Dom Mínimo, O anão enorme e outras histórias

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Texto: Luísa Costa Gomes
Ilustrações: Afonso Cruz
Colecção: Gramofone
Páginas: 32
ISBN: 9789724739458
Editora: Texto

 


Tema gramatical: ADJECTIVOS
Este álbum apresenta sete histórias muito diferentes, mas ligadas entre si, repletas de adjectivos nos vários graus, género e número.
Ironia, humor e fantástico são alguns dos ingredientes introduzidos por Luísa Costa Gomes ao longo do texto do livro, que inclui, no final, esquemas que apresentam exemplos de adjectivos de acordo com o género, número, grau e formas particulares.

As crianças poderão ainda aprofundar a informação acerca do livro aqui.

Colecção Gramofone:
É uma colecção de álbuns infanto-juvenis que tem como objectivo aliar o prazer de ler bons textos à aprendizagem divertida de regras de gramática e de fonética da língua portuguesa. Cada álbum irá abordar um tema da gramática. O respectivo autor fará dele o seu mote e aqui o propósito educativo será aprofundado.

Autora:

Nascida em Lisboa, 1954, Luísa Costa Gomes  é licenciada em Filosofia. Professora do Ensino Secundário, contista, romancista, dramaturga, dramaturgista, guionista, tradutora e cronista, publicou 5 romances, 6 volumes de contos, 2 librettos e 10 peças de teatro, entre as quais "Nunca Nada de Ninguém", "Clamor" (sobre textos do Padre António Vieira), "O Céu de Sacadura", "O Último a Rir“. As peças foram encenadas no ACARTE (Fundação Gulbenkian), Teatro Nacional D. Maria II, Teatro Nacional de S. João, Teatro Rivoli, Teatro Camões (ópera "Corvo Branco" de Philip Glass e Robert Wilson, (EXPO 98), Teatro Villaret, etc. Faz parte do Programa Artes na Escola, a funcionar na Direcção Geral da Inovação e Desenvolvimento Curricular, desde o ano 2000. Traduz filmes, teatro e ficção. Dirige a revista "FICÇÕES" (revista de contos).


Autor:

Além de escritor, Afonso Cruz é também ilustrador, cineasta e músico da banda “The Soaked Lamb”. Nasceu em 1971, na Figueira da Foz, e viria a frequentar mais tarde a Escola António Arroio, em Lisboa, e a Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, assim como o Instituto Superior de Artes Plásticas da Madeira e viajar por mais de cinquenta países de todo o mundo. Já conquistou vários prémios: Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco 2010, Prémio Literário Maria Rosa Colaço 2009, Prémio da União Europeia para a Literatura 2012, Prémio Autores 2011 SPA/RTP; Menção Especial do Prémio Nacional de Ilustração 2011, Lista de Honra do IBBY – Internacional Board on Books for Young People, Prémio Ler/Booktailors – Melhor Ilustração Original, Melhor Livro do Ano da Time Out 2012 e foi finalista dos prémios Fernando Namora e Grande Prémio de Romance e Novela APE, conquistou o Prémio Autores para Melhor Ficção Narrativa, atribuído pela SPA em 2014 e o Prémio Literário Fernando Namora, em 2016, pelo romance Flores.

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Uma Pequena Palavra...

"Algumas obras morrem porque nada valem; estas, por morrerem logo, são natimortas. Outras têm o dia breve que lhes confere a sua expressão de um estado de espírito passageiro ou de uma moda da sociedade; morrem na infância. Outras, de maior escopo, coexistem com uma época inteira do país, em cuja língua foram escritas, e, passada essa época, elas também passam; morrem na puberdade da fama e não alcançam mais do que a adolescência na vida perene da glória. Outras ainda, como exprimem coisas fundamentais da mentalidade do seu país, ou da civilização, a que ele pertence, duram tanto quanto dura aquela civilização; essas alcançam a idade adulta da glória universal. Mas outras duram além da civilização, cujos sentimentos expressam. Essas atingem aquela maturidade de vida que é tão mortal como os Deuses, que começam mas não acabam, como acontece com o Tempo."
Fernando Pessoa, in Heróstrato