A Arte da Guerra

 

 

  

 

 

Autor: Sun Tzu
Edição: Fev/2011
Páginas:  192
Editora: Vogais (uma chancela Booksmile)

O campo de batalha de um gestor é a sua empresa. Para ser bem-sucedido no mundo dos negócios, o gestor deve pensar como um líder militar. Aplique as lições deste livro na batalha diária contra os seus rivais, sejam eles concorrentes de mercado ou os seus próprios colegas de trabalho. Graças aos ensinamentos de Sun Tzu descobrirá como vencer os conflitos antes mesmo de estes surgirem e como manter os seus colaboradores motivados até em tempos de crise. Com este tratado ao serviço da estratégia da sua empresa, esteja sempre um passo à frente rumo ao sucesso.

Esta edição de A Arte da Guerra é uma tradução realizada directamente do chinês pelo respeitado e reconhecido grupo Denma, que estudou o texto original durante dez anos. Este grupo é liderado por Kidder Smith e James Grimian. Kidder Smith, especialista em textos militares da China antiga, é professor de História da China no Bowdoin College, nos EUA, onde também dirige o Centro de Estudos Asiáticos. James Gimian dirige uma revista sobre cultura asiática e é consultor editorial.

Autor:
Sun Tzu viveu por volta de 500 a. C., no Estado de Qi, actualmente província de Shandong. O termo “tzu” corresponde a um título honorífico usado pelos chineses da dinastia Chou para designar os filósofos, e pode ser traduzido como “professor” ou “mestre”.
Foi durante uma fase de constantes revoltas e conflitos entre regiões que um grupo de estudiosos com conhecimentos sobre estratégias bélicas percorreu o país, oferecendo orientação aos governantes dispostos a pagar pelo serviço. São os primeiros consultores da História. Entre eles, o mais famoso foi Confúcio. Sun Tzu pertenceu ao mesmo grupo e foi dos poucos cuja obra perdurou até aos nossos dias.
2500 anos volvidos, A Arte da Guerra ainda é utilizado por empresários e gestores que o vêem como um manual indispensável para triunfar no mundo dos negócios.

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Comentários

  • Sebastião Barata

    Abril 21, 2011 às 18:23
    Responder

    Guerras há muitas e de muitas espécies. Quando falamos em guerra, pensamos nos conflitos militares entre os povos que, infelizmente, acompanham o homem desde os seus primórdios e, pelos vistos, continuam a ser uma constante. Porquê? Talvez porque a guerra faz parte da natureza humana e o ser humano só consegue progredir através da guerra.Mas não falo dos conflitos militares: estou a referir-me às lutas que temos de enfrentar e vencer todos os dias da nossa vida. Temos de lutar na profissão para vencer numa promoção, numa venda, num negócio ou simplesmente para manter o emprego. Temos de lutar na […] Ler Mais...Guerras há muitas e de muitas espécies. Quando falamos em guerra, pensamos nos conflitos militares entre os povos que, infelizmente, acompanham o homem desde os seus primórdios e, pelos vistos, continuam a ser uma constante. Porquê? Talvez porque a guerra faz parte da natureza humana e o ser humano só consegue progredir através da guerra.Mas não falo dos conflitos militares: estou a referir-me às lutas que temos de enfrentar e vencer todos os dias da nossa vida. Temos de lutar na profissão para vencer numa promoção, numa venda, num negócio ou simplesmente para manter o emprego. Temos de lutar na família para fazer chegar o salário até ao fim do mês, para não ser escravizado pelos filhos ou para conservar e fazer crescer o amor conjugal. Temos de lutar para fazer vingar as nossas razões no Partido, na associação de que fazemos parte, na Escola dos filhos ou nas reuniões do condomínio. E temos de lutar continuamente contra nós próprios, para vencer os nossos vícios, ultrapassar os nossos defeitos e desenvolver as nossas virtudes.Enfim, a vida é uma guerra, uma sucessão de combates que temos de vencer, para sobreviver e ser felizes.É aqui que A Arte da Guerra pode ser uma grande ajuda. Este livro é um repositório de normas de conduta, aperfeiçoadas ao longo de milhares de anos, que nos podem ajudar a vencer as nossas guerras, pequenas ou grandes, sejam pessoais, sociais, nacionais ou até mundiais.Sun Tzu que não passa do autor honorário, dirige-se ao general, cuja pele todos podemos vestir, e enumera as qualidades que deve desenvolver, os defeitos que deve colmatar, as estratégias que deve aplicar, os cuidados de que deve revestir-se para vencer o seu inimigo. Dá conselhos sobre a melhor forma de vencer uma guerra, a melhor das quais é evitá-la. São frases curtas, incisivas, numa linguagem que toda a gente compreende, para ler, reler e meditar.Quero realçar não só a introdução,como os artigos que são publicados no final do livro, extremamente importantes para compreender o alcance desta obra, pequenina, mas gigantesca. Sem eles, o leitor menos avisado podia interpretá-lo como um simples manual de estratégia militar, o que, como já vimos, é extremamente redutor.Uma obra para manter na mesa de cabeceira e dele extrair todas as manhãs um pensamento inspirador. Read Less

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