Participe nos nossos fantásticos passatempos e habilite-se a ganhar um exemplar do livro "Divergente". Para mais informações clique aqui.
| A Praia da Memória |
| Sábado, 25 Junho 2011 23:00 | |||
|
Autora: Nancy Thayer Lexi e Clare são as melhores amigas. Cresceram juntas na pequena ilha de Nantucket, onde partilharam as habituais brincadeiras de criança, as primeiras paixões da adolescência e os seus segredos e desejos mais íntimos. Muito do tempo de ambas era passado no seu esconderijo secreto: a praia das Conchas-Lua, um lugar mágico, onde o futuro parecia cheio de promessas. Autora:
|
Os nossos Passatempos têm o prestimoso contributo das Editoras que colaboram connosco.
Para ver os resultados dos passatempos mais recentes clique aqui.
| Re:Destak da semana 14 a 20 SaRy 21.5.2012 16:56 |
| Re:Destak da semana 14 a 20 livros lowcost 21.5.2012 16:51 |
| 26 livros Era uma vez o Corpo Humano. leitor 21.5.2012 16:13 |
| Voo da Borboleta de Maria João Inocêncio.Portes gr leitor 21.5.2012 16:06 |
| Curso de Fotografia e Vídeo Digital.8 livros e 32 leitor 21.5.2012 16:00 |
Comentários
Para mim, é o livro perfeito para esta altura do ano - o Verão. O calor pede leituras leves, doces, descontraídas e, ao mesmo tempo, viciantes como esta. Mas Nancy Thayer oferece-nos, ainda, os deslumbrantes cenários de Nantucket como "a cereja no topo do bolo" desde livro delicioso.
Apesar de todas estas excelentes qualidades do livro de Nancy Thayer, tenho, contudo, a apontar o calibre fútil e oco da maioria dos diálogos que fazem parte deste romance. Tendo em conta que a história gira em torno dos fortes laços de amizade que unem Lexi e Clare e todos os arrebatadores acontecimentos que nos vão sendo contados ao longo do livro, era de esperar que os diálogos entre as personagens - especialmente entre as protagonistas - fossem mais profundos e de encontro a esse sentimento que as unia.
Aliás, o tema que nos é apresentado na sinopse e na capa deste romance - uma amizade de infância posta à prova - fazia esperar uma história um tanto ou quanto mais comovente e profunda. Mesmo a praia secreta (apresentada no título como A Praia da Memória) acaba por ter um sentido bastante superficial e prescindível na história.
A verdade é que a própria construção das personagens não é tão aprofundada quanto a de outros romances que lemos. É por isso que, apesar de se tratar de um romance bastante atractivo e enternecedor, Nancy Thayer está longe de ser equiparada a grandes autores românticos da actualidade, como, por exemplo, Nora Roberts.
Em A Praia da Memória, a autora leva tudo para o lado mágico e doce. O drama é posto inteiramente de parte, conduzindo o leitor num romance artificialmente talhado em felicidade, esperança, segundas oportunidades e sonhos tornados realidade. Mas é precisamente essa fuga da realidade nua e crua que torna este livro tão maravilhoso, especialmente depois de leituras mais lentas, mais exigentes e pesadas.
Uma agradável surpresa. Um autêntico deleite para uma tarde de calor, onde os cinco sentidos são constantemente postos à prova. Apesar do potencial para uma história altamente profunda e arrebatadora, Nancy Thayer preferiu apostar numa outra vertente e oferecer ao leitor o que há de melhor para uma leitura deliciosamente suave e fresca.
É uma história muito simples sobre 2 amigas de infância, Lexi e Clare que, em determinada altura das suas vida, se afastaram; passado 10 anos, Lexi retorna à ilha onde morou e vai tentar renovar a amizade que tinha com Clare.
Elas tinham ambições diferentes e afastaram-se numa altura em que eram bastante jovens e estavam a descobrir o amor, o que levou a que começassem a passar menos tempo juntas e disseram palavras que não sentiam verdadeiramente nessa altura.
Não posso dizer que esta zanga foi uma coisa imperdoável; por isso é que o livro é leve e nada de profundamente dramático.
A autora optou por não fazer um drama do que passou e exemplificar que as pessoas erram, fazem escolhas que, na altura, parecem as melhores e que depois, afinal, não são, mas há que andar para a frente e saber perdoar.
A ilha onde elas vivem terá o seu peso na história do livro, pois sendo uma comunidade pequena, onde todos se conhecem, o retorno de uma “filha” da terra vai gerar muitos cochichos e comentários.
Pessoalmente, fiquei bastante agradada com o livro, gostei bastante dele, do romance da Clare e da possibilidade do da Lexi. :)
Conta a história de duas amigas de infância, Lexi e Claire, ambas com personalidades e ambições diferentes, que encontram numa pequena praia privada um lugar secreto e mágico que só delas conhecem e que só elas podem frequentar.
No entanto, com a chegada da adolescência, as duas acabam por seguir caminhos distintos e, devido a alguns mal entendidos, a amizade acaba por terminar. Anos mais tarde, Lexi volta ao lugar onde cresceu e tenta recuperar o que perdeu, inclusive a amizade de Claire.
São personagens muito simples, as descrições das suas personalidades são muito subtis e é muito fácil gostarmos de todas elas. Não houve uma personagem de que não tivesse gostado, até mesmo de Jesse que é um mulherengo, mas com quem acabamos por simpatizar um bocadinho.
Apesar de ter gostado de ler este livro, esperava algo mais dele. Uma vez que o tema é a amizade, esperava que fosse mais comovente e que o tema fosse mais aprofundado, uma vez que a base da história se concentra na recuperação de uma amizade antiga e até que ponto somos capazes de perdoar aos amigos.
Apesar do título, não achei que a praia das Conchas-lua tivesse tanto relevo na história como se esperaria, embora no fim Claire e Lexi tenham acabado por fazer o que tinham prometido em crianças.
No geral, é um bom livro, uma óptima leitura de Verão que agrada, embora não o considere tão tocante como a sinopse e capa prometiam.
Duas amigas crescem juntas e descobrem o amor, ou o que julgam ser o amor, e aprendem, com o passar dos anos, que construir algo não é fácil e que tem de ser feito diariamente. Aprendem que têm de perdoar e perdoar-se pelos erros do passado e aprender a seguir em frente.
Estas duas personagens captam a nossa simpatia e queremos, quase desesperadament e, que se entendam e que consigam encontrar o seu rumo e a sua felicidade. Leitura muito fluída, sabendo manter constantes os pontos de interesse e, por essa razão, não há espaços mortos de acção, o que leva a uma leitura consecutiva, quase compulsiva. Antevemos um final feliz, mas não sabemos precisar qual será...
Subscreva o RSS dos comentários