O cão que comia a chuva

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Autor: Richard Zimler
Ilustração: Júlio Pomar
Edição: Mai/2016
Páginas: 48
ISBN: 9789720048295
Editora: Porto Editora

 

 

O Zé tem 11 anos e vive em Campo de Ourique, em Lisboa, com os pais, o seu afetuoso e atlético cão Adão e a sua impertinente e preguiçosa gata, Violeta, a narradora da história. O Zé quer ser guarda-redes profissional e flautista mundialmente conhecido, mas quando começa a regressar da escola com pisaduras nos braços e a sangrar do nariz perde o interesse pela música e pelo desporto. Até se recusa a levar o cão e a gata a passear. Será que está com medo de alguma coisa? Porque perdeu o seu sorriso entusiasta?

Quando a Violeta e o Adão finalmente compreendem as razões para a súbita alteração de comportamento do seu «irmão» humano, decidem defendê-lo — não olhando a perigos. Será que encontram a coragem necessária?
O cão que comia a chuva é uma história comovente e cheia de humor sobre o bullying e os seus efeitos devastadores sobre os mais frágeis.

Deste autor no Segredo dos Livros:
A Sétima Porta
A Sentinela
Goa ou o Guardião da Aurora
Meia Noite ou o Princípio do Mundo
Os Anagramas de Varsóvia

Autor:

Richard Zimler nasceu em 1956 em Roslyn Heights, um subúrbio de Nova Iorque. Fez um bacharelato em Religião Comparada na Duke University e um mestrado em Jornalismo na Stanford University. Trabalhou como jornalista durante oito anos, principalmente na região de São Francisco. Em 1990 foi viver para o Porto, onde lecionou Jornalismo, primeiro na Escola Superior de Jornalismo e depois na Universidade do Porto. Tem atualmente dupla nacionalidade, americana e portuguesa. Desde 1996, publicou onze romances, uma coletânea de contos e quatro livros para crianças. A sua obra encontra-se traduzida para 23 países.

Saiba mais em www.zimler.com
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Autor:

Júlio Pomar nasceu em Lisboa, em 1926. Frequentou a Escola de Arte Aplicada António Arroio e a Escola de Belas-Artes do Porto. Lá, integrou um movimento que se auto-intitulava "Os Convencidos da Morte" e organizou a primeira Exposição da primavera, no Ateneu Comercial, com a participação de artistas anti-fascistas. Em 1950, realizou em Lisboa uma exposição individual na Sociedade Nacional de Belas Artes, onde apresentou obras marcantes da pintura portuguesa. Até 1975, o seu trabalho incidiu principalmente no retrato, com recurso ao desenho e à pintura. Substituiu o óleo pelo acrílico. Tem uma Fundação com o seu nome.

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"É fácil que prefiras não escrever, mas sabes quantos olhos estão à espera que continues? É tarde para esses escrúpulos."
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