Casa Aberta

Autor: Elizabeth Berg
Editor: Gradiva Publicações
ISBN: 9789726628002
Ano de Edição/ Reimpressão: 2001
N.º de Páginas: 216
Encadernação: Capa mole
Dimensões: 15 x 22 x 1 cm

Neste magnífico romance, uma mulher refaz a sua vida após o divórcio, abrindo a sua casa e o seu coração.

Abandonada pelo marido, Samantha assume a tarefa de reconstruir uma vida para si e para o seu filho de 11 anos. A mãe, à sua maneira excêntrica, tenta ajudá-la arranjando-lhe pretendentes, mas o problema mais urgente é financeiro. Para pagar a hipoteca da casa, Samantha resolve aceitar hóspedes. A primeira é uma mulher de idade e de bom conselho, que lhe dá o apoio de que tanto precisava; já da segunda, uma estudante malcontente, não se pode dizer que seja uma ajuda.

King, um novo amigo pouco convencional, sugere a Samantha que saia de casa, olhe à sua volta, trabalhe. Mas o mais difícil de tudo é que para se libertar do desgosto e do passado ela vai ter de aprender a construir a sua própria felicidade. Para entender os outros, vai ter de consultar o seu próprio coração. E para saber quem é, vai ter de recordar – e recuperar — a mulher autêntica que tinha sido, até se tornar outra pessoa para tentar salvar o seu casamento. Casa Aberta é uma história de amor sobre os sentimentos que podem despontar entre um homem e uma mulher, e também na alma duma mulher.

Trata-se de um livro que nos mostra, como um divórcio é capaz de nos deixar na mair profunda depressão, em que nada vemos mas de onde temos de conseguir sair e não mais entrar. Neste livro acompanhamos Sam durante os primeiros tempos de divorciada, como vive o desgosto e como se reergue e refaz a sua vida pessoal e familiar.
Um livro por vezes estranho, por vezes duro, mas sempre interessante.

1 comentários
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Comentários

  • Fátima Rodrigues

    Dezembro 10, 2008 às 21:58
    Responder

    Gostei do livro, embora aquela Sam seja, por vezes, muito estranha, mas também a vida não a ajudou nada. Gosto particulamente dos hóspedes que ela escolhia, dos empregos que arranjava e de finalmente, no fim, se fazer luz naquela cabecinha!

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