, à modernidade em que vivemos, não foi? Porquê?

Actualmente nós somos uma sociedade moderna e levanta-se muito a questão dos filmes futuristas com previsões de como serão as coisas daqui a alguns anos, pelo que, achei que não fazia sentido voltar ao passado e ao tradicional cenário dos feiticeiros com roupas estranhas, etc. Isso hoje já não se enquadra no horizonte dos jovens. Eles querem algo que seja moderno, que apele ao que eles são actualmente, ao ambiente em que vivem, às coisas que vêem… É importante pegar nestes aspectos e aplicá-los aos livros pois só assim é que os cativamos. Não fazia sentido pegar numa temática e abordá-la de uma forma tradicionalmente antiquada quando hoje vivemos rodeados de coisas como computadores e Internet!

"Se dermos um certo cheirinho de estrangeirismo às nossas histórias é meio caminho andado para termos sucesso e para não sermos rotulados como um livro “desinteressante”"

No colégio onde se passa a acção temos não só alunos portugueses e estrangeiros mas também uma mistura de alunos feiticeiros e não-feiticeiros. Porquê?

Os jovens portugueses têm uma certa aversão a nomes lusófonos. A verdade é que, se dermos um certo cheirinho de estrangeirismo às nossas histórias é meio caminho andado para termos sucesso e para não sermos rotulados como um livro “desinteressante”. No geral, todos os nomes estrangeiros que fazem parte do livro foram escolhidos com vista a transformar uma parte da língua portuguesa no livro – não toda pois se é um livro português também deve ter as suas raízes – em estrangeirices. (risos) Aliás, o próprio local, Sintra ajudou neste facto. Uma vez que se trata de um local mais turístico, podia facilmente misturar alunos estrangeiros com portugueses. Quanto ao misturar feiticeiros com não feiticeiros, tem a ver com aquele misticismo de que, se criarmos uma comunidade à parte, então é muito provável que não exista. Por sua vez a mistura, a possibilidade de existir entre nós, já nos coloca na dúvida e a pensar na hipótese de esta realmente existir. Ou seja, é algo que torna a história mais cativante e credível - o convívio com alguém que nem sequer sabemos que existe.

O livro dá-nos também a conhecer o romance vivido entre dois adolescentes. É, aliás, um dos focos onde mais incides. Porquê?

Hoje em dia, tendo em conta todo este boom de romances de vampiros, creio que os jovens estão cada vez mais interessados em histórias de amor. Principalmente as raparigas, que vêm nos livros uma espécie de sonho e que, ao ler este género de romances, ficam com a esperança de um dia poderem viver histórias como as que lêem.

Mas a verdade é que as tuas personagens ainda são bastante novas…

Sim, mas se formos a ver os romances são cada vez mais precoces. Até nas séries de televisão e nos filmes somos confrontados com essa realidade. Por isso, porque não trazer essa temática para a minha história que, ainda para mais, se passa numa escola?

"As raparigas vêm nos livros uma espécie de sonho e, ao ler este género de romances, ficam com a esperança de um dia poderem viver histórias como as que lêem"

Outra temática que abordas no livro é o terrorismo. O vilão do livro recorre frequentemente a ataques bombistas e terroristas, o que vai muito de encontro à realidade em que vivemos hoje em dia. Foi essa a tua intenção?

Sem dúvida. O terrorismo é, hoje, uma realidade. Contudo, são muitos os jovens que pensam que é algo que não tem nada a ver connosco, que só acontece aos outros, que está muito longe e que nunca nos vai acontecer a nós. Portanto, acho que é imperativo alertá-los de que isto é possível vir a acontecer cá e criar um espírito de entreajuda entre todos caso esta eventualidade possa vir a acontecer.

Mas não foi estranho harmonizá-la com a fantasia?

Não, pois tudo tem o seu lado bom e o seu lado mau, e os feiticeiros não são excepção. Eu não queria que no meu livro só houvesse feiticeiros bons, uma vez que isso também não acontece connosco, humanos. Daí que tenha pegado no facto de os feiticeiros tanto poderem usar os seus poderes para atingir o bem como para atingir o mal, pegando no terrorismo e na ideia de ter alguém extremamente forte por detrás dos acontecimentos de grande magnitude.

Sei que estás a estudar medicina. Como fizeste essa escolha, tendo em conta a tua outra paixão pela escrita?

Eu sempre gostei de escrever, sim. Gosto especialmente dos textos livres em que posso escrever coisas minhas e mais a nível pessoal, em vez de ter de falar sobre uma determinada área das letras como acontece nesses cursos. No entanto, também sempre gostei muito de ciências, de maneira que pensei que seria melhor não ir para Letras porque não era bem aquilo que eu queria, enquanto que as Ciências são uma coisa que “está cá dentro” há muito tempo. Eu gosto de Ciências desde que me lembro e não tive dúvidas nenhumas quando tive de escolher um agrupamento no 10º ano e escolhi o de Ciências e Tecnologias. Já Medicina foi uma coisa que surgiu com o tempo, durante o 10º e o 11º ano.

