|
A Sociedade Medieval Portuguesa |
|
|
Escrito por Sebastião Barata
|
|
Terça, 21 Setembro 2010 17:43 |
|
 Autor: A.H. de Oliveira Marques Edição: Set/2010 Páginas: 352 + 52 extratextos a cores Editora: Esfera dos Livros
«A Sociedade Medieval Portuguesa torna-se “uma Bíblia”. Ninguém discorreu sobre as funções e os ritmos de trabalho do homem medieval, sobre as suas condições de habitabilidade, higiene ou saúde, sobre as suas manifestações exteriores de vestuário e mesa, sobre os seus afectos e crenças, sobre os seus valores culturais ou distracções ou sobre os seus modos de encarar a morte, sem recorrer a essa obra fundamental.
|
|
Actualizado em Segunda, 29 Novembro 2010 18:34 |
|
A Chave Maldita |
|
|
Escrito por Sebastião Barata
|
|
Terça, 21 Setembro 2010 16:48 |
|
 Autor: James Rollins Edição: Set/2010 Páginas: 400 Editor: Difel
Universidade de Princeton. Um geneticista famoso morre num laboratório biológico de alta segurança. Em Roma, um arqueólogo do Vaticano é encontrado morto na Basílica de São Pedro. Em África, o filho de um senador americano é morto num acampamento da Cruz Vermelha. Três assassinatos em três continentes têm uma ligação terrível: todas as vítimas estão marcadas por uma cruz pagã druida, queimada na sua carne.
|
|
1822 |
|
|
Escrito por Sebastião Barata
|
|
Segunda, 20 Setembro 2010 11:57 |
|
 Autor: Laurentino Gomes Edição: Set/2010 Páginas: 304 Editora: Porto Editora
Quem observasse o Brasil em 1822 teria razões de sobra para duvidar da sua viabilidade como nação independente e soberana. De cada três brasileiros, dois eram escravos, negros forros, mulatos, índios ou mestiços. Era uma população pobre e carente de tudo, que vivia à margem de qualquer oportunidade numa economia agrária e rudimentar, dominada pelo latifúndio e pelo tráfico negreiro. O medo de uma rebelião dos cativos tirava o sono da minoria branca.
|
|
Actualizado em Segunda, 29 Novembro 2010 18:35 |
|
|
As Pegadas do Morto |
|
|
Escrito por Sebastião Barata
|
|
Terça, 21 Setembro 2010 17:00 |
|
 Autor: Peter James Edição: Set/2010 Páginas: 496 Editor: Gótica
Durante o trágico desenrolar da manhã do ataque terrorista às Torres Gémeas de Nova Iorque em 11 de Setembro de 2001, os pensamentos de Ronnie Wilson não estão com os milhares de vítimas nem com a cidade cenário do atentado. Este fracassado negociante da cidade inglesa de Brighton, descobre, assim, uma oportunidade ímpar para se ver livre dos seus credores, desaparecer e reinventar–se noutro país.
|
|
Reis que Amaram como Rainhas |
|
|
Escrito por Sebastião Barata
|
|
Segunda, 20 Setembro 2010 15:05 |
|
 Autor: Fernando Bruquetas de Castro Edição: Set/2010 Páginas: 360 + 16 extratextos Editora: Esfera dos Livros
António Conti, filho de um mercador italiano, conquistou o coração de D. Afonso VI que gostava da presença de rapazolas, lacaios, escravos negros e mouros que foram deixando no leito real o aroma de exotismo. D. Pedro I ficou para a história como o amante viril de D. Inês de Castro, mas Fernão Lopes deixa clara a relação com o seu sensual escudeiro e a amizade com outros cavaleiros. Fernando Bruquetas de Castro conta-nos a história de imperadores, reis, políticos, membros da Igreja e das universidades que, ao longo dos séculos viveram a sua sexualidade de forma livre, contudo presa a simulações e a jogos de poder.
|
|
Actualizado em Segunda, 29 Novembro 2010 18:35 |
|
A Filha do Rei |
|
|
Escrito por Sebastião Barata
|
|
Segunda, 20 Setembro 2010 11:19 |
|
 Autora: Barbara Kyle Edição: Set/2010 Páginas: 460 Editora: Planeta
A Filha do Rei é o segundo volume da série Torneigth e, tal como o primeiro livro da autora publicado em Portugal, A Aia da Rainha, é um romance histórico situado no tempo de Henrique VIII. Em A Aia da Rainha, sobre uma aia com um segredo que poderia mudar a História, Barbara Kyle mergulha o leitor na Londres do século XVI, uma época dominada por reformas religiosas, uniões por conveniência e jogos de bastidores. E é também sobre este pano de fundo que se desenrola a história de A Filha do Rei. O novo romance de Barbara Kyle passa-se na Inglaterra dos Tudor, durante o reinado de Maria I, a rainha sanguinária (bloody Mary, em inglês) e apresenta dados inéditos sobre este conturbado período da história europeia.
|
|
Actualizado em Sábado, 02 Outubro 2010 18:34 |
|