Amores Proibidos

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Autora: Jill Mansell
Edição: Jul/2011
Páginas: 400
ISBN: 978-989-8032-21-8
Editora: Chá das Cinco (uma chancela SDE)

 

 

Durante anos Jessie manteve em segredo a identidade do pai do seu filho Oliver, e fica em estado de choque quando descobre que o homem em questão, o famoso ator Toby Gillespie, acaba de se mudar para a casa ao lado. Será que a verdade está prestes a ser revelada? Bastaria um olhar de relance em direção a Oliver e alguma aritmética mental para Toby deslindar a situação.

Mas será que ele é capaz de tal aritmética? E se for, qual será a sua reação perante um filho que desconhecia? Se acha que a vida de Jessie já está muito complicada imagine só como vai ficar quando Toby se declarar: afinal, Jessie sempre foi a mulher da sua vida. E o pior é que Toby é casado e a sua deslumbrante mulher pode assistir a tudo da janela ao lado!

 Alguns dos livros da mesma autora no Segredo dos Livros:
Resistir ao Amor
Romance Atribulado
Encontro Inesperado

Autora:

Jill Mansell vive com o seu companheiro e os seus filhos em Bristol e é escritora a tempo inteiro. Bem... isso não é inteiramente verdade: ela vê televisão, gosta de comer fruta, admira os jogadores de rugby que treinam no campo desportivo atrás da sua casa, e passa horas na internet maravilhada com o facto de tantos escritores terem blogues. Com uma vida movimentada, só quando é obrigada a ficar em casa é que de facto escreve. Os seus livros são já bestsellers e já venderam mais de três milhões de cópias.

Saiba mais sobre a autora em www.jillmansell.co.uk

Comentários  

 
#5 Inês Santos 2012-07-09 22:47
Um livro com muitos erros de revisão, sim vou começar a minha crítica com este pormenor, mas os piores são quando os nomes das personagens são trocados. Isto pode não ser suficiente para influenciar uma opinião final, mas tem o seu quê de significativo.
Em relação à obra de Jill Mansell:
O par Toby e Jessie acabou por fartar um pouco, talvez por causa daqueles passos mais para trás do que para a frente. Assim, a relação deles, ou a resolução desta, acaba por ser deixada demasiado tempo em stand by.
Pelo contrário, adorei o par Sav/Oliver no início e, posteriormente, o par Sav/Stevie. Pois, como podem ver, este livro é só trocas, muitas trocas, traições e muitos segredos.
Outro momento marcante foi a ejaculação precoce do Drew!!!! É verdade. Fiquei um pouco chocada, porque nunca pensei encontrar uma cena destas num livro assim, ou em qualquer livro...
Este livro acaba por estar recheado de bom humor, muita confusão amorosa, que nos faz ficar de cabeça à roda e nos obriga a agarrar esta obra com força. Nada de anormal em Jill Mansell, para quem conhece as suas obras. Talvez por causa daquilo que disse sobre o par principal, ou, pelo menos, porque o livro não é bem o que está na sinopse, acabou por ser um pouco inferior ao Encontro Inesperado.

Frase Preferida:
"- As nossas cervejas não se excedem - gritou Jamie. - Somos nós que nos excedemos com elas!", página 66
 
 
#4 Maria João 2011-11-20 21:59
Tive sentidos ambíguos no que diz respeito a este livro.
Se por um lado gostei, pois me deu algumas oportunidades para descontrair e rir um pouco, por outro acho que não acrescentou nada de novo a esta autora. O início pareceu-me semelhante a um outro livro dela. Bem, este é o único da autora que certamente não irei comprar. Lamento.
 
 
#3 Vera Mouta 2011-10-23 18:25
Já li a grande maioria dos livros da Jill Mansell e gosto dos livros dela, das situações caricatas e divertidas que as personagens passam.
No entanto, devo dizer que este livro não me encheu as medidas e nem achei muito divertido.
A autora costuma ter um par de protagonistas, coadjuvados por vários secundários que, por vezes, têm mais destaque e impacto do que os protagonistas.

Neste livro, dei por mim a ler sobre vários personagens que têm algum tipo de relação uns com os outros e aquilo que parecia ser o ponto fulcral – o facto de Toby ser o pai do Oliver, mas agora ter uma família (pelo menos foi o que a sinopse me levou a supor) - foi tão bem aceite e banal, que não foi nada de extraordinário.
Acho que a autora quis dar destaque a um tão grande número de personagens que se “perdeu” um bocado e nunca aprofundou nada. Nem, no final, fiquei com a sensação que as coisas ficaram resolvidas, isto é, a autora só deu a entender que aquele ou aquela iriam ficar juntos e pronto, acabou.
Como se diz: “Tudo está bem quando acaba bem”, mas acho que poderia ter dado destaque a 2/3 casais no máximo e desenvolver mais as suas relações.

O que vale é que conheço a autora e já li anteriormente livros dela que me fizeram rir e divertir, porque, só por este, não me convencia a lê-la novamente.
 
 
#2 PCCST 2011-10-17 09:52
Gosto bastante dos livros de Jill Mansell. Com a leitura de Amores Proibidos, veio-se ainda a comprovar mais esse facto.
Um livro super engraçado, com altos e baixos no desenrolar da história.
Várias personagens ao mesmo tempo, o que, no início, confesso, me deixaram bastante confusa, mas facilmente apanhamos o fio à meada e dá lugar a uma leitura muito agradável.
Personagens e enredo muito cativantes. Lê-se com imensa facilidade e, num fechar de olhos, temos o livro terminado.
Aconselho-o vivamente.
 
 
#1 Sónia 2011-09-14 20:44
Este livro foi a minha estreia com livros desta autora. Inicialmente, estava um pouco céptica quanto à qualidade do livro - daqueles preconceitos que não dão para explicar - mas surpreendeu-me pela positiva. Embora tenha um início algo confuso, devido ao grande leque de personagens, chega-se a um ponto em que somos incapazes de parar de o ler, quer pelo sentido de humor hilariante presente na escrita, quer pelo suspense que Jill Mansell impõe à narrativa. Através de pequenos nadas, mostra-nos que, muitas vezes, o que tomamos como adquirido nem sempre corresponde à verdade e que o mais inocente dos seres pode esconder muito mais segredos do que se podia supor. A escrita é fluída, simples e nada descritiva, o que acaba por ser uma mais valia. Por tudo isto, fiquei com vontade de ler mais livros desta autora. Já para não falar que acabei de ler o livro num fase péssima e o mesmo teve o condão de me arrancar gargalhadas nessa altura, prova de que, contrariamente ao que muitos pensam, a escrita pode ter um efeito terapêutico...
 

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