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TÓPICO: O Espião de D. João II

Re:O Espião de D. João II há 10 anos 8 meses #4057

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Obrigada nós Deana :)
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Re:O Espião de D. João II há 10 anos 3 meses #11423

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Deana Barroqueiro vai estar na Feira do Livro de Lisboa hoje, 1º de Maio, das 16 h. às 19 h. (ou mais, se houver gente), no Pavilhão B02 da Editora Ésquilo (para quem vem do Marquês, é logo no início da ala esquerda), para conversar e dar autógrafos a quem quiser. O Espião de D. João II é hoje o "livro do dia" no pavilhão daquela editora.
Deana Barroqueiro estará novamente no mesmo local da Feira nos dias 13 e 15 de Maio, à mesma hora.

E não esquecer que vai estar também no dia 8 de Maio no nosso Encontro em Albergaria-a-Velha, para participar no Painel sobre Romance Histórico.

São muitas oportunidades para conhecermos esta autora que é uma referência na área de romances históricos e uma apaixonada pela História de Portugal. Não deixem de ter também as suas obras D. Sebastião e o Vidente e O Navegador da Passagem.
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Re:O Espião de D. João II há 10 anos 3 meses #11424

Obrigada, amigos, pela informação!
Se alguém aparecer pela Feira do Livro de Lisboa, vindo através deste canal de excelentes leitores, por favor, "identifique-se" pois será para mim um prazer redobrado.
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Moderadores: fbeatriz
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Uma Pequena Palavra...

"Algumas obras morrem porque nada valem; estas, por morrerem logo, são natimortas. Outras têm o dia breve que lhes confere a sua expressão de um estado de espírito passageiro ou de uma moda da sociedade; morrem na infância. Outras, de maior escopo, coexistem com uma época inteira do país, em cuja língua foram escritas, e, passada essa época, elas também passam; morrem na puberdade da fama e não alcançam mais do que a adolescência na vida perene da glória. Outras ainda, como exprimem coisas fundamentais da mentalidade do seu país, ou da civilização, a que ele pertence, duram tanto quanto dura aquela civilização; essas alcançam a idade adulta da glória universal. Mas outras duram além da civilização, cujos sentimentos expressam. Essas atingem aquela maturidade de vida que é tão mortal como os Deuses, que começam mas não acabam, como acontece com o Tempo."
Fernando Pessoa, in Heróstrato