História Breve da Lua

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Autor: António Gedeão
Género: Infantil
Coleção: Reino das Letras
Edição: Out/2017
Páginas: 64
ISBN: 9789720717979
Editora: Porto Editora

 

 

Vou contar-vos uma história
que espero que vos agrade.
Diz essa história que outrora
a superfície da Lua
não era como é agora…
Descobre a história (breve) da Lua, nesta divertida peça escrita em verso, com um toque sublime de imaginação.

A Coleção Reino das Letras nasce da vontade de aliar a magia das melhores histórias de todos os tempos à leitura sempre renovada que delas podemos fazer. No Reino das Letras, o rei chama-se Sonho e a rainha Imaginação!

Idade-alvo: 9 aos 12 anos (Leitura recomendada para o 8º ano de escolaridade pelo PNL)

Autor:

António Gedeão, pseudónimo de Rómulo Vasco da Gama Carvalho, nasceu em Lisboa em 1906 e faleceu na mesma cidade, em 1997. Poeta, autor dramático, cientista e historiador, formado em Ciências Físico-Químicas pela Universidade do Porto. Com o seu nome próprio, Rómulo de Carvalho é autor de numerosos volumes de divulgação da cultura científica, publicados, nos anos 50 e 60, na colecção "Ciência para gente nova", da Atlântida nos anos 70, nos "Cadernos de iniciação científica", da Sá da Costa, a que seguiriam nas décadas posteriores vários manuais escolares. Ainda neste domínio, desenvolveu trabalhos de investigação sobre a história da ciência em Portugal.
Como poeta, sob o pseudónimo de António Gedeão, é contemporâneo da geração de "Presença", mas só se revelou na segunda metade do século, sendo saudado, no momento da sua revelação, por David Mourão-Ferreira como uma voz "inteiramente nova" no panorama poético dos anos 50 (cf. Vinte Poetas Contemporâneos , 2ª ed., Lisboa, Ática, 1980, pp. 149-153). Para essa originalidade concorriam, entre outros traços, a incorporação das tradições do primeiro e segundo modernismos, a opção por um estilo rigorosamente cadenciado e ritmado, a expressão da inquietação e angústia colectivas do Homem do pós-guerra ou o recurso frequente a uma terminologia ou imagística provenientes do domínio científico.
Vários dos seus poemas foram também divulgados através da música, como, por exemplo, Calçada de CarricheFala do Homem NascidoLágrima de Preta e Pedra Filosofal, tendo este último, composto e cantado por Manuel Freire, obtido um sucesso invulgar.

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