Chuva Miúda - Lançamento

 

 

 

 

 

ADIADO

 

 

  

 A propósito da publicação do livro "Chuva Miúda" de Luis Landero, editado pela Porto Editora, vai decorrer uma conversa com o autor, conduzida pelo jornalista e crítico José Mário Silva, no dia 4 de março, quarta-feira, às 18h30, na Livraria Almedina do Rato (Rua da Escola Politécnica, 225), em Lisboa. O evento é promovido pela editora e pelo Instituto Cervantes.

O Homem que Comia Tudo - Lançamento

 

 

 

ADIADO

 

 

 

 


A sessão de apresentação do livro "O Homem que Comia Tudo" de Ricardo Dias Felner, editado pela Quetzal, tem data marcada para 4 de março, quarta-feira, às 18h30, na Livraria da Travessa, em Lisboa. Conta com apresentação do jornalista João Cepeda.

Gente Acenando Para Alguém Que Foge - Lançamento

O lançamento do livro "Gente Acenando Para Alguém Que Foge", de Paulo Faria, editado pela Minotauro, vai decorrer na sexta-feira, dia 28 de fevereiro, às 18h00, na Livraria Almedina da Rua da Escola Politécnica 225, em Lisboa. A apresentação da obra estará a cargo do Professor Fernando Cabral Martins.

Prisões - Lançamento

A sessão de lançamento do livro "Prisões" de Catarina Frois, editado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, vai decorrer na sexta-feira, dia 28 de fevereiro, às 19h, no El Corte Inglés (Sala Âmbito Cultural - Piso 6), em Lisboa.
Com apresentação por Maria Lúcia Amaral (provedora de Justiça), a presença da autora e moderação de Micael Pereira (jornalista, Expresso).

Porto de Encontro com Julieta Monguinho

No sábado, dia 22 de fevereiro, o auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett recebe Julieta Monginho, Vencedora do Prémio APE – Fernando Namora, a partir das 17h00, para a habitual sessão do Porto de Encontro. A magistrada e escritora é a protagonista desta conversa com o jornalista Sérgio Almeida, que irá contar também com a presença da jornalista Ana Cristina Pereira e com as leituras de António Durães.

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Uma Pequena Palavra...

"Algumas obras morrem porque nada valem; estas, por morrerem logo, são natimortas. Outras têm o dia breve que lhes confere a sua expressão de um estado de espírito passageiro ou de uma moda da sociedade; morrem na infância. Outras, de maior escopo, coexistem com uma época inteira do país, em cuja língua foram escritas, e, passada essa época, elas também passam; morrem na puberdade da fama e não alcançam mais do que a adolescência na vida perene da glória. Outras ainda, como exprimem coisas fundamentais da mentalidade do seu país, ou da civilização, a que ele pertence, duram tanto quanto dura aquela civilização; essas alcançam a idade adulta da glória universal. Mas outras duram além da civilização, cujos sentimentos expressam. Essas atingem aquela maturidade de vida que é tão mortal como os Deuses, que começam mas não acabam, como acontece com o Tempo."
Fernando Pessoa, in Heróstrato