As Animadas Tertúlias de um Homem Inquieto

Autor: Jorge Nuno
Edição: Mai/2013
Páginas: 182
ISBN: 9789898629258
Editora: Pastelaria Studios

 

 

A verdade desassossega, mas por vezes a sua busca pode ser ainda mais inquietante. Em torno da mesa do café, ou  na associação “Estrela Vermelha”, sempre rodeado dos mais próximos, Filó procura as cogitações que podem voltar a instalar a quietude na sua alma. Da solidão máxima da introspecção do seu ego, esta é uma rica demanda que não deixará ninguém indiferente.

«Neste romance há uma “porta aberta” para que as pessoas ousem mudar de paradigma de vida. Claro que nesta visão mais otimista não se vislumbra um futuro fácil sem a luta, trabalho e solidariedade.» Do Prefácio

Autor – Jorge Nuno

Autor:

Cedo Jorge Nuno mostrou tendência para as Artes e para a Poesia, mas a sua vida profissional tomou outros rumos. Aposentado, desenvolve atividade nas áreas indicadas, pintando, sem qualquer presunção, o que lhe dá prazer, pelo prazer de pintar, sem um rumo definido, sentindo que apenas deve “deixar o rio fluir”. A escrita criativa contém quatro estilos distintos: contos e romance, “viagens ao seu interior”, humor e “causa maldita”, como forma de mostrar o seu inconformismo, com alguma irreverência e sem amarras, tendendo a agitar consciências adormecidas.
Saiba mais no blogue do autor jorgenuno-letras.blogspot.pt

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Comentários

  • Sebastião Barata

    Maio 29, 2013 às 22:28
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    Achei que este livro foi escrito um pouco ao estilo patchwork, ou, para não usar estrangeirismos, tipo manta de retalhos. Faz lembrar o caderno de apontamentos que a personagem principal trazia sempre consigo, no qual tomava todo o tipo de apontamentos, desde pensamentos que recolhia em livros que lia, a notas das suas sessões com a psiquiatra que consultava, ou os poemas que escrevia.Tem uma pequena história de fundo que enquadra toda a trama e, expurgada do que poderíamos chamar "palha", se contava em meia dúzia de páginas. Os espaços são preenchidos com o mais variado tipo de assuntos, como […] Ler Mais...Achei que este livro foi escrito um pouco ao estilo patchwork, ou, para não usar estrangeirismos, tipo manta de retalhos. Faz lembrar o caderno de apontamentos que a personagem principal trazia sempre consigo, no qual tomava todo o tipo de apontamentos, desde pensamentos que recolhia em livros que lia, a notas das suas sessões com a psiquiatra que consultava, ou os poemas que escrevia.Tem uma pequena história de fundo que enquadra toda a trama e, expurgada do que poderíamos chamar "palha", se contava em meia dúzia de páginas. Os espaços são preenchidos com o mais variado tipo de assuntos, como comentários à situação política do país, dezenas e dezenas de ditados populares, citações de pensadores e autores célebres, poesias que o autor põe na boca ou na pena da personagem principal, o Filó e até anedotas. Tudo acontece em três cenários diferentes: a esplanada da pastelaria do Zé do Café, onde Filó faz as suas perorações e mostra a sua elevada cultura aos embasbacados frequentadores daquele espaço, a Associação Estrela Vermelha, onde decorrem as tertúlias de poesia e as récitas teatrais, e a biblioteca, onde trabalha a "insossa" da Liza que acaba por ter um papel inesperado na história.A propósito e a despropósito, o autor insere na boca das personagens dissertações sobre os mais variados temas, como as teorias de Freud ou de Einstein, complicadas exposições sobre física nuclear ou a leucotomia pré-frontal de Egas Moniz, referências a livros como [i]2012 - O Segredo das Profecias Maias[/i], [i]A Profecia Celestina[/i], [i]O Diário de Anne Frank[/i] ou obras de Osho, Deepak Choppra ou Daniel Goleman.O reduzido número de cenários e a sua estaticidade fazem lembrar uma peça de teatro. Aliás, parece-me que esta história ficaria muito mais bem contada numa comédia em três ou quatro atos.De qualquer modo, estamos perante um livro de crítica social, que dispõe bem e deixa um sorriso nos lábios a quem o lê. Read Less

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