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TÓPICO: O Senhor do Medo. O Exercito dos Templários
O Senhor do Medo. O Exercito dos Templários há 8 anos 1 mês #64463
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Então, antes de tudo queria me apresentar ^^. Estou aqui com o nome Desert e tenho 17 anos. Penso nessa historia desde os 13 anos. Nem me lembro quantas vesses apaguei tudo e comecei do zero. Já recebi criticas sobre minha ortografia e estou fazendo o máximo para melhorar. Espero criticas também sobre o conteúdo e a historia em si.
Obrigado desde já ^^ Prefacio Parte-1 O Marco zero O Livro do Medo Nos humanos, como um todo temos um problema com a memória. Alem de perder aquilo que se já foi, nos perdemos aquilo que queremos. Era das guerras, o mundo ainda não tem idade. Pessoas se matam por seus motivos e deixam outras viverem pelo mesmo. De que adianta pensar que estamos andando adiante? Se o mundo é o mesmo. No final é só a forma de olhar, meu errado e meu certo só existem por que eu os criei a partir dos certos e errados dos outros. O erro humano foi começar isso. Nesta mesma época um revolucionário com um senso de paz fez de tudo para unir o mundo, para que o sangue não fosse mais necessário. Ele andou por todo o mundo, buscando entender cada lado de cada pessoa, de cada ser humano, para poder buscar a paz global. Mas suas conclusões foram quebradas. E com essa pequena jornada tudo que ele entendia por ser humano caiu. Ainda sim, unificou o mundo. Toda a terra se uniu junto com seus habitantes. Naquela época como qualquer outra a força falava mais alto, então o homem em questão alem de ter um sonho idealizado de paz que foi destruído pelo próprio ideal, tinha um poder incrível em mãos, vindo também do seu ideal. Seu poder era baseado em seus ideais, sua vontade de vencer era sua vitoria. Era o que todos diziam. E assim ele uniu o mundo. Unindo um ideal. Mas nem todo o mundo seguiu os passos deste homem. Mesmo com o mundo unido, na base da força ou não, as pessoas ainda odiavam umas as outras e a si mesmas. Afinal é natural dos humanos, odiar. Um período pequeno de paz se alastrou pelo mundo, ate que a tensão foi ficando tão grande entre os povos que antes eram separados, que no fim explodiu com uma luta. Uma luta de verdade, pois não deu tempo de se tornar uma guerra, todo o ódio saiu de uma única vez e o sangue forrou a terra alem dos corpos mutilados. Aquilo foi a capacidade dos humanos de odiar. Aquilo simplesmente mostrou ao idealizador da paz a verdade que ele mesmo já avia pensado e foi ali que seu poder realmente ganhou forma. Neste momento de explosão, que muitos posteriormente iram falar que foi culpa desse tal idealizador, o sangue derramado despertou algo nas pessoas um medo nunca antes sentido. O cheiro de sangue no ar que não saia, deixava as pessoas em um desespero sem fim. E o idealizador usou do medo para se fortalecer. E logo o medo se tornou sua arma. Então para pelo menos diminuir o desespero do resto da humanidade o idealizador foi ate onde a explosão de ódio avia acontecido e fez o que achava certo. Depois desta turbulência, as coisas não acabam, mas a freqüência diminuiu. O idealizador cansado de comandar um mundo, cansado do mundo se destruir, simplesmente deixa novamente as pessoas a mercê. Eu diria que “deus” os abandonou, pois eles conseguem se virar sozinhos. Mas as poucas pessoas realmente tocadas com o sonho idealizado, o seguiram. E com elas ao seu lado ele desapareceu deixando para traz historias em seu nome, lendas e uma mensagem de poder que seria o auge que todos procuraram desde então. Mas no final todos se perderam, em busca do idealizador e seu poder. E o mundo recomeçou com o homem por si, e uma longa jornada ate a busca pelo auge novamente. Prefacio Parte-2 O exercito dos templários O Livro do Medo Dentre todas as mentiras, a única verdade é aquela que se quer ver. Afinal, três esquerdas fazem uma direita. Anos se passaram depois da humanidade ser deixada de lado. Ela com sua capacidade mental e corporal sobreviveram num mundo cheio de perigos criados também por acaso. Animais iguais aos humanos, afinal não somos únicos em um planeta. Pois bem, a humanidade se provou forte. Mesmo com um tempo considerável se tornou a espécie dominante no planeta. No tempo deles