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| A Conquistadora |
| Terça, 17 Maio 2011 15:11 | |||
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Autora: Teresa Medeiros Ele é Conn, das Cem Batalhas, o rei guerreiro que forjou uma nação numa terra de clãs isolados. Na qualidade de rei supremo da Irlanda, dirige o lendário Fianna, o seu grupo de guerreiros de elite. Mas o misterioso assassínio de vários dos melhores homens de Conn ameaça o trono. Conn parte sozinho em busca de um inimigo aparentemente invencível, sem saber que vai ter de enfrentar uma mulher de olhos verde-esmeralda e cabelos cor de labaredas… Empunhando uma espada chamada Vingança, Gelina Ó Monaghan jura derrotar o homem que considera o responsável pela ruína da sua família. Nunca imaginou que ele pudesse vencê-la em combate… e ao mesmo tempo conquistar o seu coração. A sua paixão proibida transforma-se numa guerra travada com espadas e beijos, promessas e traições – e a rendição será apenas um início…
Autora:
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| Actualizado em Segunda, 19 Março 2012 15:52 |
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Comentários
Uma personagem fantástica que inspirou imensos autores, livros, aventuras, lendas,...
Mas, mais do que os feitos deste guerreiro tão portentoso e poderoso, este livro é essencialmente uma história de amor/ódio.
Neste livro, percebemos quão ténue é a linha que separa o amor do ódio.
Gostei, mas esperava mais.
A fazer lembrar os romances de cavalaria do rei Artur, este livro leva-nos para um mundo à parte, cheio de intrigas, de cavaleiros e damas, cheio de paixão! É este o género de livros que me encanta, um livro que nos deixa presas à estória à espera do que vai acontecer a seguir... Apesar de nos mostrar guerreiros, não tem nada de sangrento, tem romance e amizade... Um excelente livro para a época de férias.
Um monstro anda a assassinar os melhores homens de Conn e assim o famoso chefe guerreiro decide ir atrás do monstro e matá-lo ele próprio, vingando os seus guerreiros. Qual não é a sua surpresa ao descobrir que não era um monstro, mas dois monstrinhos que andavam a espalhar o medo pelo seu reino. Um deles, uma rapariga de seu nome Gelina Ó Monaghan, viu a morte dos seus pais com os meus próprios olhos, tendo a morto do pai sido ordenada por Conn.
Por muito obstinada que fosse, Gelina acaba por descobrir em Conn um homem muito difícil de odiar e de julgar, acabando por desenvolver sentimentos por ele que a muito custo tenta reprimir.
Gostei muito do livro e da maneira de ser de Gelina e Conn. Eles tinham uma maneira de ser muito parecida: destemidos, obstinados, decididos e inteligentes. O facto de serem tão parecidos faz com que tenham muitas discussões, o que provoca grandes reviravoltas, ao longo de todo o livro. A escrita da autora é fluída e fácil de seguir, sendo fácil imaginar as paisagens onde ocorre a acção. A minha personagem favorita mesmo assim não foi Gelina ou Conn, mas sim o Bobo, um anão travesso que acaba por se apaixonar por Gelina e tornar-se o seu melhor amigo!
O grande senão do livro? O final. Eu nunca aceitaria o que Conn fez a Gelina, mas pronto. De resto, um livro excelente e que aconselho a todos!!
Esta obra de Teresa Medeiros é principalmente um romance cheio de aventura, mas mais centrado no par amoroso. Par este que acompanhamos 100% em todo o livro, seja individualmente ou em conjunto.
É quando eles estão juntos que tudo ganha mais cor, visto que os diálogos e a luta entre eles tanto tem de divertida como de séria, e o leitor vê-se constantemente a adivinhar o que virá a seguir: se um murro no estômago de Gelina em Conn ou se um puxar de cabelos de Conn a Gelina. Claro que os beijos e muitas outras carícias também estão presentes.
A Conquistadora ainda me deixa indecisa em relação ao que realmente penso dela. Por um lado, gostei bastante do par e das suas aventuras, tal como da sua coragem, incertezas, sentimentos e acções, mas por outro certos actos de Conn para com Gelina, sua inimiga mesmo até quase ao final, provocam em mim emoções de que não gosto propriamente, principalmente quando ele a humilha em frente ao seu povo ou até quando abusa dela. Também não gostei propriamente do facto de Gelina lhe perdoar instantaneament e ou até de se rebaixar quando ele a trata mal. Aqui a minha opinião da personagem feminina se assemelha ao que disse anteriormente em relação à personagem Anna de Leon do livro de Madeline Hunter O Protector.
Este tipo de personagens femininas com personalidades fortes que depois, por amor (ãh ãh), amolecem não favorecem particularmente a minha opinião.
Outro ponto de que não gostei e me irritou bastante (e aqui acaba também por contar como ponto positivo para Teresa Medeiros) é a constante e repetitiva reviravolta da relação deles, em que podemos encontrar um ciclo: eles lutam, eles apaixonam-se, eles lutam, ele trata-a mal, eles apaixonam-se, ele humilha-a, e nisto tudo ela perdoa sempre, só no final, quando ele é injusto e controlador pela milésima vez, é que ela se revolta, mas, passados um dia ou dois, ela volta a perdoá-lo instantaneament e e a salvá-lo... Aqui, a minha opinião é que, apesar de ser romântico, acabam por ser demasiadas reviravoltas e de haver demasiado facilitismo da parte dela para com ele, onde Gelina facilmente se esquece do porquê de o odiar (razões que acabam por se ir acumulando, mas que ela vai apagando ou nem se apercebendo). Como podem ver, a minha opinião desta vez é um pouco confusa e acabo por não conseguir terminar a crítica com um "resumindo" ou "concluindo".
Termino sim com um "leiam e logo verão...".
Foi muito entusiasmante. Todo o cenário medieval, o rei, o poeta, o bobo, a guerreira, os soldados, os inimigos, é encantador e a história de Conn e Gelina é um doce para quem gostar de um bom romance.
Adorei as personagens. Gelina é uma guerreira capaz de igualar qualquer soldado num campo de batalha. É forte e determinada, completamente espontânea e divertida. Conn, o rei é forte, implacável contra o seu inimigo, um homem terno, mas que tem a tendência irritante de confiar nas pessoas erradas.
Devo dizer que este foi o livro que, nos últimos tempos, me despertou mais sentimentos. Fez-me sorrir, sentir medo, fez-me sofrer, dar algumas gargalhadas, fez-me sonhar, ficar enternecida, odiar, ficar triste, barafustar e chamar tantos nomes ao rei que, se fosse naquele tempo, teria ido parar à forca. Irritou-me que um homem tão competente, terno e apaixonado se deixasse enganar tão facilmente.
Foi uma surpresa muito agradável. Só gostava que tivesse havido pelo menos a descrição de uma batalha, ou uma das aventuras de Conn quando estava fora do reino. Algo que desse um pouco mais de adrenalina ao livro, mas assim como está, já é muito bom.
Não é uma história de batalhas e conquistas como a capa (que é maravilhosa) pode induzir, mas sim uma história de amor que conquista corações. Pelo menos, o meu ficou conquistado e rendido pelo rei Conn e por Gelina, a guerreira que ao longo do livro foi filha, inimiga, escrava e mulher.
Um bom livro para ter na estante.
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