Clube de Patifes

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Autor:
Dan Simmons
Editora: Saida de Emergência / 2009
Formato: Capa mole
Dimensões: 16 x 23
Páginas: 512

Cuba. 1942. Ernest Hemingway descobre um segredo tão perigoso que só há uma fuga possível: o suicídio. Um thriller soberbo baseado em factos verídicos e com uma versão arrepiante para a verdadeira razão da morte do escritor.

No Verão de 1942, Joe Lucas, agente do FBI, chega a Cuba por ordens de J. Edgar Hoover para manter Hemingway debaixo de olho. O famoso escritor reunira um grupo, a que chamara Clube de Patifes, para se envolver num perigoso jogo amador de espionagem. Mas é então que Lucas e Hemingway, contra todas as expectativas, descobrem informações secretas vitais… e o jogo torna-se verdadeiramente mortal. Em Clube de Patifes, Dan Simmons desenvolve os factos conhecidos e transforma-os numa grande obra de suspense histórico nas paisagens sensuais da Cuba dos anos quarenta.

Críticas:

“Um thriller de espionagem de primeira categoria…Este romance irá reforçar a sua já considerável reputação como contador de histórias.”
- DENVER ROCKY MOUNTAIN NEWS

Comentários  

 
#1 Sebastião Barata 2009-05-11 13:52
Nas notas finais, o autor escreve: "A história incrível das aventuras cubanas de Ernest Hemingway na Segunda Guerra Mundial, a caçar espiões e a perseguir submarinos, que surge no meu último romance, Clube de Patifes, é - penso - ainda mais incrível por ser 95% verdadeira." Na verdade quase só Joe Lucas, o espião e amigo de Hemingway que, às portas da morte, resolveu escrever as suas aventuras com o escritor, é ficcional. "A grande maioria dos pormenores, personagens, incidentes, diálogos e episódios bélicos são reais", mas tudo fundido com tal perfeição e lógica sequencial, que parece autêntica história.
Gostei muito deste livro, porque comprova as palavras que o autor põe da boca de Hemingway e não sei se são verdade ou ficção: "A ficção é uma forma de tentar contar as coisas de uma maneira que é mais verdadeira que a verdade".
 

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"Algumas obras morrem porque nada valem; estas, por morrerem logo, são natimortas. Outras têm o dia breve que lhes confere a sua expressão de um estado de espírito passageiro ou de uma moda da sociedade; morrem na infância. Outras, de maior escopo, coexistem com uma época inteira do país, em cuja língua foram escritas, e, passada essa época, elas também passam; morrem na puberdade da fama e não alcançam mais do que a adolescência na vida perene da glória. Outras ainda, como exprimem coisas fundamentais da mentalidade do seu país, ou da civilização, a que ele pertence, duram tanto quanto dura aquela civilização; essas alcançam a idade adulta da glória universal. Mas outras duram além da civilização, cujos sentimentos expressam. Essas atingem aquela maturidade de vida que é tão mortal como os Deuses, que começam mas não acabam, como acontece com o Tempo."
Fernando Pessoa, in Heróstrato