estão na numa época de cavaleiros e castelos. Onde homens usam o nome de deus para seus propósitos entre outras coisas. No meio deste tempo em nome de deus foram criados os templários basicamente para as cruzadas. Uma busca por poder em nome de deus e de seus discípulos. Suas guerras foram tão sangrentas como antes, porem com um acontecimento passado onde eles encontraram um deus entre os humanos as pessoas já não se olhavam mais com tanto ódio, ou era o que parecia. A busca dos templários e da igreja por poder foi mais longe do que o devido. Durante suas cruzadas pelo mundo alguns poucos encontraram vestígios de um poder, de um poder idealizado. De começo foi ignorado, e quase destruído a ultimas informações deste estranho poder. Porem a busca por poder nunca iria parar nos meios humanos. Desde aquela viajem os templários buscaram o poder do medo, o poder idealizado que controlou o mundo durante um tempo antigo. Um dia seus esforços foram bem recompensados. Eles encontraram um vestígio deste poder. E conseguiram executar com clareza, era pouco quase não fazia nada. Mas um começo de grandeza imensurável começou com um simples pensamento. Então os templários adquiriram um poder que lhes foi chamado de divino. E então o idealizador decidiu voltar, e segurar as rédeas da humanidade. Não o culpem, da ultima vez que ele não fez nada o mundo acabou se destruindo novamente. A existência de um poder que pode destruir o chão que você vive a ponto de não haver mais chão é uma existência que deve ser extinta para que a terra não seja. Então, os templários usufruíram muito pouco deste novo poder, por não saber como usá-lo com clareza. Mas a cada dia ficava mais evidente que seu poder crescia. Então o idealizador fez algo inesperado. Com seus seguidores, desde aquela época antiga ele deu nome ao seu grupo para que pudessem ser identificados, estava dando vestígios de seu paradeiro para que os templários fossem atrás. O nome que ele deu foi Almas de Medo. Seus membros chamados de Sombras pelos templários eram caçados para que os templários obtivessem poder. E assim começou um tipo de guerra fria, onde o sangue derramado era escondido para que as pessoas não descobrissem nem sobre os Templários ou sobre as Almas do Medo que vagavam pelo mundo. Foi uma longa batalha, as almas não queriam nada alem de extinguir um poder que elas aviam criado naqueles que usavam em grandes guerras. Varias partes do mundo foram mortas com o poder dos templários que crescia a cada batalha. Grandes choques entre os mais habilidosos membros dos Templários contra os poucos das Almas do Medo se tornaram lendas ou motivos para grandes mudanças na terra, como uma cratera ou uma grande montanha. No fim, a guerra fria antiga foi definida de maneira indefinida. Após a morte dos mais poderosos templários o poder da igreja estava caindo então as Almas do Medo saíram de cena, levaram consigo os poderes mais fortes e deixaram que o tempo levasse os mais fracos. Antes de sua saída, as Almas fizeram algo inesperado. Concentraram todo seu conhecimento, seja de poder ou de historia ou da verdade ate mesmo de suas filosofias, em um só lugar. Num livro chamado O Livro do Medo. Como ultima tática somente o escritor poderia ler o que avia escrito. Era um meio de não perder o poder que aviam aprendido com o tempo, mas também de proteger o poder de outros. Um dos membros das Almas foi escolhido para guardar o livro, e eles finalmente saíram de cena, sumindo mais uma vez do mundo. Os Templários, como avia acontecido antes deles, perderam seu poder. Pois sem motivo para lutar não ah porque ter poder. O mundo estava entrando na era moderna e a vida começava a se tornar atual, onde guerras não eram mais travadas com espadas. No final mais uma vez, os humanos seguem em frente com ou sem poder. Espero que tenham gostado. Tenho mais escrito mas não queria colocar tudo e ficar algo massante. Então se alguém interessar eu adiciono o resto do que escrevi ^^ Obrigado mais uma vez. |
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Re:O Senhor do Medo. O Exercito dos Templários há 8 anos 3 semanas #65437
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para prefacio achei-o um pouco grande mas tirando isso esta bom. a forma das tuas frases e cuidada i n vulgar o q da interesse ao livro.
