Contos Gregos

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Autor: António Sérgio
Género: Infantil
Coleção: Reino das Letras
Edição: Out/2017
Páginas: 64
ISBN: 9789720717986
Editora: Porto Editora

 

 

Deuses que descem à terra para vigiarem os homens; heróis que combatem rochas gigantes e dragões imortais; guerreiros de ferro que nascem do solo; pássaros que se transformam em constelações de estrelas…
Conhece estas e outras histórias do universo fantástico da mitologia grega!

A Coleção Reino das Letras nasce da vontade de aliar a magia das melhores histórias de todos os tempos à leitura sempre renovada que delas podemos fazer. No Reino das Letras, o rei chama-se Sonho e a rainha Imaginação!

Idade-alvo: 9 aos 12 anos (Leitura recomendada para o 6º ano de escolaridade pelo PNL).

Autor:

António Sérgio de Sousa nasceu em Damão, Índia, em 3 de setembro de 1883 e foi dos pensadores mais marcantes do Portugal contemporâneo, com uma vasta obra que se estende da teoria do conhecimento, à filosofia política e à filosofia da educação, passando pela filosofia da história. Escritor, pensador e pedagogo português, a sua vida foi dedicada à reforma educacional em Portugal. Passou a sua meninice em África e só depois veio radicar-se em Lisboa (1893). Foi para a Escola Naval, mas deixou a Marinha pouco depois de publicar Notas sobre os sonetos e as tendências de Antero de Quental (1908). As suas atividades políticas cedo começaram a surgir, revelando-o um democrata convicto.
Autor assistemático e um dos mestres do polemismo português, permaneceu no entanto sempre fiel a uma via que rotulou de idealismo racionalista e crítico. Sob o ponto de vista dos conteúdos doutrinários, Sérgio encontrou a filosofia a partir da sua formação de engenheiro, ou seja, a partir da geometria analítica e da física matemática. Não era apenas de filosofia da ciência que se tratava, tratava-se fundamentalmente de uma filosofia com profundas implicações humanas e sociais, regendo o comportamento e a ação de cada um no todo social de que faz parte. Daí uma doutrina cooperativista a nível da economia; uma doutrina democrática a nível da organização política da sociedade; uma filosofia da educação e uma conceção da pedagogia que encara a criança e o jovem como seres ativos e criadores; assim, finalmente, uma teoria da cultura e uma teoria da história que o lançou em polémicas célebres sobre os rumos de Portugal.
Com a proclamação da República (1910/10/05), passou a trabalhar a favor da reforma da educação no nosso país. Assim, foi um dos fundadores do movimento denominado Renascença Portuguesa, fundamentalmente voltado para as questões educacionais. Criou e dirigiu também várias revistas e jornais que tratavam do assunto, como a revista Pela Grei (1918). Titular da pasta de Instrução Pública (1923), no ministério reformista de Álvaro de Castro. Com a ascensão de Salazar ao poder, foi obrigado a exilar-se em Paris, depois em Madrid, de onde regressou a Portugal depois de ter sido abrangido por uma amnistia. Morreu em Lisboa a 24 de Janeiro de 1969.
Dos seus livros mais importantes destacam-se: Educação cívica (1915) e os oito volumes de Ensaios (1920-1958).

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Uma Pequena Palavra...

"Era uma vez uma mulher cujo ofício era contar histórias. Andava por todo o lado oferecendo a sua mercadoria, relatos de aventuras, de suspense, de horror ou de luxúria, tudo a um preço justo. Num meio dia de agosto encontrava-se no centro de uma praça quando viu avançar na sua direção um homem (...) És tu a que conta histórias?, perguntou o estrangeiro. (...) Então vende-me um passado, porque o meu está cheio de sangue e de lamentos e não me serve para percorrer a vida."
Isabel Allende
in Eva Luna