Os Dias em que Portugal foi Feliz

 

 

Autora: Elizabete Agostinho
Género: História de Portugal / Efemérides
Edição: Mar/2017
Páginas: 304
ISBN: 9789897022562
Editora: Guerra & Paz

 

 

O que têm em comum o dia 25 de Julho de 1139, 27 de Junho 1214, 22 de Abril de 1500, 1 de Dezembro de 1640, 26 de Maio de 1969, 25 de Abril de 1974 e 10 de Julho de 2016?
Foram todos dias em que os portugueses experimentaram uma espontânea e absolutamente genuína sensação de felicidade!

Existem dias que marcaram de felicidade a história de Portugal e são esses muitos momentos que se celebram neste livro, assumidamente optimista e com um quê de nacionalismo positivo e humanista.

Autora:

Elizabete Agostinho nasceu em Paris, onde viveu até aos 18 anos. Mas o desejo de voar pelas próprias asas trouxe-a até Coimbra, para tirar o curso de Jornalismo na Faculdade de Letras. Foi em Portugal que decidiu viver, apesar de ter passado por Liverpool e Barcelona. Jornalista e tradutora, coordenou o livro As Grandes Cartas de Amor, editado pela Guerra e Paz, e dedica grande parte do seu tempo ao cinema, a sua outra grande paixão. Sempre sentiu necessidade de contar estórias, seja através do jornalismo ou da ficção. A experiência do divórcio e a procura compulsiva de informação para enfrentar essa experiência de vida foi o ponto de partida para o seu livro Feliz Divórcio - Manual de Instruções.

Tem de iniciar sessão para submeter o seu comentário.

Últimas Opiniões

  • A Ilustre Casa de Ramires
    NOTA: Este comentário contém spoilers (*** não leia se pretender ainda ler o livro ***) Após 2 ou ...
  • 28.06.2020 09:42
  • Imortal (José Rodrigues dos Santos)
    Acabei (finalmente) de ler o mais recente livro de José Rodrigues dos Santos - Imortal que trata de um ...
  • 01.06.2020 23:30
  • O Túmulo do Mestre
    Ótimo livro para se ler num fim de semana! Li-o em duas tardes. Os capítulos não são grandes, pelo ...
  • 19.04.2020 19:03

Últimos Tópicos

Uma Pequena Palavra...

“Dos muitos universos que o homem não recebeu em dom da natureza mas que forjou para si próprio, extraindo-os do seu espírito, o universo dos livros é o mais vasto.”
Hermann Hesse in Uma Biblioteca da Literatura Universal