continua |
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Re:O Senhor do Medo. O Exercito dos Templários há 8 anos 3 semanas #65459
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Realmente, pensei em um grande prefacio pois a ideia é não medir tamanho. A ideia é apresentar tudo desse universo que for possível. ^^ Enfim já que tive um pedido aqui vai o capitulo-1
Capitulo-1 Dan. O Livro do Medo Asas são feitas para voar, e espadas para matar. Nunca se está sozinho, pois a solidão é uma companhia. Dia 31 de dezembro “Já fazia tempo que não lia um bom livro, apesar de já ter lido ele varias vezes, ele sempre me surpreende” Era noite de ano novo, a cidade estava em paz, ninguém percebeu aquele homem no topo do prédio mais alto. Ele segurava algo, tudo que se via era a sombra dele, mas sabia-se que ele estava lá. Nem com a luz da lua em sua cabeça, nem um detalhe de sua face ou corpo era revelado, parecia que a escuridão o envolveu. Não importa se faz sentido ou não, ele parecia segurar um livro, que também estava envolvido em trevas, este homem... Dia 29 de dezembro È quase ano novo na cidade. Pode-se ver a cidade se preparando para o ano novo, pessoas se reunindo crianças brincando na rua, afinal tiveram um descanso das aulas. Também pode-se ver um fan de mangas na sua banca favorita -Eu não acredito, finalmente chegou! -Sim, o... Como era o nome? Na... Fe... Ble... On...É a revista que você gosta de comprar -Revista... – Disse Dan com um tom sarcástico baixinho para si mesmo. – Vou levar. Então Dan sai todo feliz com seu manga na mão ansioso para ler, quando ouve um latido, esse latido lhe traz lembranças alem de lhe dar um calafrio. Ele olha para traz bem devagar e vê um cachorro sentado bem perto dele. -Bom cachorro... Você não vai me seguir não é? Ta ai sentadinho. – Então o cachorro fica agressivo, começa a latir – Droga! E Dan sai correndo e o cachorro vai seguindo. Os dois correm um pouco e passam por uma lojinha. Onde dois velhos estão parados olhando o movimento. -Ei João, ta vendo aquele cachorro correndo atrás daquele moleque? -Você já esqueceu que eu sou cego seu idiota! Você está ficando gagá! Mas eu me lembro deste garoto, o cachorro corre atrás dele toda a semana. Você consegue descrever o garoto para mim? -Claro meu velho... Ele, está com uma blusa de manga curta. Dessas cheias de cores e símbolos dos quais não entendo bulhufas. Ele ta com umas causas que lembram as nossas de antigamente. Na minha época não tinha jeans sabe... -Está perdendo o foco velho! -Oh, desculpe. Seu cabelo está... Esta quase todo pra cima, cabelo curto. Ele parece o Elvis, tem um pequeno topete na frente e o resto do cabelo ele coloca mais para baixo. Ele tem cara de 16 anos. É tudo que consegui ver. -É ele sim. Eu lembro. -Por acaso ele é neto de algum de nos dois? -Não... Nos não tivemos filhos seu velho. Dan vê os velhos conversando, e corre em direção a eles. – Ei, o garoto está correndo para perto da gente ta vendo? – Disse o velho apontando para frente. -Droga velho, eu sou cego! -Hey. Podem segurar isso para mim? – Dizia Dan enquanto corria e jogava o manga no colo de um dos velhos. -O que você acha que é isso velho? -Ah, é um jornal pequeno. E Dan Voltou a correr. Olhou para traz e viu que o cachorro ainda corria atrás dele. – Agora estou pronto! – Disse Dan como se falasse com o cachorro. Então Dan virou numa rua, e começou a pular nas coisas, um muro baixo, algumas cadeiras de uma cafeteria pelo caminho, até que chega numa praça, onde algumas pessoas estão jogando futebol. Depois de um chute para fora do campo, a bola descontrolada acerta Dan em cheio, e ele cai. O cachorro vai quente em cima