A Criança Roubada

 

 

 

Autor: Keith Donohue
Edição: 2008
Páginas: 304
Dimensões: 16 x 23 cm
Editora: Saída de Emergência

 

 

Numa noite de Verão, Henry Day foge de casa e esconde-se no interior de uma árvore oca. É então que é encontrado pelos trasgos, uma tribo de crianças que não envelhecem e que existem na escuridão e em segredo. É levado por eles e baptizado de Aniday. Para sempre uma criança, Aniday cresce em espírito, esforçando-se por recordar a vida e a família que deixou para trás. Também tenta compreender e adaptar-se à terra das sombras, enquanto a vida moderna chega não só à natureza mas também ao mito.

No seu lugar, os trasgos deixam um sósia, um rapaz que rouba a vida de Henry no mundo. Este novo Henry Day tem de se ajustar a uma cultura moderna enquanto esconde a sua verdadeira identidade da restante família Day. Mas não consegue esconder o seu extraordinário talento para o piano (um dom que o verdadeiro Henry nunca possuíra) e as suas maravilhosas exibições deixam o pai desconfiado de que o filho que criou é um impostor.
Enquanto envelhece, o novo Henry Day é assombrado por vagas mas persistentes memórias de uma vida noutro tempo e local, de um professor alemão de piano e do seu aluno prodígio.
A Criança Roubada é uma história clássica sobre a infância que é deixada para trás em busca de uma identidade. Com a mistura perfeita de realismo e fantasia, Keith Donohue criou uma história de embalar para adultos e uma fábula literária de grande profundidade.

 Leia aqui o 1º capítulo deste livro.

Autor – Keith Donohue

Autor:

Keith Donohue vive em Maryland, perto de Washington. Durante muitos anos foi escritor de discursos no National Endowment for the Arts.
A Criança Roubada foi o seu primeiro romance e um bestseller em todo o mundo. A Saída de Emergência publicou também o seu romance E Se Fosse um Anjo.

Saiba mais em www.keithdonohue.com

2 comentários
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Comentários

  • Vanessa Montês

    Agosto 18, 2010 às 22:24
    Responder

    Uma excelente história que nos puxa para uma realidade diferente e profunda, em que os sentimentos são a base de toda a vida.A sinopse desta história tinha-me captado imenso a atenção, fazendo-me lembrar, por um lado, da história do menino da Terra do Nunca, Peter Pan. Por outro lado, prometia um livro diferente, em que se mostraria o verdadeiro significado da vida e da família. E não me desiludiu. No início, achei o livro um pouco chatinho, provavelmente por não ter ainda nenhuma ligação com tão estranhas personagens, mas, ao continuar a ler, a história começou a absorver a minha […] Ler Mais...Uma excelente história que nos puxa para uma realidade diferente e profunda, em que os sentimentos são a base de toda a vida.A sinopse desta história tinha-me captado imenso a atenção, fazendo-me lembrar, por um lado, da história do menino da Terra do Nunca, Peter Pan. Por outro lado, prometia um livro diferente, em que se mostraria o verdadeiro significado da vida e da família. E não me desiludiu. No início, achei o livro um pouco chatinho, provavelmente por não ter ainda nenhuma ligação com tão estranhas personagens, mas, ao continuar a ler, a história começou a absorver a minha atenção e a mostrar-me um universo distinto, em que, embora falando de criaturas diferentes – os trasgos –, os sentimentos humanos estavam à flor da pele e, assim, começamos a entrar na cabeça das personagens, a sentir o que sentem, a pensar no que pensam, a amar o que amam.Um excelente romance de um novo escritor que promete impressionar-nos no futuro com muitas mais obras, tão boas, ou melhores até, que esta. Read Less

  • Fátima Rodrigues

    Agosto 3, 2009 às 19:34
    Responder

    Gostei mas não por aí além. Da parte do novo Henry gostei muito, da parte do verdadeiro Henry pela floresta não gostei, não me prendeu.

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