A Culpa é das Estrelas

FaceBook  Twitter  

 

 

  

 

Autor: John Green
Edição: Set/2012
Páginas: 256
ISBN: 9789892320946
Editora: ASA

 


Apesar do milagre da medicina que fez diminuir o tumor que a atacara há alguns anos, Hazel nunca tinha conhecido outra situação que não a de doente terminal, sendo o capítulo final da sua vida parte integrante do seu diagnóstico. Mas com a chegada repentina ao Grupo de Apoio dos Miúdos com Cancro de uma atraente reviravolta de seu nome Augustus Waters, a história de Hazel vê-se agora prestes a ser completamente rescrita.

PERSPICAZ, ARROJADO, IRREVERENTE E CRU, A Culpa é das Estrelas (The Fault in Our Stars no original) é a obra mais ambiciosa e comovente que o premiado autor John Green nos apresentou até hoje, explorando de maneira brilhante a aventura divertida, empolgante e trágica que é estar-se vivo e apaixonado.

Deste autor no Segredo dos Livros:
À Procura de Alaska

Autor:

John Green é autor de vários bestsellers do jornal The New York Times. Recebeu os prémios Michael L. Printz Award e o Edgar Award e foi, por duas vezes, finalista do L.A. Times Book Prize. Os seus livros foram traduzidos em mais de vinte línguas. John é também o co-criador, com o seu irmão Hank, do vlogbrothers, um dos projetos de vídeos on-line mais populares do mundo.
John vive com a família em Indianapolis, Indiana, EUA.

Saiba mais em www.johngreenbooks.com.

Comentários  

 
#10 carolina 2018-03-08 11:31
Este livro é realmente muito bom, foi dos livros que mais gostei de ler, deixou-me simplesmente sem palavras. É um livro que transmite muitos sentimentos e que nos faz pensar um pouco sobre o que se passa à nossa volta.
Recomendo este livro a todas as pessoas.
 
 
#9 catia 2018-03-08 11:31
Adoro este livro e adoro o filme. É um pouco triste, mas, para além disso, amo.
 
 
#8 PCCST 2015-09-25 08:40
Achei este livro fantástico, apesar do tema doloroso que é.
Li este livro por recomendação da minha irmã e creio que veio mesmo a calhar, tendo em conta que estou em fase de luto pela perda do meu pai, também vítima de cancro.
Este livro veio confirmar a minha teoria: todos os doentes de cancro são lutadores, não querendo nunca transparecer a dor que sentem nem a infelicidade que os vai afundando de dia para dia.
Hazel Grace e Augustus Waters caracterizam isso mesmo na perfeição.
Adorei a personagem de Gus (Augustus) naquele seu ar superior e sabichão, mas de uma forma positiva.
Fiquei verdadeiramente envolvida na história e foi para mim uma tristeza enorme o seu desfecho (apesar de já premeditado).
Uma verdadeira lição de vida para muitos!
 
 
#7 Sónia 2013-05-09 22:11
Depois das inúmeras opiniões positivas que este livro teve, e apesar da temática envolvida ser algo dolorosa/sensív el, quis também lê-lo, embora tenha dado o período de nojo necessário, para não ser influenciada pelos demais. Não que isso em mim seja preponderante, mas foi uma opção pessoal.

Comecei a lê-lo tendo passado à frente a nota do autor. Comecei também a lê-lo a pensar que seria um relato inspirado num qualquer caso do conhecimento do autor, ou seja, sempre pensei que era baseado em factos reais. Só que, a partir de certa altura, e mesmo estando entusiasmada na leitura, achei que era demasiado "fantasioso" para se debruçar sobre um caso verdadeiro.
Fui então ler a tal nota de autor. E pronto, foi a queda do mito... Não sei se foi por ter partido para a leitura com a ideia de que era com base numa situação real, mas este livro não me cativou. Dar-lhe-ia outro valor, garanto, mas, sinceramente, não há pessoas assim na realidade. As personagens são demasiado inverosímeis, o que retira crédito à obra e fazem com que o conteúdo seja algo lamechas. Não estou em crer que existam adolescentes que lidem com uma doença terminal daquela forma tão desprendida. Esbocei um sorriso nalgumas passagens, mas poucas emoções positivas, para além dessa, este livro me suscitou. Julguei que me iria reconciliar com o autor, depois de À Procura de Alaska, mas não...

Uma palavra para adjectivar este livro? Flop... E não, não sou uma alma insensível. Modéstia à parte, tenho é "alcance" suficiente para saber distinguir uma fábula da forma como, realmente, se pode lidar com uma fatalidade. Ainda para mais, em idade tão pueril...
 
 
#6 Helena 2013-01-17 14:29
Se não fossem as boas críticas/coment ários que li, dificilmente eu escolheria este livro para ler. O tema não é, de todo, dos que me proporcionam uma leitura agradável e descontraída. Tenho filhos e não consigo o devido distanciamento, mesmo sabendo que é uma ficção (e essa ressalva é feita pelo autor no início), para que esta leitura seja enriquecedora. Contudo, apesar de esta premissa ser verdadeira e, por isso, não ter sido uma leitura compulsiva, a honestidade da escrita levou-me a criar empatia com as personagens que me pareceram genuínas.

A leitura desta obra é recomendável e enriquecedora, pois nos leva a refletir sobre o belo, mas desafortunado romance de August e Hazel, que nos enternece e inspira.
 

Tem de iniciar sessão para submeter o seu comentário.

Últimas Opiniões

  • As Três Vidas
    Tenho este livro na estante desde 2009, ano em que foi galardoado com o Prémio José Saramago. A edição ...
  • 31.07.2018 20:06
  • 1001 Coisas que Nunca te Disse
    Confesso que nunca li qualquer livro de Pedro Chagas Freitas. Mas tenho lido muito sobre os seus ...
  • 12.07.2018 22:54
  • Quem Meteu a Mão na Caixa
    Eu, que fui empregado da Caixa Geral de Depósitos de 1973 até à aposentação em 2005, mais de 32 anos ...
  • 04.07.2018 22:16

Últimos Tópicos

Uma Pequena Palavra...

“Ler um livro é para o bom leitor conhecer a pessoa e o modo de pensar de alguém que lhe é estranho. É procurar compreendê-lo e, sempre que possível, fazer dele um amigo.”
Hermann Hesse