de Dan, e quando finalmente o alcança fica manso e começa a lambê-lo. – Hey, hey pare. Vou ficar com babá pelo rosto todo. – Logo Dan está brincando um pouco com o cachorro, e se lembra do manga que avia deixado com aqueles dois velhos. -Quem será seu dono? – Pergunta Dan deixando o cachorro e indo de volta para a lojinha onde os velhos ficaram. Desta vez o cachorro seguiu seu rumo e não mais seguiu Dan. Andando desta vez com calma, Dan ao chegar perto dos velhos percebe que um deles está lendo o manga. Ele se aproxima. -Este jornal novo é muito estranho, na minha época eu fazia essas coisas, mas não saiam no jornal. -O que você esta dizendo Idiota não vê que isso não é um jornal, e você mal consegue andar sozinho. -Como assim? Eu estou firme e forte como um leão marinho, sou o rei da selva e do mar. Então Dan depois de ouvir está conversa volta a si – E... Oi, obrigado por segurarem o manga para mim. Não sei qual é a do cachorro. - Está tudo bem, qual é seu nome mesmo filho? -O nome dele é Dan seu velho. Ele passa por aqui toda a semana e pede ajuda para agente. Tome sua... Eu realmente não sei o nome disso. -Eu acho que era mangá. -Isso não é uma fruta seu velho. Enquanto os dois discutiam Dan pega o seu manga agradece e segue seu caminho. -Aquele garoto não fala muito com as pessoas não é. -Nos não temos haver com a vida dele, e mais ele fala com agente. -Serio? Não me lembro. -Você não lembra nem do seu nome! -Não era João... Ei veja aquilo! -Droga velho eu sou cego... E João é meu nome! No caminho de volta para casa, Dan passa pelo menos movimentado. Ele olha firmemente para o chão seguindo seu caminho, olhando algumas vezes em volta de vez em quando. Enquanto isso em sua mente, Dan vê algo que poucos vem. Algo como “um mundo dentro do outro” onde mesmo sentindo o sol em cima de sua cabeça está escuro. Onde ele vê pessoas mortas. Mas ele não parece se importar... Ele segue adiante neste caminho onde não a luz no final. -Droga... Por isso não gosto de sair de casa. – Pensa Dan quando percebe que entrou completamente em seu mundo de escuridão. Um silencio terrível e seco plana no ar. Virando uma esquina ele escuta alguns corvos, Dan olha para cima e avista dois corvos nas telhas de uma casa velha e acabada. Quando olha um pouco mais abaixo ele vê alguém. Alguém preso na parede do segundo andar da casa. Esta pessoa está coberta por um manto preto ate o pescoço. Seu corpo está sem vida, desacordado. Tem varias estacas de um material estranho atravessando ele e fincadas na parede que o prendem. Pela forma e pela profundidade que as estacas estão qualquer um diria que está morto. Então Dan depois de olhar observar ele achou que foi o suficiente e seguiu seu caminho de forma indiferente. O Caminho que passava só avia mais corpos no chão ou jogados em algum lugar. Então a figura presa na parede pelas estacas, move seu braço bem devagar com sua mão tremula e cheia de sangue. Segura firme a estaca que atravessa seu peito. E começa a fazer força para fora. Dan que avia passado por ali escuta um barulho de alguma coisa sendo destroçada. Algo como ossos quebrando e carne rasgando. Ele olha para traz e lá esta aquele mesmo homem preso na parede. Solto, porem ainda com estacas em seu corpo, e todo ensangüentado. Mas seu sangue é negro como sua roupa,e não vermelho como os que vemos em filmes, se misturando com o chão onde avia derramado. Não dava para saber onde a escuridão começava e aquele homem terminava. O Homem chega mais perto de Dan, andando devagar, mas não mais de forma tremula, só de forma calma. Ele não parece sentir dor. Nem a falta de sangue. Então Dan consegue ver o rosto. É um rosto igual. Exatamente igual ao de Dan. Enquanto tudo isso ocorre ele fica parado olhando para ele que depois da um breve sorriso. O Homem que estava a uma distancia longa se aproxima rapidamente em um piscar de olhos. Era como se o sangue tivesse secado, tivesse vida, e o seguisse. Aquela aura negra envolveu Dan de forma que ele só conseguia ver a ci mesmo e o homem que estava bem perto dele. -Você sabe quem eu sou? -Você sou eu.