Aposta Indecente

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Autora: Matilda Wright
Edição: Out/2011
Páginas: 240
ISBN: 9789722047760
Editora: Livros d'Hoje

Paris, 1854. Um dos homens mais ricos de França, o marquês de Villeclaire tem uma vida luxuosa e despreocupada, onde não falta nada que o dinheiro e a sua posição social possam pagar. Mulheres, jogo, festas, caçadas, palácios... Mas uma aposta faz com que os destinos de Villeclaire e Catherine Duvernois, uma jovem e misteriosa viúva, se cruzem, numa altura em que uma nuvem negra tolda os dias do belo marquês, prestes a casar, contra sua vontade, com Blanche de Belfort. A vida de Louis de Villeclaire desmorona-se...

Quem é Catherine Duvernois? E Blanche de Belfort? Alguém está a mentir. Mas quem? Porquê? A resposta mudará para sempre o futuro destas três personagens. Um romance arrebatador, que se desenrola entre os sofisticados salões da aristocracia parisiense e as deslumbrantes paisagens do vale do Loire, levando os leitores numa viagem inesquecível por cenários de sonho, durante o reinado do Imperador Napoleão III.

 

Autora:
Matilda Wright nasceu em Londres, em 1968. Estudou Literatura Inglesa em Cambridge e vive com o marido na região de Cúmbria, no Norte de Inglaterra, onde criam cavalos. Têm quatro filhos que, de vez em quando, também vivem lá em casa. Aposta Indecente, agora editado pela Livros d’Hoje, é o primeiro dos seus romances a ser publicado, dos muitos que tem escrito desde os seus tempos de Universidade, sem nunca os ter mostrado a nenhum editor.

Comentários  

 
+3 #6 Maria Manuel Sousa 2012-02-27 20:00
Definitivamente e quanto a mim, este livro é, ele próprio, uma aposta indecente. Uma história fraca e muito mal desenvolvida que fica muito aquém do que a sinopse promete.
Destaque positivo para a capa que, como todas as da colecção Tiara, está bem conseguida.
 
 
-2 #5 Joana Nunes 2012-01-18 14:48
Mais um romance da coleção Tiara, tão aplaudida pelos leitores portugueses, agora pela mão da autora Matilda Wright.
Uma aposta desumana deixa Catherine, uma jovem e bonita viúva, nas mãos do bon vivant Louis, o multimilionário Marquês de Villeclaire.
Ignorando o passado da jovem, o marquês prepara-a para a tornar na sua próxima amante, visto que ela é sua propriedade e ele a deseja, mas acaba apaixonado, ainda antes de lhe tocar.
Por outro lado, Catherine vive na angústia dos planos do marquês, embora se sinta misteriosamente atraída pelo mesmo, mas nunca o admitindo.
Entretanto, quando um terrível infortúnio coloca Catherine às portas da morte, o mal que Louis pensava ter afastado e/ou resolvido, volta e bater-lhe à porta com uma terrível novidade, pondo por terra todas as suas esperanças de ficar com Catherine... até que uma velha amiga decide ajudá-lo, conseguindo, assim, livrar o marquês do infeliz fado que lhe parecia reservado.
Uma leitura leve e acessível, mas que ficou muito aquém das minhas expectativas, que eram bem altas após a leitura de "A Paixão", da mesma coleção, embora de uma autora distinta.
A química entre o casal era inexistente e, num abrir e fechar de olhos, passaram de inimigos a enamorados, sem que nada o justificasse ou apontasse para tal.
As personagens são previsíveis e as interações entre as mesmas demasiado forçadas.
Não consegui sentir que Louis e Catherine estavam destinados, pois pouco se viram e pouco dialogaram.
O facto de Louis, um solteirão inveterado de quase quarenta anos, se ter apaixonado tão facilmente, e à distância, pela pobre viúva, é um mistério que não consegui acompanhar, chocando-me com a rapidez do progresso dos sentimentos entre ambos.
De resto, a estória em si é agradável e entretém o leitor, mas nada de impressionante e a reter na memória.
Ideal para uma chuvosa tarde de inverno passada no sofá com uma quente e deliciosa chávena de chá.
Um romance de época, com sede na pecaminosa e sedutora cidade de Paris, a cidade do amor, a cidade com que todos sonham!
 
 
+2 #4 Andreia Morgado 2012-01-16 12:29
Foi um dos piores livros que li em 2011. A história é muito fraca, os personagens horríveis e mal desenvolvidos, e a escrita da autora é muito pobre.
Este livro foi escrito há mais de 20 anos. Agora percebo porque é que a autora, que é inglesa, nunca conseguiu publicar um único livro em lado nenhum. Somente em Portugal é que o conseguiu e vá-se lá saber porquê?????
 
 
+1 #3 Susana Patrícia Nascimento da Silva 2011-12-28 23:11
Normalmente, antes de comprar um livro de uma autora que desconheço, tento ler algumas críticas na esperança de não ter desilusões. Neste caso, não existiam criticas, porque, com este nome, a autora não tem obras publicadas em inglês.
Isto devia ter-me clarificado.
Com toda a franqueza, não gostei do livro. Detestei a personagem principal masculina e tive pena de Catherine, porque é preciso não ter sorte na vida para ser apostada por um pai - daí vem o título do livro - ser forçada a casar com um homem detestável e depois ter de aturar Louis de Villeclaire.
Achei as personagens mal desenvolvidas e a história fraca. Parece-me um livro que estão a tentar "levar ao colo", como um jogador de futebol que nem é grande coisa, mas do qual os comentadores só falam bem.
Para mim, foi uma perda de tempo, porque de romance, para mim, não teve nada.
 
 
#2 Inês Santos 2011-12-27 20:36
Aqui está um romance "mais ou menos". Tem todos os elementos para ser considerado romance, mas como esses elementos são aproveitados e misturados é que faz toda a diferença.
Normalmente, sou fã das personagens masculinas dos romances, mas neste estive vai não vai. A desconfiança do marquês de Villeclaire sobre Catherine, só por causa de tudo o que acontece com Blache, não me convence. Além disso, a "doença" de Catherine provocada pelo trauma pareceu-me tão rebuscada que aumentou ainda mais o meu cepticismo neste enlace.
Em contrapartida, achei que o final foi muito bem resolvido e gostei da personagem Isabelle, grande amiga e, pelo meio, amante do marquês em questão.
A escrita de Matilda Wright é simples, com ideias bastante óbvias, mas que nós, românticas literárias, gostamos sempre de ler e de matar saudades.
Aqui não vão encontrar nada muito elaborado, apesar das intrigas e mentiras de Blanche de Belfort e sua mãe, mas vão encontrar um rol de personagens masculinas muito interessantes, tal como os pormenores da época, apesar de em pouca quantidade, mas em concordância com tudo o resto.
A capa e a sinopse fizeram, sem dúvida, o seu trabalho. Penso que, nestes aspectos, a editora Livros D'Hoje ganha sempre pontos.
 

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