«Os filhos da meia-noite», de Salman Rushdie, eleito o melhor romance premiado com o Booker Award

O romance Os Filhos da meia-noite, de Salman Rushdie, foi escolhido, pela segunda vez em 15 anos, como o melhor dos livros vencedores do Booker Award, um dos mais prestigiosos prémios literários do Reino Unido.

Anunciada hoje durante o Festival de Literatura de Londres, a distinção atribuída ao livro de Rushdie marca o quadragésimo aniversário do Booker.

Já no vigésimo quinto aniversário do prémio, Os filhos da meia-noite tinha sido apontado, por votação online, como o «Booker of Bookers», ou seja, o melhor dos livros até hoje distinguidos com este prémio.

Os votantes escolheram o livro de Rushdie de uma lista de seis previamente preparada por Victoria Glendinning, escritora e crítica, Mariella Frostrup, escritora, e John Mullan, professor de inglês na University College London: além de Os filhos da meia-noite,The Ghost Road, de Pat Barker (1995), Oscar e Lucinda, de Peter Carey (1988), Desgraça, de JM Coetzee (1999), "O conservador", de Nadine Gordimer (1974), The Siege of Krishnapur, de JG Farrell (1973).

Em Chicago para o lançamento do seu mais recente romance, The enchantress of Florence, Rushdie agradeceu por vídeo-mensagem a escolha dos leitores e assegurou ter vivido, ao saber dela, «um maravilhoso momento».

Os filhos da meia-noite, publicado em 1981 e ainda hoje considerado o mais conseguido romance de Rushdie, centra-se na Índia pós-colonial e é narrado por um homem nascido às 00h00 horas do dia em que o país se tornou independente.

Lusa/SOL

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