Trocas e Baldrocas

Autor: António Mota
Ilustrador: Júlio Vanzeler
Género: Infantil
Edição: Jan/2017
Páginas: 32
ISBN: 9789892337302
Editora: ASA

 

Era uma vez um gato vadio que comia o que encontrava. Um dia meteu-se com uma raposa e acabou por lhe arrancar o rabo… e assim começa esta história tradicional, recontada por António Mota.

Plano Nacional de Leitura – Livro recomendado para o 2º ano de escolaridade, destinado a leitura autónoma.

Idade alvo: 7 a 8 anos

Deste autor no Segredo dos Livros:
Histórias às Cores
O Anel Mágico

Autor – António Mota

Autor:

António Mota nasceu em Vilarelho, Ovil, concelho de Baião, em 1957. Em 1979 publicou o seu primeiro livro, intitulado A Aldeia das Flores, e não mais parou de escrever. É atualmente um dos autores mais lidos e premiados da literatura infantojuvenil portuguesa, tendo cerca de noventa títulos publicados, e a sua vasta obra foi, em grande parte, selecionada pelo Plano Nacional de Leitura.
Recebeu vários prémios, dos quais se destacam o Prémio da Associação Portuguesa de Escritores (1983), para O Rapaz de Louredo, o Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens (1990), para Pedro Alecrim, o Prémio António Botto (1996), para A Casa das Bengalas, e o Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens, categoria «Livro Ilustrado» (2004), para Se Eu Fosse Muito Magrinho (com ilustrações de André Letria). Em 2008, foi agraciado pela Presidência da República com a Ordem da Instrução Pública. Em 2014, foi nomeado para o prémio ALMA por ser «um dos mais prolíficos escritores portugueses para a infância e juventude» e por a sua obra ter «a singular qualidade de ser ao mesmo tempo intemporal e universal». A nomeação repetiu-se na edição de 2015 deste que é um dos mais importantes prémios internacionais na área da literatura infantojuvenil.

Autor – Júlio Vanzeler

Autor:

Júlio Vanzeler fez o curso de Design e Ilustração do CITEM, onde depois deu aulas de ilustração e desenho de figura. Colabora regularmente com o Teatro e Marionetas do Porto como ilustrador e designer de marionetas. “A princípio, o seu meio de eleição era a aguarela. A ilustração por meios digitais surgiu mais tarde. Apesar de não usar os meios plásticos tradicionais, as suas ilustrações não perdem personalidade, não se tornam ‘computorizadas’, como se poderia ser levado a crer – o meio digital abre-lhe possibilidades, não as restringe (…) O estilo e traço específicos podem variar, bem como a temática e o público-alvo do produto final, mas raramente surgem dúvidas de que estamos perante algo ‘100% Vanzeler’: uma certa atmosfera perpassa as suas ilustrações.” (Revista Periférica)

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