Como Escrever (Tudo) em Português Correto

Autora: Sara de Almeida Leite
Género: Manuais / Prontuários de Língua Portuguesa
Edição: Mar/2017
Páginas: 304
ISBN: 9789898818829
Editora: Manuscrito

 

 

No dia a dia, na escola, no trabalho ou na vida familiar são vários os textos que temos de redigir: um pequeno recado, uma redação, uma ficha de leitura, um resumo da matéria, a ata da escola ou da reunião de condomínio, uma carta formal de apresentação e um curriculum vitae, um relatório para apresentar no trabalho, um requerimento formal ou simplesmente porque nos queremos aventurar na escrita e elaborar um poema ou um conto. Todos nós escrevemos. Mas será que escrevemos de forma correta?

Há regras básicas que é preciso seguir para escrevermos os nossos textos, em bom português, para que cumpram o seu objetivo, sejam legíveis e não atropelem a gramática.
– Como organizar e planificar uma composição?
– Que vocabulário devo utilizar em cada tipo de texto?
– Quais os erros mais comuns de pontuação e ortografia que devo evitar?
– Como transmitir as minhas ideias da melhor forma através dos meus textos?
– Que cuidados devo ter quando redijo uma carta de apresentação?
Sara Almeida Leite, professora de português e consultora linguística responde-lhe a estas e outras questões neste guia completo e prático para melhorar as suas competências de expressão escrita. Ao longo destas páginas, encontra um conjunto de informações, ferramentas, estratégias, exercícios e modelos que o orientarão desde o início até ao fim do processo de redação de qualquer texto.

Autor – Sara de Almeida Leite

Autora:

Sara de Almeida Leite é doutorada em Estudos Portugueses, especialidade de Ensino do Português, mestre em Estudos Anglo-Portugueses e licenciada em Línguas e Literaturas Modernas, variante de Português e Inglês. Fez a sua formação académica na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, onde também lecionou Literatura Portuguesa.
É docente no ISEC Lisboa (Instituto Superior de Educação e Ciências) desde 1996 e tem publicado diversos artigos e livros sobre língua portuguesa e ensino da literatura. Faz traduções e ilustrações, é consultora do Ciberdúvidas da Língua Portuguesa e colaborou nos programas radiofónicos Páginas de Português (Antena 2) e Língua de Todos (RDP África).

