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TÓPICO: "O Trompete de Miles Davis" de Francisco D.Azevedo

"O Trompete de Miles Davis" de Francisco D.Azevedo há 9 anos 4 meses #35659

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A apresentação do livro O Trompete de Miles Davis, de Francisco Duarte Azevedo, editado pela Planeta vai efectuar-se no dia 15 de Março, Terça-feira, às 18:30, no Salão Nobre do Instituto Camões (Avenida da Liberdade, 270) - Marquês de Pombal, Lisboa.
A apresentação estará cargo da escritora Lídia Jorge e contará com a presença do autor.

Este livro leva-nos ao coração da comunidade portuguesa de Newark, com a sua geografia e códigos próprios, as suas personagens características e o seu temperamento peculiar. «O Trompete de Miles Davis» é, mais do que uma história policial, um romance que vai em crescendo como uma música de jazz e nos deixa, no final, com a certeza da descoberta de uma nova voz na ficção portuguesa e um conjunto de personagens que, entre o divertido e o sério, não nos abandonarão mais.
Última Edição: há 9 anos 4 meses por vibarao.
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Re:"O Trompete de Miles Davis" de Francisco D.Azevedo há 9 anos 4 meses #36217

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Este livro é o tema da próxima "Conversas na Bulhosa", que vai realizar-se na Bulhosa de Campo de Ourique - Rua Tomás da Anunciação, 68-B, em Lisboa, no dia 21 de Março, pelas 18:30.
Se puder, não deixe de comparecer.
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Uma Pequena Palavra...

"Algumas obras morrem porque nada valem; estas, por morrerem logo, são natimortas. Outras têm o dia breve que lhes confere a sua expressão de um estado de espírito passageiro ou de uma moda da sociedade; morrem na infância. Outras, de maior escopo, coexistem com uma época inteira do país, em cuja língua foram escritas, e, passada essa época, elas também passam; morrem na puberdade da fama e não alcançam mais do que a adolescência na vida perene da glória. Outras ainda, como exprimem coisas fundamentais da mentalidade do seu país, ou da civilização, a que ele pertence, duram tanto quanto dura aquela civilização; essas alcançam a idade adulta da glória universal. Mas outras duram além da civilização, cujos sentimentos expressam. Essas atingem aquela maturidade de vida que é tão mortal como os Deuses, que começam mas não acabam, como acontece com o Tempo."
Fernando Pessoa, in Heróstrato