"As Ciências são uma coisa que “está cá dentro” há muito tempo"

Qual é que achas que é o público-alvo do teu livro?

Penso que irá dos 12 aos 17 anos. Mais que isso, é difícil. A partir desta idade as pessoas tornam-se muito mais racionais e nem sempre aceitam este género de histórias. Há, por exemplo, adultos que nem sequer se atrevem a ler histórias com vampiros. É claro que gostava que fosse um público mais abrangente e que também houvesse mais rapazes a lê-lo, mas o facto de ter uma protagonista feminina e de ser ela a contar a história não ajuda…

Já pensaste numa possível sequela? Ou, quem sabe, fazer dele o primeiro livro de uma série ou trilogia?

Para já ainda não, até porque o livro é bastante recente e ainda não dá bem para ver se vende, se interessa aos leitores, etc. Não quero estar a dedicar tempo a uma continuação sem saber se esta se justifica, ainda para mais agora com o curso, que não é nada fácil e me ocupa grande parte do tempo. Mas a fazer, gostava que fosse uma trilogia. Mais do que isso não, pois as coisas iriam tornar-se demasiado rebuscadas.

E tens algum outro plano para o futuro na literatura?

Hum… Não. Se sempre der para continuar a história, acabo a trilogia e deixo esta área. As coisas não estão fáceis para os escritores portugueses e, pelo que me tenho vindo a aperceber, também não vão melhorar. No entanto, nós, escritores, sofremos muito, investimos grande parte de nós a escrever um livro e é duro ver que, depois, as editoras não nos apoiam para, em vez disso, apostarem em autores estrangeiros cujas histórias são muitas vezes de qualidade inferior às nossas. Infelizmente, a crise não deixa espaço para correr riscos e as editoras estão cada vez menos dispostas a tentar a sua sorte connosco.

"Nós, escritores, sofremos muito, investimos grande parte de nós a escrever um livro e é duro ver que, depois, as editoras não nos apoiam para, em vez disso, apostarem em autores estrangeiros cujas histórias são muitas vezes de qualidade inferior às nossas"

No teu blogue também falas desta luta desigual que não tende a amainar, onde os escritores conhecidos levam, inevitavelmente, vantagem sobre aqueles que se acabaram de lançar no mercado. Como achas que isso podia ser mudado? Como podem os jovens autores combater esse preconceito?

O que eu tenho feito é trabalhar na divulgação do meu trabalho. A Internet é hoje um meio imprescindível nas questões de publicidade e marketing de produtos, de maneira que é aí que tenho apostado mais. No entanto, e infelizmente, o sucesso dos nossos livros é algo que não depende só de nós. Depende das editoras, depende das livrarias… Nós, quando vamos à Fnac e olhamos para aqueles topos com as obras em destaque, temos de nos lembrar que aquilo não é por acaso. Tudo aquilo é estudado e arranjado tendo em conta que são todos livros que vão vender num instante. Os outros, incluindo o meu, ficam eternamente escondidos na estante… Vejamos os livros de vampiros. No meio de 20 livros de vampiros, se calhar só dois é que são realmente bons. Os restantes são mais do mesmo, mas acabam por estar todos em destaque por sabe-se que vão vender por abordarem, precisamente, esta temática!  

 Foi fácil conseguir que "Ana Vichenstein - A Feiticeira da Mente" fosse publicado?

Sinceramente, achei que fosse mais fácil. Estive mais de um ano até receber uma resposta e depois outros três meses para conseguir que fosse editado. A verdade é que nós, enquanto jovens autores, temos muitas vezes aquela ilusão de que no meio de tantas editoras, alguma há-de pegar no que escrevemos e publicá-lo! Há imensas editoras que dizem que estão abertas à recepção de exemplares para avaliação e que, num prazo de 30 dias, nos dão uma resposta, e nós, na esperança de que isso de facto aconteça, enviamos. Há até editoras que pedem o suporte impresso em vez do digital, fazendo com que gastemos fortunas em impressões, encadernações e outros que tais para ir tudo bem apresentado. Mas a verdade é que muitas vezes, depois de todo este sacrifício, acabamos por não receber qualquer tipo de resposta! Eu, por exemplo, estou à espera de feedback de editoras há mais de 2 anos! Há editoras que nunca me disseram rigorosamente nada e, para mim, o silêncio é a pior coisa. Ao menos, se nos derem uma resposta negativa, o assunto fica arrumado de vez e não se pensa mais nisso!

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