- -Eu? Como assim “você sou eu”? Dan ta me ouvindo cara? Então toda a escuridão se esvai e Dan volta para a realidade. Alam está em sua frente no lugar daquela forma sombria que usava seu rosto. -Desculpe, eu tava viajando... O que você disse?- -Você e suas viagens. Sabe você é um cara viajante. Então Olha nos olhos de Alam e diz. – Sem minhas viaje. Acho que morreria de tédio. Mas você não ia me dizer algo? -Sim... Então vai fazer o que na virada de ano? -Não planejei nada de especial por quê? -Bom... Me chamaram para ir numa festa. Mas não é bem uma festa algo mais... como um encontro de pessoas onde elas podem... Com... Ver... Sar... -Você não vai me incentivar a ir numa festa e você sabe disso. -Ok... Ok... Eu entendo. Mas estamos chamando todos da nossa sala na escola. Não se sabe o que vai rolar ano que vem não é mesmo. Se você quiser, vá lá dar um adeus. -Se vai te fazer parar de me chamar, talvez eu vou. -Certo. Tenho que ir. Até mais Dan Te vejo na festa. Opa que dizer... no encontro social. -... Até. Então Alam segue seu caminho. Dan está de volta à realidade, e parece que ele perdeu o manga em algum lugar. -O que?! Droga!! E o dia se esvai. Dan passa o resto do dia em casa depois de voltar e recuperar seu manga perdido. É noite, o sol já se foi, mas não é tão tarde. Dan está em seu quarto, já avia acabado de ler seu manga, e está parado em frente a seu computador procurando algo para fazer. Quando sua mãe o chama. -Dan? Dan não gosta de gritar em um conversa, por isso se levanta e vai ate a sala. – O que foi?- -Pode ir comprar cigarros para mim? Então Dan faz uma cara de como não soubesse de nada, uma cara quase sem emoção. – Sim. Então pega o dinheiro e sai. Mesmo odiando sair de casa. Raramente Dan sai de casa, mas seguiu seu caminho, e foi em direção a uma lojinha de conveniências que tinha ali perto. Não era bem uma lojinha de conveniências, mas lá vendia cigarro e era o mais perto que tinha. Enquanto Dan anda pelo caminho sozinho na noite ele procura passar pelo caminho mais quieto e silencioso, para ficar a par de seus pensamentos. Logo aquele ser igual a ele aparece nas sombras e começa a andar junto com ele. -Nossa como está mulher é chata... Ela não faz nada por conta dela? Tudo que ela faz é te chamar não é mesmo Dan? Dan seguiu seu caminho olhando para o chão e ignorando o máximo aquela figura que via a sua mente. -Eu sei que você pode me ouvir... Você não sente ódio dela? Tudo que você quer é viver sua vida não é? E você tem que viver por ela também? Quando você vai embora da vida dela? Então aquela figura macabra que atormentava Dan com pensamentos ruins para em sua frente fazendo Dan parar no meio da rua. -Ei Dan... Olhe a sua direita. Dan escuta um barulho, e um pequeno grito que logo é abafado. Olha para um beco estreito e escuro e não vê muito, mas os sons de que vem do beco parecem um assalto ou estupor, não era algo bom. -Não quer fazer algo a respeito? Vamos lá é só você fazer o que fez comigo. Me colocar preso na parede foi algo muito ruim Dan... -Se você é algo da minha cabeça, posso fazer o que quiser com você. -Mas eu sendo você... Dan, você já pensou em suicídio? Matar a si próprio daquele jeito é muito maldoso. Mas eu te perdôo. Vamos lá... -Às vezes