Pinguim

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Autor: António Mota
Ilustração: Alberto Faria
Género: Infantil
Edição: Ago/2017
Páginas: 48
ISBN: 9789892339559
Editora: ASA

 

 

Numa noite de dezembro, o Carlos encontrou, no alpendre, uma caixa de sapatos que abrigava um surpreendente animal.
Com a colaboração do avô Ramiro, o Carlos acolhe e alimenta o bicho; e dá-lhe um nome carregado de afeto e tolerância: Pinguim!

Plano Nacional de Leitura: Livro recomendado para o 3º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada.

Deste autor no Segredo dos Livros:
Lá de Cima, Cá de Baixo
Onde Tudo Aconteceu
A Casa da Janela Azul
Trocas e Baldrocas
Histórias às Cores
O Anel Mágico

Autor:

António Mota nasceu em Vilarelho, Ovil, concelho de Baião, em 1957. Em 1979 publicou o seu primeiro livro, intitulado A Aldeia das Flores, e não mais parou de escrever. É atualmente um dos autores mais lidos e premiados da literatura infantojuvenil portuguesa, tendo cerca de noventa títulos publicados, e a sua vasta obra foi, em grande parte, selecionada pelo Plano Nacional de Leitura.
Recebeu vários prémios, dos quais se destacam o Prémio da Associação Portuguesa de Escritores (1983), para O Rapaz de Louredo, o Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens (1990), para Pedro Alecrim, o Prémio António Botto (1996), para A Casa das Bengalas, e o Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens, categoria «Livro Ilustrado» (2004), para Se Eu Fosse Muito Magrinho (com ilustrações de André Letria). Em 2008, foi agraciado pela Presidência da República com a Ordem da Instrução Pública. Em 2014, foi nomeado para o prémio ALMA por ser «um dos mais prolíficos escritores portugueses para a infância e juventude» e por a sua obra ter «a singular qualidade de ser ao mesmo tempo intemporal e universal». A nomeação repetiu-se na edição de 2015 deste que é um dos mais importantes prémios internacionais na área da literatura infantojuvenil.

Autor:

Alberto Faria nasceu em Lisboa em 1966. É diretor de arte e ilustrador. Trabalhou nas agências Young & Rubican, BBDO e Brandia Central, entre outras e ilustrou para a Amnistia Internacional, para jornais e revistas como O Público, Diário de Notícias, O Independente, Elle, Ler, Evasões e Volta ao Mundo e para as editoras Gailivro, Cotovia, Caminho, Texto Editores, Sebenta, Edições Eterogémeas, Abysmo, La Vanguardia e Leya Brasil.
Foi premiado nos festivais de publicidade RTC, Diário de Notícias, CCP, Épica, ADCE, El Ojo, Sinos, Prisma Awards, Prémios Sapo e Prémios de Eficácia, entre outros. Participou em 19 exposições coletivas e foi autor de sardinhas premiadas nas Festas de Lisboa em 2013, 2014 e 2015. Participou em mais de 20 exposições coletivas.

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