Como Tudo Começou

Autora: Penelope Lively
Edição:
Fev/2013
Páginas: 264
ISBN: 9789722634595
Editora: Civilização

 

 

 

Quando Charlotte é assaltada e fratura a anca, a sua filha Rose não pode acompanhar o patrão, Lord Peters, a Manchester, por isso a sobrinha dele, Marion, tem de ir no seu lugar; Marion envia ao amante uma mensagem escrita que é intercetada pela mulher… e isto é apenas o início de uma cadeia de acontecimentos que irão alterar várias vidas.

Neste romance sedutor, absorvente e escrito de forma brilhante, Penelope Lively mostra-nos como um simples acontecimento acidental pode significar a destruição e salvação de um casamento, uma oportunidade que aparece e depois desaparece, o encontro entre dois amantes que de outra forma nunca se teriam conhecido e a mudança irrevogável de várias vidas. Divertido, humano, comovente e astucioso, Como Tudo Começou é um trabalho brilhante de uma autora que está no seu melhor.

Autor – Pamela Whitby

Autora:

Pamela Whitby formou-se em advocacia e viajou pelo mundo antes de se dedicar a tempo inteiro ao jornalismo e à escrita. Após quase 15 anos de carreira jornalística, e tendo trabalhado essencialmente as áreas de Tecnologias de Informação e Comunicação e de Puericultura – BBC, Economist’s Intelligence Unit, UK Trade & Investment – escreveu este livro sobre segurança online de crianças e jovens destinado a pais e educadores, para despertar a atenção para este tema. 
Pamela é mãe de duas crianças de 5 e 10 anos, especialista em segurança online, e está preocupada com o modo como a tecnologia constitui uma força de mudança na sociedade atual.

Saiba mais em www.pamelawhitby.com

2 comentários
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Comentários

  • Helena

    Abril 25, 2013 às 15:25
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    Quando escolhi ler este livro, não reconheci ser da autora de um outro romance - [i]Consequências[/i], mas rapidamente compreendi de quem se tratava, pelas semelhanças com a escrita e com o tom da narrativa. Mais contido, rico, de um profundo conhecimento da natureza humana. Maturidade na escrita e muita experiência de vida.Não é um romance dentro do género habitual, porque a empatia é colocada na tónica do real e do dia-a-dia. Personagens banais dentro do quadro de crise e recessão que se verifica e com problemas e escolhas que as condicionam. Bem longe do sonho e da fantasia, ou da […] Ler Mais...Quando escolhi ler este livro, não reconheci ser da autora de um outro romance - [i]Consequências[/i], mas rapidamente compreendi de quem se tratava, pelas semelhanças com a escrita e com o tom da narrativa. Mais contido, rico, de um profundo conhecimento da natureza humana. Maturidade na escrita e muita experiência de vida.Não é um romance dentro do género habitual, porque a empatia é colocada na tónica do real e do dia-a-dia. Personagens banais dentro do quadro de crise e recessão que se verifica e com problemas e escolhas que as condicionam. Bem longe do sonho e da fantasia, ou da perfeição que tanto almejamos.Gostei muito e recomendo. Mas, dependendo das expetativas e gostos de cada um, pode ser apreciado ou rejeitado. Read Less

  • Sónia

    Abril 7, 2013 às 22:53
    Responder

    Tenho que confessar que nunca tinha lido nada desta autora, embora tenha livros dela, o que, como é lógico, revela interesse na sua obra. Digamos que o lançamento deste livro me serviu de "trampolim" para [i]mergulhar[/i] na obra da autora.O ponto de partida deste livro é um assalto que, de certa forma, levaria a supor um desenrolar com algum [i]suspense[/i]. Eu, pelo menos, parti para a leitura com essa ideia. No entanto, a partir desse facto, tudo se vai revelando de modo algo monótono, tanto pela falta de reviravoltas na narrativa, como pelo conteúdo da mesma, que mais não é […] Ler Mais...Tenho que confessar que nunca tinha lido nada desta autora, embora tenha livros dela, o que, como é lógico, revela interesse na sua obra. Digamos que o lançamento deste livro me serviu de "trampolim" para [i]mergulhar[/i] na obra da autora.O ponto de partida deste livro é um assalto que, de certa forma, levaria a supor um desenrolar com algum [i]suspense[/i]. Eu, pelo menos, parti para a leitura com essa ideia. No entanto, a partir desse facto, tudo se vai revelando de modo algo monótono, tanto pela falta de reviravoltas na narrativa, como pelo conteúdo da mesma, que mais não é do que o relato da vida de uma qualquer família, lembrando uma crónica de costumes. Além disso, a narração é alternada, embora fluída, e faz-se tanto na primeira como na terceira pessoa, tendo-me levado a alguma confusão no início. Juntar isso à falta de acção que a autora [i]imprimiu[/i] à estória, faz adivinhar uma leitura "morna" e com pouca emoção. Um ponto positivo foi a forma como Penelope Lively colocou a paixão pelos livros, através de duas personagens, Anton e Charlotte. Foi uma parte de que gostei bastante, porque permitiu uma identificação real com o meu e tantos outros casos.Não vou dizer que não gostei do livro, porque gostei. Mas talvez as expectativas que depositei, enquanto leitora, tenham sido demasiado elevadas, o que resultou nalguma desilusão. Esperava um grande romance e deparei-me com um relato, sem grandes focos emotivos, de vidas com que nos podíamos atravessar diariamente, onde o [i]happy end[/i] é o denominador comum a todas elas. Read Less

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