Contos Arrepiantes da História de Portugal – Idade Média Medonha

Autores: Rui Correia e António F. Nabais
Ilustração: Hélio Falcão
Género: Juvenil
Coleção: Contos Arrepiantes da História de Portugal (Vol. 1)
Edição: Jun/2020
Páginas: 80
ISBN: 9789897840104
Editora: Nuvem de Tinta

 

Episódios arrepiantes, viscosos, tenebrosos, nojentos, brutais, horripilantes, sanguinários, asquerosos e que chegam mesmo, por vezes, a ser desagradáveis… da História de Portugal.
Sim, é verdade, os cronistas e historiadores já andam a escrever estas histórias há centenas de anos. E muitas são só lendas. Mas não há lenda nenhuma que não tenha grandes verdades escondidas. Há tesourinhos bem escondidos que não queremos que deixem de ser contados. Quem não gosta que lhe contem boas histórias?

OK, há ali coisas que são assim mais para o asqueroso. São um bocadinho nojentas e terríveis, são, mas é até por isso que gostamos delas. Quem não gosta de guerras, sangue e cabeças cortadas? Somos péssimos.
Uma nova série de contos arrepiantes respeitantes a diferentes momentos da história de Portugal com muito humor à mistura.

Autor – Rui Correia

Autor:

Rui Correia Global Teacher Prize 2019. Olá. Adoro histórias. Não sei se gosto mais que mas contem ou de as contar eu. Sei montes delas. Se calhar, é por isso que sou professor de História. Adoro ter as pessoas presas às minhas histórias. Conto sempre muitas nas minhas aulas. Umas fazem rir e outras fazem chorar. Mas creio que é para isso mesmo que as histórias servem. Para percebermos melhor quem somos. Há quem julgue que a História só serve para conhecer o passado. Eu não acho nada disso. Acho que quanto mais sabemos de História, melhor percebemos tudo o que se passa hoje. É como crescer. Quando lemos estas histórias, percebemos que Portugal também teve uma infância. E que nem sempre foi feliz.

Autor – António F. Nabais

Autor:

António F. Nabais. Viva! Entre outros problemas, sou professor de Português e de Latim. Um dos meus maiores desejos é viajar no tempo, porque sempre senti curiosidade em perceber o que pensavam e sentiam as pessoas de outras épocas. Até hoje, que se saiba, ainda só inventaram duas máquinas de viajar no tempo: a leitura e a escrita. Quando me convidaram para escrever este livro, pensava que já sabia muito; confirmei que, afinal, ainda tinha muito para aprender. O trabalho que tive para escrever este livro foi um prazer. Não fiquei a saber tudo sobre as pessoas que conheci, porque uma viagem não é suficiente para isso, mas hei de lá voltar.

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