Participe nos nossos fantásticos passatempos e habilite-se a ganhar um exemplar do livro "Divergente". Para mais informações clique aqui.
| Até Que o Amor nos Separe |
| Segunda, 09 Janeiro 2012 12:11 | |||
|
Autor: José Gameiro O que ela pensa, o que ele nunca diz, as feridas dos dois e aquilo que os une. Tomando como ponto de partida as crónicas semanais do Expresso e peças várias de diversos casos que atendeu no seu divã, José Gameiro construiu estas duas personagens, Manuel - o piloto de aviões - e Maria - a bancária -, que se debatem com os grandes dilemas e os pequenos conflitos da vida conjugal. Embora sejam um casal exemplar, têm de enfrentar as suas crises. Quando surge uma sensual italiana, como vão eles equilibrar o seu amor? Como poderão ultrapassar os ciúmes, a traição, a saudade, a inveja? Autor:
|
|||
| Actualizado em Segunda, 09 Janeiro 2012 22:57 |
Os nossos Passatempos têm o prestimoso contributo das Editoras que colaboram connosco.
Para ver os resultados dos passatempos mais recentes clique aqui.
| Re:Dividir pack Denise 21.5.2012 17:43 |
| Re:Dividir pack Ana_Pereira 21.5.2012 17:39 |
| Re:Dividir pack Denise 21.5.2012 17:34 |
| Re:Destak da semana 14 a 20 clarinda 21.5.2012 17:16 |
| Re:Jojo Moyes clarinda 21.5.2012 17:14 |
Comentários
Diferenças de pensamento, subtilmente descritas, que diferenciam o Homem da Mulher e que nos fazem reconhecer, em nós e na nossa vida, algumas das situações descritas aqui.
Contada a duas vozes como se de dois diários se tratassem, pautada por algumas intervenções do psiquiatra que ajuda o casal a recuperar de situações vividas, esta história descreve-nos o conteúdo das relações conjugais de uma forma ligeira, com uma escrita simples, directa, que nos faz ler este livro num fôlego. Uma forma descomplicada de contar algo que pode ser muito complicado: uma prolongada relação a dois!
Muito agradável a forma que o autor encontrou para falar de assuntos tão recorrentes, próprios das relações conjugais, relembrando-nos amiúde que o amor tem de ser regado continuamente...
Não posso deixar de falar na qualidade do livro em si. Adoro capas duras, coisa rara nos dias de hoje!
A riqueza emocional diferente entre sexos que reagem a situações diversas, algumas das quais causam sofrimento e perplexidade, assim como o relacionamento com os filhos e com os pais num âmago complexo, em que a individualidade de cada um também interage.
Não consegui ficar indiferente a este livro, pela autenticidade e transparência destas personagens que reconheço, descritas com simplicidade e consistência, numa linguagem corrente e fluída. De tão acessível, lê-se de um só fôlego. O complicado torna-se simples.
"As mulheres têm mais jeito para a conjugalidade e são mais exigentes, enquanto os homens são mais simples quanto aos indicadores positivos da relação - se houver sexo, está tudo bem; se não houver está tudo mal..." (sorri com esta observação e não resisti a transcrevê-la).
Subscreva o RSS dos comentários