Prémio Leya 2017 aceita originais até 30 de abril

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Está aberto o concurso para a apresentação de obras ao Prémio LeYa 2017. Serão admitidas a concurso as obras inéditas de ficção literária em português, que derem entrada na morada indicada no respetivo Regulamento, até ao dia 30 de abril de 2017, ou que, sendo enviadas por correio, tenham essa data no carimbo dos correios. Com características únicas pela sua especificidade e valor, o Prémio LeYa foi criado em 2008 com o objetivo de distinguir um romance inédito e ainda não premiado, escrito em Língua Portuguesa.

A procura de novos talentos da língua portuguesa e a sua promoção internacional são prioridades da LeYa. "É nossa convicção que o grande crescimento e enriquecimento das literaturas de língua portuguesa nos últimos anos justificam inteiramente, e até exigem, a existência de um prémio desta natureza; a notável adesão de concorrentes de todo o mundo lusófono é sinal do interesse que o Prémio gerou junto do público leitor e de toda a comunidade dos escritores de língua portuguesa", declara a Leya no seu portal de internet.

É também de grande importância para os autores a garantia de edição da obra premiada por uma das chancelas do Grupo LeYa, assim como o valor monetário de 100 mil euros, o maior de todos os prémios de Língua Portuguesa. "A LeYa divulga o prémio e os seus vencedores em Portugal e em toda a vasta área geográfica da língua portuguesa, porque essa é verdadeiramente a sua vocação e o seu campo de ação como grupo editorial", acrescenta.

O Prémio LeYa foi atribuído pela primeira vez em 2008 ao romance "O rastro do Jaguar", do escritor brasileiro Murilo Carvalho. Nos anos seguintes foram atribuídos a "O Olho de Hertzog", do moçambicano João Paulo Borges Coelho (2009), a "O teu rosto será o último", de João Ricardo Pedro (2011), a "Debaixo de algum céu", de Nuno Camarneiro (2012). Em 2013, foi atribuído pela primeira vez a uma mulher, a escritora Gabriela Ruivo Trindade, pelo romance de estreia "Uma outra voz". Em 2014 o júri atribuiu o prémio A "O meu irmão", de Afonso Reis Cabral, e em 2015 a "O coro dos defuntos", de António Tavares. Em 2010 e 2016, o júri decidiu não atribuir o Prémio, por entender que as obras a concurso não correspondiam à importância e ao prestígio do Prémio LeYa no âmbito das literaturas de língua portuguesa.

Se escreve em Português, qualquer que seja a sua nacionalidade, e tem um romance pronto a editar, inscreva-se. Pode fazê-lo até 30 de abril, seguindo os passos previstos no Regulamento . Quem sabe se não é a sua oportunidade de se dar a conhecer e começar uma carreira literária de sucesso?

Consulte o Regulamento do Prémio LeYa 2017 aqui.

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Alberto S. Santos, in Para lá de Bagdad