A Ilha dos Deuses

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Autor: Luís Correia Mendes
Género: Poesia
Edição: Dez/2018
Páginas: 92
ISBN: 9781729551271
Editora: Capital Books

 

 


A Ilha dos Deuses
é um extraordinário livro de homenagem a esse paraíso que é a Ilha de Moçambique.
Dotado de uma grande sensibilidade para a poesia, Luís Correia Mendes traz-nos poesia escrita com a alma de quem sofre saudades de sua casa.
Fernando Teixeira, também natural da Ilha, abrilhanta o livro com um pequeno conto.

Um livro imprescindível para quem conhece a Ilha, mas também para todos aqueles que não a conhecem, para que acreditem que o paraíso existe!

Autor:

Luís Correia Mendes nasceu a 24 de Julho de 1949 em Nampula, Moçambique, tendo-se radicado na Ilha de Moçambique em 1954. Senhor de uma sensibilidade humana extraordinária, manifestou desde cedo apetência pelo conhecimento da língua portuguesa. A oportunidade de ter vivido 23 anos na Ilha de Moçambique possibilitou-lhe vivências únicas sob o ponto de vista sociológico e cultural. Estudou Sociologia no Instituto Piaget em Almada e Direito na UCM na cidade da Beira possuindo uma pós-graduação em Coaching através do Training NLPCINCTA.Porto. Trabalhou na Banca durante 42 anos, tendo feito parte dos Quadros da CGD em Portugal, BCI em Moçambique, e ao Quadro Diretivo do Banco Único na Região Centro Norte.
Como poeta publicou em 2008 através da Leya a coletânea de poemas A Ilha de Todos, tendo também contribuído na edição do livro Ilha de Moçambique na Alma dos Poetas de autoria de Paulo Pires Teixeira, escrevendo o prefácio, publicado também pela Leya. Em 2016 publicou a coletânea A Ilha Insólita.

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Uma Pequena Palavra...

"Algumas obras morrem porque nada valem; estas, por morrerem logo, são natimortas. Outras têm o dia breve que lhes confere a sua expressão de um estado de espírito passageiro ou de uma moda da sociedade; morrem na infância. Outras, de maior escopo, coexistem com uma época inteira do país, em cuja língua foram escritas, e, passada essa época, elas também passam; morrem na puberdade da fama e não alcançam mais do que a adolescência na vida perene da glória. Outras ainda, como exprimem coisas fundamentais da mentalidade do seu país, ou da civilização, a que ele pertence, duram tanto quanto dura aquela civilização; essas alcançam a idade adulta da glória universal. Mas outras duram além da civilização, cujos sentimentos expressam. Essas atingem aquela maturidade de vida que é tão mortal como os Deuses, que começam mas não acabam, como acontece com o Tempo."
Fernando Pessoa, in Heróstrato