Ouvir, 59 minutos de imersão poética

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Ouvir, 59 minutos de imersão poética na Casa Comum da Universidade do Porto
Ciclo mensal dedicado à poesia junta Porto Editora e Universidade do Porto e estreia a 28 de janeiro.

No próximo dia 28 de janeiro, terça-feira, às 18h30, a Casa Comum da Universidade do Porto (edifício da Reitoria, à Praça Gomes Teixeira) recebe a abertura de um novo ciclo mensal dedicado à poesia. Ouvir, 59 minutos de imersão poética é o nome deste evento e a primeira sessão é protagonizada pelos poetas João Gesta e João Habitualmente.

Numa experiência imersiva, propõe-se que os participantes assumam a condição de viajantes num rio sonoro, privilegiando a audição como sentido crítico. Ao final da tarde, esta sala transforma-se numa câmara de reverberação de versos, palavras, poemas. Os participantes são convidados a explorar este espaço, desligando-se e despojando-se de quase todos os sentidos para permitir o estreitamento do foco apenas na audição. Sentados ou deitados em almofadas, o início da viagem é marcado por uma narrativa sonora inspirada no universo do autor convidado e elaborada por estudantes do Mestrado em Multimédia da Faculdade de Engenharia da U.Porto. Com a atmosfera criada por esta introdução segue-se a audição de uma gravação de poemas dos protagonistas da sessão.

Os 59 minutos da sessão ficam completos após uma conversa entre a vice-reitora da Universidade do Porto, Fátima Vieira, e os poetas convidados.

Este ciclo mensal dedicado à Poesia tem já datas marcadas para todo o ano de 2020: 28 de janeiro, 11 fevereiro, 17 de março, 4 de abril (um sábado, em que se comemora o primeiro aniversário da Casa Comum), 19 de maio, 9 de junho, 14 de julho, 6 de outubro, 3 de novembro e 15 de dezembro.

Esta iniciativa é uma parceria entre a Porto Editora – responsável pela programação e curadoria do evento – e a Universidade do Porto.

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Uma Pequena Palavra...

"Algumas obras morrem porque nada valem; estas, por morrerem logo, são natimortas. Outras têm o dia breve que lhes confere a sua expressão de um estado de espírito passageiro ou de uma moda da sociedade; morrem na infância. Outras, de maior escopo, coexistem com uma época inteira do país, em cuja língua foram escritas, e, passada essa época, elas também passam; morrem na puberdade da fama e não alcançam mais do que a adolescência na vida perene da glória. Outras ainda, como exprimem coisas fundamentais da mentalidade do seu país, ou da civilização, a que ele pertence, duram tanto quanto dura aquela civilização; essas alcançam a idade adulta da glória universal. Mas outras duram além da civilização, cujos sentimentos expressam. Essas atingem aquela maturidade de vida que é tão mortal como os Deuses, que começam mas não acabam, como acontece com o Tempo."
Fernando Pessoa, in Heróstrato