1 comentários
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Comentários

  • Sebastião Barata

    Julho 31, 2017 às 11:52
    Responder

    Tinha eu, talvez, 15 anos, quando me veio parar à mão um livrinho que era o manual de uma disciplina que fazia parte do plano do curso que frequentava. Chama-se "[i]Elementos de Composição Literária[/i]", o seu autor é Abel Guerra, um erudito jesuíta e a editora a Livraria Apostolado da Imprensa (Porto - 5ª edição - 1960). Desfiz-me de muitos livros escolares, ato de que hoje me arrependo, mas mantenho este religiosamente e, de vez em quando, folheio-o e colho sempre mais alguns ensinamentos importantes.Lá voltei agora, com redobrada saudade, depois de ler este "[i]Como Escrever em Português Correto[/i]", da […] Ler Mais...Tinha eu, talvez, 15 anos, quando me veio parar à mão um livrinho que era o manual de uma disciplina que fazia parte do plano do curso que frequentava. Chama-se "[i]Elementos de Composição Literária[/i]", o seu autor é Abel Guerra, um erudito jesuíta e a editora a Livraria Apostolado da Imprensa (Porto - 5ª edição - 1960). Desfiz-me de muitos livros escolares, ato de que hoje me arrependo, mas mantenho este religiosamente e, de vez em quando, folheio-o e colho sempre mais alguns ensinamentos importantes.Lá voltei agora, com redobrada saudade, depois de ler este "[i]Como Escrever em Português Correto[/i]", da autoria de outra especialista, professora e apaixonada pelo bom uso da linguagem escrita e da correta utilização da nossa Língua, que tantos e tão bons cultores tem tido ao longo dos séculos. Foi, certamente, esta paixão que a levou a escrever este livro que se destina a ajudar todos aqueles que escrevem em português, no seu dia a dia. E a verdade é que somos todos nós, tanto aqueles que se limitam a escrever coisas simples, como um bilhete que deixam em cima da mesa a avisar que não vêm jantar ou deixam no Facebook uns [i]posts[/i] de reação contra os políticos, como aqueles que, por imperativo profissional, produzem textos do mais variado tipo, como cartas ou [i]e-mails[/i], requerimentos ou relatórios, convocatórias ou atas de reuniões. A autora pensou também nos jornalistas que escrevem notícias, crónicas, entrevistas ou fazem recensões críticas de livros ou filmes. Também não esqueceu os estudantes que precisam de saber como redigir uma composição ou resumo, escrever uma tese ou elaborar o seu [i]curriculum vitae[/i]. Finalmente, dirige-se também àqueles que sonham escrever um romance, as suas memórias ou publicar os seus poemas. A todos estes grupos o livro se dirige e a todos a sua leitura vai ser útil.Não se trata de um ensaio ou de algo de leitura complicada e destinado a estudiosos, mas de um simples manual acessível ao cidadão comum. Os conceitos são sempre acompanhados de exemplos do bom ou mau uso da língua e terminam com uma proposta de exercício que o leitor poderá ou não fazer, seja para testar os seus conhecimentos, seja para os aprofundar.Não querendo entrar muito em pormenores do conteúdo, direi, no entanto, que o livro, no meu entender, se divide em três partes (para além de 2 capítulos iniciais, onde a autora mostra porque é útil saber escrever corretamente):- Na 1ª parte (capítulos 3 a 6), dá dicas genéricas sobre as características que um texto deve ter em função da sua finalidade, sobre como procurar e organizar as ideias e os erros a evitar - sejam de ortografia, pontuação, acentuação, sintaxe, etc.;- A 2ª parte (capítulo 7) detém-se sobre os 20 tipos de de texto mais comuns - a que já fiz referência atrás - alertando para as características apresentadas na 1ª parte que são típicas de cada um deles;- Na 3ª parte (capítulo 8), a autora insiste, e com toda a razão, num aspeto que eu considero especialmente pertinente nos tempos que correm: a revisão. Seja porque hoje tudo se faz a correr e a antecipação é um fator de sucesso (por exemplo na imprensa em papel ou digital), seja por falta de cuidado ou preguiça (aqui lembro especialmente o que é escrito nas redes sociais), seja porque o ofício de revisão é hoje subestimado ou considerado um luxo para a sua utilidade prática (estou a pensar nas obras literárias), a verdade é que gralhas, frases mal construídas, erros ortográficos e outros atropelos à Língua são o "pão nosso de cada dia". Se, em alguns casos, é preciso pagar a revisão, a verdade é que todos deviam ser revisores dos seus textos e isso, geralmente, quase não iria roubar tempo. Pense, por exemplo, quanto lhe demoraria a reler o que escreveu numa resposta a um [i]post[/i] no Facebook, antes de clicar na tecla [i]enter[/i].Passo muito do meu tempo a ler textos, seja em livros, crónicas ou notícias na imprensa, em rodapés nos noticiários televisivos, para já não falar da desgraça que é a maioria das publicações nas redes sociais ou em [i]websites[/i] e blogues (por vezes recensões a livros ou filmes escritas por quem teria obrigação de escrever um pouco melhor) que me dão vontade de arrancar os cabelos - se ainda o tivesse, claro.Espero que as minhas queixas não se apliquem aos meus comentários (não tenho a coragem de lhes chamar recensões, porque não me considero um crítico literário abalizado) ou que, pelo menos, a leitura deste livro me tenha ajudado a fazê-los melhor do que fazia até agora. E deixo um incentivo a todos os que tiveram a paciência de chegar até aqui: leiam este livro e não se vão arrepender. Sejamos ou não preocupados com a pureza da escrita, todos desejamos fazer boa figura e ser louvados pela correção daquilo que escrevemos, ainda que seja o [i]e-mail[/i] para o chefe a desculparmo-nos pela falta ao trabalho nesta segunda-feira de preguiça... Read Less

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