Sou do Tamanho do Que Vejo – Antologia de Poesia

Autor: Fernando Pessoa
Ilustração:
Jaime Ferraz
Género: Infantil
Edição: Set/2019
Páginas: 96
ISBN: 9789898864932
Editora: Fábula

 

 

Poemas de Fernando (que era mais do que uma) Pessoa.
Fernando Pessoa é uma das personalidades fundamentais da Literatura Portuguesa. Os mais jovens ouvem o seu nome e deparam-se desde cedo com a sua imagem, mas é comum só conhecerem os textos que ele escreveu quando têm de os estudar na escola.
E se ler é maçada, estudar é nada, este livro, ilustrado pelo talentoso Jaime Ferraz, pretende justamente revelar-lhes o poeta e mostrar-lhes como é bom ler só por prazer.

No seu texto introdutório, a escritora Carla Maia de Almeida apresenta-nos este homem complexo e misterioso, cuja obra é hoje conhecida e admirada em todo o mundo.
Edição especial com encadernação em capa dura

Espreita o livro por dentro aqui.

Idade-alvo: A partir dos 9 anos

Deste autor no Segredo dos Livros:
Antinous e outros poemas em inglês
Não a Ti, Cristo, Odeio ou Menos Prezo
Poesia – Antologia Mínima
Sobre a Arte Literária
Tenho Medo de Partir – Um Livro de Viagens
Fausto (Edição de Carlos Pittella)
Lisboa Revisitada | Lisbon Revisited
Absinto, Ópio, Tabaco e Outros Fumos
Mensagem
Prosa Íntima e de Autoconhecimento
A porta e outras ficções
Quando Fui Outro
Teatro Estático
Novelas Policiárias: uma antologia

Autor – Fernando Pessoa

Autor:

Fernando Pessoa, um dos maiores génios poéticos de toda a nossa Literatura e um dos poucos escritores portugueses mundialmente conhecidos, nasceu em Lisboa em 1888 (onde virá a falecer) e aos 7 anos partiu para a África do Sul com a sua mãe e o padrasto, que foi cônsul em Durban. Aqui fez os estudos secundários, obtendo resultados brilhantes. Em fins de 1903 faz o exame de admissão à Universidade do Cabo. Com esta idade (15 anos) é já surpreendente a variedade das suas leituras literárias e filosóficas. Em 1905 regressa definitivamente a Portugal; no ano seguinte matricula-se, em Lisboa, no Curso Superior de Letras, mas abandona-o em 1907. Decide depois trabalhar como “correspondente estrangeiro”. Em 1912 estreia-se na revista A Águia com artigos de natureza ensaística. 1914 é o ano da criação dos três conhecidos heterónimos – Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis. Em 1915 lança, com Mário de Sá-Carneiro, José de Almada-Negreiros e outros, a revista “Orpheu“, que dá origem ao Modernismo. Entre a fundação de algumas revistas, a colaboração poética noutras, a publicação de alguns opúsculos e o discreto convívio com amigos, divide-se a vida pública e literária deste poeta. 
Pessoa marcou profundamente o movimento modernista português, quer pela produção teórica em torno do sensacionismo, quer pelo arrojo vanguardista de algumas das suas poesias, quer ainda pela animação que imprimiu à revista “Orpheu” (1915). No entanto, quase toda a sua vida decorreu no anonimato. Quando morreu, em 1935, publicara apenas um livro em português, “Mensagem” (no qual exprime poeticamente a sua visão mítica e nacionalista de Portugal), e deixou a sua famosa arca recheada de milhares de textos inéditos.

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