Quando Eu Era Invisível

 

 

Autor: Martin Pistorius
Edição: Set/2015
Páginas: 280
ISBN: 9789898086594
Editora: Nascente

 

 

 

Até aos 12 anos, Martin Pistorius era um menino igual aos outros. Nada fazia adivinhar que um dia adoeceria gravemente e que em pouco tempo deixaria de andar e falar. Para os médicos, fruto de uma doença neurológica degenerativa desconhecida, Martin tinha entrado em estado vegetativo. Mais dois anos de vida era o melhor que os pais podiam esperar. Martin tinha então 14 anos.
Mas lentamente, Martin foi recuperando a consciência. A sua mente, contudo, estava encurralada dentro de um corpo inútil, cujos braços e pernas não obedeciam e cuja voz se mantinha muda, incapaz de emitir um som. Martin, aos 16 anos, sentia-se invisível, suportando o seu segredo como uma testemunha silenciosa do mundo que o rodeava, vendo a vida passar numa sucessão de dias idênticos.

Depois de 12 anos de encarceramento, Martin conheceu Virna, uma terapeuta que viu para além do corpo preso a uma cadeira de rodas e que apenas movia os olhos. Viu um ser humano na plena posse das suas faculdades mentais. Este foi apenas o princípio de um extraordinário renascimento e o primeiro impulso para que Martin despertasse, gradualmente, para a vida. De um menino que dependia completamente dos outros, Martin Pistorius transformou-se num homem independente, que se licenciou, conseguiu um emprego e casou com o amor da sua vida.

Leia as primeiras páginas aqui.

Autor:

O testemunho de Martin Pistorius no seu livro Quando Eu Era Invisível é uma lição de vida e um hino à força interior e à coragem. Uma criança normal até aos 12 anos, contraíu uma doença que o colocou em estado vegetativo durante 12 anos. Êxito de vendas em todo o mundo, o livro está publicado em mais de 25 países.

Veja aqui o booktrailer:

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Uma Pequena Palavra...

"Algumas obras morrem porque nada valem; estas, por morrerem logo, são natimortas. Outras têm o dia breve que lhes confere a sua expressão de um estado de espírito passageiro ou de uma moda da sociedade; morrem na infância. Outras, de maior escopo, coexistem com uma época inteira do país, em cuja língua foram escritas, e, passada essa época, elas também passam; morrem na puberdade da fama e não alcançam mais do que a adolescência na vida perene da glória. Outras ainda, como exprimem coisas fundamentais da mentalidade do seu país, ou da civilização, a que ele pertence, duram tanto quanto dura aquela civilização; essas alcançam a idade adulta da glória universal. Mas outras duram além da civilização, cujos sentimentos expressam. Essas atingem aquela maturidade de vida que é tão mortal como os Deuses, que começam mas não acabam, como acontece com o Tempo."
Fernando Pessoa, in Heróstrato