A Odisseia de Homero - Adaptação em Prosa de João de Barros

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Autor: João de Barros
Género: Juvenil
Edição: Fev/2020
Páginas: 128
ISBN: 9789898979445
Editora: Cultura

 

 


As aventuras de Ulisses, herói da Grécia antiga

Livro recomendado para o 7º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada.
A Odisseia de Homero, a obra clássica que conta as façanhas de Ulisses, herói da Grécia Antiga, disponível para todos os públicos numa prosa acessível e divertida, adaptada por João de Barros.

A gloriosa história de Ulisses do homem de mil façanhas e ardis, do herói que, depois do cerco, da tomada e do incêndio de Tróia, cidade célebre da Ásia Menor visitou as cidades mais diversas, conheceu gentes estranhas e enfeitiçou a alma de povos distantes. Num frágil navio, errou sobre as ondas incertas, cheio de angústia, consumido pela aflição, perseguido por monstros cruéis, abandonado de socorros. Tudo venceu. Ulisses resistiu aos piores perigos e aos maiores sofrimentos. E as suas aventuras foram tão surpreendentes e a sua coragem tão excepcional que o tornaram imortal na memória de gerações.

Deste autor no Segredo dos Livros:
Os Lusíadas de Luís de Camões Contados às Crianças e Lembrados ao Povo

Autor:

João de Barros, escritor, pedagogo e político português, nasceu a 4 de fevereiro de 1881, na Figueira da Foz.
Concluiu, em 1904, o curso de Direito pela Universidade de Coimbra e exerceu docência no Liceu Central de Coimbra, no Liceu do Carmo, em Lisboa, e no Liceu Alexandre Herculano, no Porto. Em 1907, recebeu uma bolsa de estudo, para realizar uma missão oficial de estudos, visitando vários estabelecimentos de ensino de diversos países da Europa, o que lhe permitiu adquirir conhecimentos sobre a Educação Nova e os recentes métodos de pedagogia moderna.
Em 1909, durante o 2.º Congresso Pedagógico, defendeu a importância da Cartilha Maternal (1876) para a reestruturação do sistema educativo e proferiu diversas conferências sobre literatura portuguesa, na Université Nouvelle , em Bruxelas, que foram publicadas, em 1910, sob o título La Littérature Portugaise. Nesse ano, integrou-se na Loja Maçónica Solidariedade, em Lisboa, sob o nome João de Deus.
A partir de 1913, tornou-se membro da Academia das Ciências de Lisboa e, desde 1920, sócio da Academia Brasileira de Letras. Em 1915, juntamente com o escritor brasileiro Paulo Barreto, fundou a revista Atlântida.
Como escritor, publicou obras importantes, como Versos (1897), Algas (1898), A Escola e o Futuro (1908), Terra Florida (1909), A Reforma da Instrução Pública (1911), A República e a Escola (1914), Presenças Eternas (1943) e muitos outros títulos.
Para além disso, fez várias adaptações dos clássicos da literatura para crianças e para o povo, tais como Os Lusíadas Contados às Crianças e Lembrados ao Povo (1930), Viriato Trágico (1940), A Eneida de Virgílio (1947) e Viagens de Gulliver (1957). As suas principais preocupações foram combater o analfabetismo, promover uma educação nacionalista e preparar os indivíduos para o futuro e para a integração na sociedade.
Enquanto político, ocupou o cargo de secretário-geral e diretor-geral da Instrução Pública do Ministério do Interior. Foi deputado pelo Partido Democrático e ministro dos Negócios Estrangeiros.
Recebeu várias distinções das quais se destacam: a Ordem Leopoldo II do governo belga, em 1920; a Grã-Cruz da Ordem de Cristo do Presidente da República português, em 1923; a Grã-Cruz da Ordem El Sol del Peru do Presidente da República peruano, em 1925; a Grã-Cruz da Ordem do Cruzeiro do Sul, em 1944, do Presidente da República do Brasil, que lhe atribuiu ainda várias outras medalhas.
João de Barros faleceu a 25 de outubro de 1960, em Lisboa.

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