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Novos autores da Porto Editora

Luis Sepúlveda, Rosa Montero e João Aguiar entre novos autores da Porto Editora

Lisboa, 08 Jul (Lusa) - Luis Sepúlveda, Rosa Lobato de Faria, Sveva Casati Modignani, Rosa Montero e João Aguiar são os primeiros autores que a Divisão Editorial Literária de Lisboa (DEL-L) da Porto Editora vai editar, a partir de Setembro.

"É um projecto de literatura geral, numa perspectiva muito democrática da edição, ou seja, de tentar publicar livros para todo o tipo de leitor", disse hoje à Lusa o director editorial da DEL-L, Manuel Alberto Valente, na sessão de apresentação do novo catálogo da editora.

Manifestando a intenção de "cobrir vários níveis de leitura, de pessoas com diferentes critérios de exigência", o responsável anunciou hoje os primeiros títulos da editora, que publicará dois livros por mês até ao final do ano.

Serão eles "A Lâmpada de Aladino e Outras Histórias para Vencer o Esquecimento", do chileno Luis Sepúlveda, "As Esquinas do Tempo", de Rosa Lobato de Faria, "Feminino Singular", da italiana Sveva Casati Modignani, "Instruções para Salvar o Mundo", da espanhola Rosa Montero, e "o Priorado do Cifrão", de João Aguiar.

O sexto título que a editora vai lançar este ano, em Novembro, "O Silêncio dos Outros", da autoria de Lydia Gouardo, será o primeiro de uma nova chancela, a Pelicano, dedicada a temas de actualidade, histórias reais.

"É neste momento um dos grandes sucessos editoriais em França e que relata um caso passado em França muito semelhante àquele caso famoso muito mediatizado na Áustria, de um pai que faz filhos à própria filha", indicou.

No próximo ano, outro dos autores que a editora vai publicar será o romancista espanhol Arturo Pérez-Reverte, revelou Manuel Alberto Valente, frisando que haverá também uma aposta em novos autores de língua portuguesa.

Os primeiros cinco autores que a DEL-L da Porto Editora vai publicar eram, até agora, editados em Portugal pela ASA, em que Manuel Alberto Valente trabalhou nos últimos 17 anos.

"E outros virão", afirmou o responsável, frisando que "a fidelidade dos autores normalmente não é às editoras, porque a editora é uma coisa abstracta, mas aos editores, às pessoas concretas que trabalharam com eles ao longo dos anos, de quem eles se tornaram cúmplices e, muitas vezes, amigos".

Sobre os critérios de escolha dos autores e títulos a publicar, o director editorial da nova divisão da Porto Editora explicou que "a edição passa muito por uma questão de sensibilidade".

"Se fosse uma coisa científica, se se soubesse cientificamente quais os livros que vendem, a edição seria uma coisa fácil", observou.

A Porto Editora já se tinha iniciado na publicação de ficção em 2006 - através da sua Divisão Editorial Literária do Porto (DEL-P), que coexistirá com a de Lisboa - com títulos como "A Herança do Vazio", de Kiran Desai, obra vencedora do prémio Booker 2006.

"Haverá uma autonomia total de trabalho [entre as duas divisões]. Vamos trabalhar sem nos atropelarmos, ou seja, criámos mecanismos que impedem, por exemplo, que as duas divisões estejam ao mesmo tempo a licitar ou a lutar pelo mesmo título", explicou Manuel Valente.

Até ao final de Julho, a editora vai criar um blogue para divulgar as suas iniciativas.

Fundada em 1944, a Porto Editora, tradicionalmente dedicada ao livro escolar, teve em 2007 um volume de negócios estimado em 85 milhões de euros.

ANC.

Lusa/fim

Fonte: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=966034

Excertos de mais de mil títulos disponíveis ainda este ano: Grupo Leya vai lançar no Google consulta

 

 

Excertos de mais de mil títulos disponíveis ainda este ano: Grupo Leya vai lançar no Google consulta de obras de autores portugueses

10.07.2008 - 12h58 Lusa


O grupo editorial Leya vai disponibilizar este ano excertos de obras de autores portugueses na Internet, no âmbito de uma parceria com o portal Google, para cativar mais leitores e promover os escritores a nível internacional.

Hoje, na apresentação pública desta parceria, o administrador-delegado do grupo Leya, Isaías Gomes Teixeira, sublinhou que este acordo com a Google irá reforçar a estratégia de liderança da empresa no mercado da Língua Portuguesa.

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«Os filhos da meia-noite», de Salman Rushdie, eleito o melhor romance premiado com o Booker Award


O romance Os Filhos da meia-noite, de Salman Rushdie, foi escolhido, pela segunda vez em 15 anos, como o melhor dos livros vencedores do Booker Award, um dos mais prestigiosos prémios literários do Reino Unido.


Anunciada hoje durante o Festival de Literatura de Londres, a distinção atribuída ao livro de Rushdie marca o quadragésimo aniversário do Booker.

Já no vigésimo quinto aniversário do prémio, Os filhos da meia-noite tinha sido apontado, por votação online, como o «Booker of Bookers», ou seja, o melhor dos livros até hoje distinguidos com este prémio.

Os votantes escolheram o livro de Rushdie de uma lista de seis previamente preparada por Victoria Glendinning, escritora e crítica, Mariella Frostrup, escritora, e John Mullan, professor de inglês na University College London: além de Os filhos da meia-noite,The Ghost Road, de Pat Barker (1995), Oscar e Lucinda, de Peter Carey (1988), Desgraça, de JM Coetzee (1999), "O conservador", de Nadine Gordimer (1974), The Siege of Krishnapur, de JG Farrell (1973).

Em Chicago para o lançamento do seu mais recente romance, The enchantress of Florence, Rushdie agradeceu por vídeo-mensagem a escolha dos leitores e assegurou ter vivido, ao saber dela, «um maravilhoso momento».

Os filhos da meia-noite, publicado em 1981 e ainda hoje considerado o mais conseguido romance de Rushdie, centra-se na Índia pós-colonial e é narrado por um homem nascido às 00h00 horas do dia em que o país se tornou independente.

Lusa/SOL

Uma Pequena Palavra...

"Começada um dia a leitura, impõe-se levá-la até ao fim. Assim me educaram e nessa pertinência me reconheço. Propus-me um livro? Há que lê-lo!"
Mário de Carvalho in Um deus passeando pela brisa da tarde

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