eu acho que deveria morrer também. Então aquele “clone” ou o que quer que seja, explode em uma poeira negra que se esvai e se dissipa no ar. Então Dan olha para o beco. E não escuta nada. Não mais. Olha para traz procurando algo ou alguém. E nada. Logo ele olha para cima com um ar de alivio - Ainda bem, que ninguém pode me ouvir. -Chega de viajar. Vamos logo quero chegar em casa logo para jogar alguma coisa. Dia 30 de dezembro. Após concluir seus hobbies Dan não tem o que fazer, procura qualquer coisa para fazer o tempo passar mais rápido, mas nada em casa parece atrativo. Então Dan cria coragem para sair de casa. Sua mãe não estava então ele simplesmente saiu. Como estava bem perto da virada de ano, a cidade já avia começado a ficar realmente movimentada. Logo Dan não pode brincar um pouco com seus pensamentos em vos alta. O destino de Dan parecia claro para ele, já que andar sem destino parece algo vago. Passa pelas ruas mais desertas que encontra, seu caminho de sempre, e chega na porta de um hospital. Ele está com um movimento ate normal. Geralmente tem um ou dois acidentes pela cidade. Mas nem um desastre grande o suficiente que este hospital não agüente sozinho. Mas Dan não veio aqui pela bagunça do hospital, muito menos pelo cheiro estranho que só um hospital tem. Ele vai para o lugar mais calmo do hospital. Um lugar que mesmo que fique cheio, tudo que se vai ouvir são alguns pais gemendo e falando com seus filhos por uma parede de vidro. Não que Dan goste de crianças, mas a paz.. Então enquanto Dan olha de forma fixa para as caminhas de bebes sem nem um bebe nelas, ele sente um leve tapa nas costas. -O que você está fazendo aqui? Dan vira seus olhos e vê uma mulher, que aparenta ter uns 22 anos com aquela roupa de hospital. Tinha cabelos lisos negros e longos. Seu rosto era fofo. Alem de uma estatura pequena para a idade. Ela sorria e olhava para ele como se fossem velhos amigos, coisa que eram. -Desculpe te incomodar no seu trabalho, nunca tive interesse em virar medico nem nada do tipo, mas adoro a paz desse lugar. -Você ficou sem o que fazer não é? È raro ver você aqui. Ou em qualquer outro lugar. Dan coloca a mão na cabeça como se não soubesse o porque de estar ali. -É, bom, também vim te ver. -Sei, sempre que você vem fica falando umas coisas meio locas e me deixa mais louca ainda. Então a mossa que sorria ficou seria. Sua face exprime seriedade e preocupação. -Como está indo? -Ah o de sempre, nada que me faça perder o controle ou algo do tipo. -Ainda me pergunto o porquê de você contar justo para mim. -Me desculpe, eu pediria para esquecer. Mas sei que não posso. E não vou pedir para se preocupar, porque sei que já esta preocupada. Então é isso ai. Os dois sorriem olhando um para o outro em silencio. Nada romântico. Algo mais descontraído. -Mas em, de um sinal de vida quando acabar de ler o que eu escrevi. Ok Sara? -Sim sim, pode deixar que eu falo. Depois de mais algumas frases seguidas de longos silêncios, Dan se retira. Até ai tudo bem, mas no momento em que vira as costas uma sombra se cria ao lado de Dan, dando quase que os mesmos passos. -Estranho você falar de mim só para ela. Você confia nela a esse ponto? -Não, mas se eu não fizesse nada, acho que pareceria mais louco do que já sou. Agora saia, vou procurar o que fazer... Enquanto Dan segue seu caminho, Sara olha para ele indo em direção a porta. -Dan... O que você me falou, é verdade? Você realmente não tem boas lembranças de nada? Então... Por que você sempre se lembra de vir aqui... No meu aniversario. -Frase de encerramento- Palavras humanas, só desrespeito aos humanos. |
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