O Convidador de Pirilampos

 


Autor:
Ondjaki
Ilustrador: António Jorge Gonçalves
Género: Infantil
Edição: Fev/2017
Páginas: 72
ISBN: 9789722128445
Editora: Caminho

 

 

– Não achas que podem ficar tristes, esses pirilampos dentro de uma gaiola que fica dentro do teu quintal?
– Se estivessem tristes, acho que não brilhavam assim.
– E se estiverem a brilhar de tristeza? – perguntou o Avô.
– Não tinha pensado nisso.

Perto da Floresta Grande vive um menino e o seu Avô.
O menino gosta de cientistar coisas: Já inventou um aumentador de caminhos e um convidador de pirilampos.
Fala em código Morse com eles.

Idade alvo: 6 a 10 anos

Deste autor no Segredo dos Livros:
O Voo do Golfinho
O Leão e o Coelho Saltitão
Materiais para Confecção de um Espanador de Tristezas

Autor – Ondjaki

Autor:

Ondjaki nasceu em Luanda em 1977. Prosador. Às vezes poeta. Co-realizou um documentário sobre a cidade de Luanda (Oxalá Cresçam Pitangas – Histórias de Luanda). É membro da União dos Escritores Angolanos. Está traduzido em francês, espanhol, italiano, alemão, inglês, sérvio, sueco e chinês. Prémio Literário Sagrada Esperança 2004 (Angola) e Prémio Literário António Paulouro 2004, com e se amanhã o medo (contos); Grande Prémio de Conto «Camilo Castelo Branco» C. M. de Vila Nova de Famalicão/APE 2007, com os da minha rua; o Grinzane for Africa Prize – Young Writer 2008 (pelo conjunto da obra); Prémio FNLIJ Brasil 2010 com AvóDezanove e o segredo do soviético (romance); Prémio Bissaya Barreto de Literatura para a Infância, 2012, com a bicicleta que tinha bigodes; Prémio José Saramago 2013, com Os Transparentes.

Autor – António Jorge Gonçalves

Autor:

António Jorge Gonçalves nasceu e vive em Lisboa. É um desenhador polifacetado: a sua faceta autoral estende-se pela banda desenhada, o cartoon editorial, o teatro e as suas performances de desenho digital ao vivo. 
Na banda desenhada destacam-se a premiada série FILIPE SEEMS (com Nuno Artur Silva) – cujo album “ANA” é apontado como um ponto de viragem na BD nacional – e as inovadoras novelas gráficas “A ARTE SUPREMA” e “REI” (com Rui Zink). Teve histórias expostas e publicadas em Portugal, Austrália, Coreia do Sul, Espanha, França e Itália.
O seu trabalho mais visível é, neste momento, o cartoon político de tom contundente que desenha todas as semanas para O INIMIGO PÚBLICO (jornal PÚBLICO), pelo qual já foi premiado no WORLD PRESS CARTOON. 
Criou cenografia para várias peças de teatro, entre as quais O QUE DIZ MOLERO e ARTE (encenações de António Feio), O DONO DO NADA (de Amélia Muge), ou COMO FAZER COISAS COM PALAVRAS (com Ricardo Araújo Pereira). 
Nos últimos anos, encontrou no Desenho Digital uma maneira de dar aos seus traços um caráter performativo. Integrou vários espetáculos em Portugal, França, Alemanha, Japão e EUA com músicos, atores e bailarinos, entre os quais, Armando Teixeira, Kalaf, Amélia Bentes, Amélia Muge, Micro Audio Waves, Gino Robair, Gustavo Matamoros, Ellen Fullman, Mário Laginha e Bernardo Sassetti.

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