Histórias às Cores

Autor: António Mota
Ilustração: Paulo Galindro
Edição: Set/2012
Páginas: 32
ISBN: 9789892321431
Editora: Gailivro

 

 


História às Cores
é o trigésimo livro da coleção Obras de António Mota, e um número assim merece um livro especial. António Mota presenteia-nos com oito histórias, brilhantemente ilustradas por Paulo Galindro, que vão fazer as delícias de adultos e graúdos. Abram A Caixa, comam O Melhor Doce do Mundo e não se deixem assustar por A Bruxa, o Fantasma e o Monstro, e deixem-se cercar pelo imaginário maravilhoso que António Mota e Paulo Galindro nos oferecem.

Do autor no Segredo dos Livros:
O Anel Mágico

Autor – António Mota

Autor:

António Mota nasceu em Vilarelho, Ovil, concelho de Baião, em 1957. Em 1979 publicou o seu primeiro livro, intitulado A Aldeia das Flores, e não mais parou de escrever. É atualmente um dos autores mais lidos e premiados da literatura infantojuvenil portuguesa, tendo cerca de noventa títulos publicados, e a sua vasta obra foi, em grande parte, selecionada pelo Plano Nacional de Leitura.
Recebeu vários prémios, dos quais se destacam o Prémio da Associação Portuguesa de Escritores (1983), para O Rapaz de Louredo, o Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens (1990), para Pedro Alecrim, o Prémio António Botto (1996), para A Casa das Bengalas, e o Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens, categoria «Livro Ilustrado» (2004), para Se Eu Fosse Muito Magrinho (com ilustrações de André Letria). Em 2008, foi agraciado pela Presidência da República com a Ordem da Instrução Pública. Em 2014, foi nomeado para o prémio ALMA por ser «um dos mais prolíficos escritores portugueses para a infância e juventude» e por a sua obra ter «a singular qualidade de ser ao mesmo tempo intemporal e universal». A nomeação repetiu-se na edição de 2015 deste que é um dos mais importantes prémios internacionais na área da literatura infantojuvenil.

Autor – Paulo Galindro

Autor:

Paulo Galindro nasceu em 1970. Cresceu menino-pintor em cima de um lençol de papel, ao som das máquinas de impressão da gráfica onde o seu pai António trabalhava. O cheiro das tintas e a imensa brancura do papel despertaram-lhe as vocações de arquiteto, sonhador, artista e astronauta. É autor de diversos livros ilustrados, feitos em parceria com alguns dos mais importantes escritores nacionais e internacionais, como Luís Sepúlveda, António Mota, David Machado, entre outros. Viu a sua obra premiada por diversas vezes. Juntamente com Natalina Cóias criou o coletivo de ilustração Pintarriscos.

Saiba mais em paulogalindro.com

1 comentários
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Comentários

  • Sebastião Barata

    Dezembro 12, 2012 às 17:37
    Responder

    Na contracapa deste livro está escrito: "(...) histórias (...) que vão fazer as delícias de adultos e graúdos".Primeiro pensei:- Ao que chegámos, com as editoras a poupar nas revisões! Deviam querer dizer "miúdos e graúdos".Mas depois questionei o meu pensamento:- Um livro especial, comemorativo... A editora não ia deixar passar uma coisa destas na capa. "Aqui há gato".Li o livro, e repensei:- De facto, não me parecem histórias infantis; o cenário é, realmente, o mundo das crianças, mas o estilo não.E concluí:- Os "graúdos" são os adolescentes e jovens. Por isso, está bem escrever "adultos e graúdos". Ou há mesmo […] Ler Mais...Na contracapa deste livro está escrito: "(...) histórias (...) que vão fazer as delícias de adultos e graúdos".Primeiro pensei:- Ao que chegámos, com as editoras a poupar nas revisões! Deviam querer dizer "miúdos e graúdos".Mas depois questionei o meu pensamento:- Um livro especial, comemorativo... A editora não ia deixar passar uma coisa destas na capa. "Aqui há gato".Li o livro, e repensei:- De facto, não me parecem histórias infantis; o cenário é, realmente, o mundo das crianças, mas o estilo não.E concluí:- Os "graúdos" são os adolescentes e jovens. Por isso, está bem escrever "adultos e graúdos". Ou há mesmo gralha?!...Em resumo: é um livro de pequenos contos divertidos, mas educativos; histórias simples, mas sumarentas. Para crianças dos 10 aos 100 anos... As ilustrações vão na mesma linha.Que o António Mota nos continue a deliciar com as suas histórias, são os meus votos. Read Less

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