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| Catarina de Bragança |
| Quarta, 26 Janeiro 2011 16:08 | |||
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Autora: Isabel Stilwell Com 23 anos a infanta Catarina de Bragança, filha de D. Luísa de Gusmão e de D. João IV, deixou para trás tudo o que lhe era querido e próximo para navegar rumo a uma vida nova. No coração um misto de tristeza e alegria. Saudades da sua Lisboa, de Vila Viçosa, do cheiro a laranjas, dos seus irmãos que já haviam partido deste mundo e dos que ficavam em Portugal a lutar pelo poder. Mas os seus olhos escuros deixavam perceber o entusiasmo pelo casamento com o homem dos seus sonhos, Charles de Inglaterra, um príncipe encantado que Catarina amava perdidamente ainda antes de o conhecer. Autora:
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| Re:Dividir pack Ana_Pereira 21.5.2012 17:53 |
| Re:Dividir pack Denise 21.5.2012 17:43 |
| Re:Dividir pack Ana_Pereira 21.5.2012 17:39 |
| Re:Dividir pack Denise 21.5.2012 17:34 |
| Re:Destak da semana 14 a 20 clarinda 21.5.2012 17:16 |
Comentários
Achei as imagens que dividem o livro em três, um pormenor bastante original e de bom gosto: tornou as personagens muito mais reais e fáceis de imaginar, bem como as suas vestes, os seus penteados, os seus palácios. Claro que o facto da personagem Catarina achar o príncipe Charles II bonito e atraente dificultaram-me a tarefa, visto que ou aquele retrato não o favorece, ou naquela época os padrões eram bastante diferentes dos nossos!
Vila Viçosa foi o ponto alto de todo o livro. É bastante excitante ler e imaginar toda a história na vila da minha família e que eu considero a vila mais bonita de Portugal e arredores (não as conheço todas, mas digo que a Vila no verão é linda!). Com paisagens cativantes e várias histórias de amor, fictícias, mas que parecem tão reais, Isabel Stilwell conquistou o meu voto e vou ler a restante bibliografia dela.
Relativamente às personagens, não tenho uma que desgoste. Tanto as más como as boas, são todas interessantes e com personalidades muito bem desenvolvidas, mas, de qualquer forma, temos sempre preferidas. As minhas são: Catarina de Bragança, pela sua bondade e ingenuidade; as irmãs Meg e Nan, pela sua lealdade e pelos seus amores e desgostos; os embaixadores portugueses; e o príncipe Teodósio. Acho que foram as figuras que mais me marcaram ao longo do livro.
Tenho pena que a primeira parte esteja tão desenvolvida, visto que a vida na corte é muito mais emocionante e foi aí que a leitura correu com mais velocidade e onde me senti mais triste e mais feliz. De facto, este é um aspecto que a autora consegue demonstrar muito bem: ela cria situações que nos fazem entrar completamente nas personagens, sentido o que elas sentem.
Concluindo, Catarina de Bragança contribuiu bastante para aumentar a minha consideração pela literatura portuguesa, apesar do apelido da escritora. Além disso, ajudou a aumentar a minha curiosidade e cultura em relação ao passado do nosso Portugal!
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