A Educação dos Gafanhotos

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Autor: David Machado
Género: Romance
Edição: Fev/2020
Páginas: 216
ISBN: 9789722069328
Editora: Dom Quixote

 

 


Quando a vida dá um salto inesperado

No Verão de 2001, David e Marco celebram o fim do curso com uma viagem pelos Estados Unidos, para fugirem das rotinas, das convenções, das famílias e para, à sua maneira, gozarem a independência.
A Educação dos Gafanhotos é a história dessa marcante aventura: das dificuldades que os dois jovens amigos têm de ultrapassar, das conversas insólitas que travam com quem vão conhecendo, das longas noites passadas em bares da América profunda, das personagens que, a todo o instante, encarnam. É também o relato do abalo provocado neles pelo ataque terrorista do 11 de Setembro.

Na senda da viagem fascinante de Índice Médio de Felicidade, com a maturidade de Debaixo da Pele, o presente romance é um retrato de uma juventude em plena efervescência, para quem a literatura é um passaporte para a liberdade e a quem a realidade por vezes troca as voltas.

Deste autor no Segredo dos Livros:
O Alfabeto Nojento ou as aventuras de um rapaz que gosta de fazer asneiras
Não te Afastes
Debaixo da Pele
Os Livros do Rei

Autor:

David Machado é o autor dos contos infantis A Noite dos Animais Inventados (Prémio Branquinho da Fonseca, da Fundação Calouste Gulbenkian e do jornal Expresso), Os Quatro Comandantes da Cama Voadora, Um Homem Verde Num Buraco Muito Fundo, O Tubarão na Banheira (Prémio Autor SPA/RTP 2010 de Melhor Livro Infanto-Juvenil), A Mala Assombrada e Parece Um Pássaro.
Escreveu ainda os romances Índice Médio de FelicidadeDeixem Falar as Pedras (2011) e O Fabuloso Teatro do Gigante (2006) e do livro de contos Histórias Possíveis (2008). Os seus livros estão publicados em Itália, França, Brasil e Marrocos. Os seus contos foram publicados em antologias e revistas literárias em Itália, Alemanha, Noruega, Reino Unido, Islândia, Sérvia e Marrocos.

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Uma Pequena Palavra...

"Algumas obras morrem porque nada valem; estas, por morrerem logo, são natimortas. Outras têm o dia breve que lhes confere a sua expressão de um estado de espírito passageiro ou de uma moda da sociedade; morrem na infância. Outras, de maior escopo, coexistem com uma época inteira do país, em cuja língua foram escritas, e, passada essa época, elas também passam; morrem na puberdade da fama e não alcançam mais do que a adolescência na vida perene da glória. Outras ainda, como exprimem coisas fundamentais da mentalidade do seu país, ou da civilização, a que ele pertence, duram tanto quanto dura aquela civilização; essas alcançam a idade adulta da glória universal. Mas outras duram além da civilização, cujos sentimentos expressam. Essas atingem aquela maturidade de vida que é tão mortal como os Deuses, que começam mas não acabam, como acontece com o Tempo."
Fernando Pessoa, in Heróstrato