Amanhece na Cidade

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Autora: Filipa Fonseca Silva
Género: Romance
Edição: Jun/2017
Páginas: 200
ISBN: 9789722534369
Editora: Bertrand

 

 


Nas ruas de Lisboa, um táxi circula e observa. E, com ele, nós observamos também: Manuel, o taxista que não sabe chorar. Olinda, a ama de duas crianças mal-educadas. Daisy, a stripper. João, o sem-abrigo… Um dia, um momento infeliz, com consequências trágicas, obriga Manuel a confrontar-se consigo próprio, e as consequências serão mais transformadoras do que ele alguma vez imaginou.

Manuel parou e mandou-a entrar. Olinda não tinha como pagar uma viagem de táxi até à Brandoa. Manuel apagou a luz de serviço e disse-lhe que já não estava a trabalhar. Com o orgulho a ceder à medida que os sapatos ficavam encharcados, Olinda entrou.

Desta autora no Segredo dos Livros:
Coisas Que Uma Mãe Descobre (e de que ninguém fala)
O Estranho Ano de Vanessa M.
Os 30 - Nada é Como Sonhámos

Autora:

Filipa Fonseca Silva nasceu no Barreiro em 1979. Licenciada em Comunicação Social e Cultural pela Universidade Católica, preferiu a publicidade ao jornalismo, tornando-se redatora publicitária em 2004, profissão que ainda exerce. Sonha tornar o mundo mais verde e espalhar histórias bonitas. Os Trinta – Nada é como Sonhámos foi a sua primeira obra publicada, seguindo-se-lhe O Estranho Ano de Vanessa M. e Coisas que uma Mãe Descobre. É a única portuguesa a ter chegado ao Top 100 da Amazon em todo o mundo. Além de escrever, adora pintar, colecionar sapatos e comer melancia. Vive em Lisboa com o marido e os filhos.

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Uma Pequena Palavra...

"Algumas obras morrem porque nada valem; estas, por morrerem logo, são natimortas. Outras têm o dia breve que lhes confere a sua expressão de um estado de espírito passageiro ou de uma moda da sociedade; morrem na infância. Outras, de maior escopo, coexistem com uma época inteira do país, em cuja língua foram escritas, e, passada essa época, elas também passam; morrem na puberdade da fama e não alcançam mais do que a adolescência na vida perene da glória. Outras ainda, como exprimem coisas fundamentais da mentalidade do seu país, ou da civilização, a que ele pertence, duram tanto quanto dura aquela civilização; essas alcançam a idade adulta da glória universal. Mas outras duram além da civilização, cujos sentimentos expressam. Essas atingem aquela maturidade de vida que é tão mortal como os Deuses, que começam mas não acabam, como acontece com o Tempo."
Fernando Pessoa, in Heróstrato