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As Onze Palavras
Segunda, 15 Novembro 2010 01:02

Autor: Kevin Hall
Edição: Nov/2010
Páginas: 192
Editora: Pergaminho

As palavras são os instrumentos que usamos para construir as nossas vidas. É através delas que estabelecemos relações, gerimos sentimentos, exprimimos opiniões e reconfortamos aqueles que amamos. Contudo, se usarmos as palavras erradas (ainda que inconscientemente), podemos criar situações indesejadas, ferir sentimentos e até destruir relacionamentos.
As palavras têm o poder de atrair ou de repelir; de liderar ou de constringir; de curar ou de magoar; de criar ou de destruir. Esta narrativa inspiradora relata o percurso de Kevin Hall à descoberta do poder oculto das palavras. Ao longo de várias viagens, e recorrendo a diversos exemplos, histórias pessoais e anedotas, o autor revela as lições de vida que podemos obter a partir das onze palavras-chave que nos fazem crescer espiritualmente e nos conduzem ao sucesso.
Um livro inesquecível que lhe oferece o vocabulário indispensável para atingir a verdadeira felicidade.

Autor:
Kevin Hall é um coach, consultor e orador de renome internacional. Foi partner da Franklin Quest, uma multinacional de consultoria e formação, onde foi reconhecido pelo seu trabalho inovador na área comercial e pelo seu estilo único de motivação de formadores.

 

Comentários  

 
+1 #2 Sebastião Barata 18-12-2010 19:08
Este livro é sobre o poder das palavras. No início dos tempos, Deus disse a primeira palavra: “Faça-se a luz” e tudo começou. As palavras, se forem compreendidas, reflectidas e postas em prática, têm o dom de iluminar a vida de cada um de nós.
O autor apresenta-nos neste livro as onze palavras que nos conduzirão à realização pessoal e, em última instância à felicidade, se as pusermos em prática na nossa vida. E não digamos que são uma utopia, que são impraticáveis, porque todos conhecemos pessoas que são os modelos vivos de pelo menos uma dessas palavras. A palavra central é “humildade”. Humilde não é aquele que se anula, que se resigna a uma vida menor, que se deixa ultrapassar pelos outros. Humilde é aquele que sabe ouvir, que não se envaidece com os seus êxitos, mas está disponível para aprender coisas novas todos os dias, que ganha experiência com a experiência dos outros e segue o seu caminho com os olhos postos no alto.
Nos últimos tempos, a chamada literatura de desenvolvimento pessoal sofreu um incremento muito grande e hoje o que não faltam são gurus que se propõem com os seus ensinamentos conduzir os ouvintes das suas palestras e os leitores dos seus livros a atingir a felicidade. E a verdade é que têm êxito nos seus propósitos e conseguem bons resultados para si e para os outros. Mas o que levou a nossa sociedade a esta situação? A meu ver, a causa está da perda dos valores tradicionais, no desenraizamento , no fim do individualismo, no materialismo, na descrença na dimensão espiritual do ser humano. O homem “matou” Deus na sua vida, mas foi forçado a criar novos deuses para o guiarem. Só assim se explica a epidemia de cartomantes, videntes, guias espirituais, mestres orientais, o renascer do culto dos druidas, o êxito da literatura fantástica, o fascínio pelas sociedades secretas, a proliferação de drogas alucinogéneas, etc.
O incremento da literatura de desenvolvimento pessoal insere-se neste cenário e é, para muita gente, uma das últimas hipóteses de tentar um novo rumo para a sua vida. A prática dos métodos propostos nestes livros é, com certeza, muito mais sadia e elevada do que outras das que atrás aflorei. No caso concreto deste livro, achei que apresenta uma teoria muito bem construída, com um projecto de vida coerente e capaz de ajudar muitas pessoas.
Termino com a reprodução de uma frase de Oscar Wilde, citada quase no final do livro: “Sê tu mesmo. Todos os outros já estão ocupados”. Talvez que o grande mal da nossa sociedade seja, de facto, a falta de autenticidade; todos queremos imitar os outros e invejamos ser como eles, quando o importante é descobrirmos as nossas capacidades e termos a força de as pôr ao serviço de nós próprios e daqueles que nos rodeiam.
 
 
0 #1 maria afonso 05-12-2010 15:47
Lamento, mas não consegui ler mais do que meia dúzia de páginas. Um livro de auto-ajudo que não traz nada de novo e, na minha opinião, é entediante.
 

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