Coração em Segunda Mão

 

 

  

 

Autora: Catherine Ryan Hyde
Edição: Nov/2010
Páginas: 248
Editora: Publicações Europa-América

 

 

Deram-lhe uma nova vida. Mas saberá ela vivê-la?
Uma rapariga. Vida tem 19 anos, está doente e pode morrer a qualquer momento. Uma nova esperança, um coração alheio, fá-la compreender que só pode viver se outra pessoa morrer.
Um homem. Richard perdeu a sua esposa num acidente. A dor e o sofrimento levam-no a querer conhecer a rapariga que recebeu o coração da sua mulher.

Um coração. No hospital, Vida conhece Richard e apaixona-se por ele. Pode um coração em segunda-mão unir duas pessoas?

Autor – Catherine Ryan Hyde

Autora:

Catherine Ryan Hyde é autora de vários best-sellers, entre os quais se destaca Favores em Cadeia, livro que contou com uma adaptação cinematográfica, protagonizada por Kevin Spacey e Helen Hunt. Depois de mais um sucesso com Coração em Segunda Mão, a autora deslumbra-nos agora com uma visão terna do amor e da humanidade que nos une, neste livro comovente.
Mais informações em www.catherineryanhyde.com

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Comentários

  • Lídia Rumor

    Março 5, 2011 às 15:37
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    Ironicamente, Vida, uma jovem de dezanove anos, tem tido pouca vida, já que o seu coração fraco a deixou prisioneira dum corpo jovem mas frágil e duma mãe que quase a mata de tanto cuidado. Lorrie, esposa de Richard, morre tragicamente num acidente de viação e este, numa atitude de puro altruísmo, permite que o coração da sua esposa traga uma nova vida à Vida. É este coração que ambos partilham e as suas vidas estarão agora, para sempre, ligadas. Numa busca de si própria, numa tentativa de viver a sua própria vida longe da mãe controladora e de encontrar […] Ler Mais...Ironicamente, Vida, uma jovem de dezanove anos, tem tido pouca vida, já que o seu coração fraco a deixou prisioneira dum corpo jovem mas frágil e duma mãe que quase a mata de tanto cuidado. Lorrie, esposa de Richard, morre tragicamente num acidente de viação e este, numa atitude de puro altruísmo, permite que o coração da sua esposa traga uma nova vida à Vida. É este coração que ambos partilham e as suas vidas estarão agora, para sempre, ligadas. Numa busca de si própria, numa tentativa de viver a sua própria vida longe da mãe controladora e de encontrar aquele lugar pelo qual o coração de Lorrie tanto anseia, Vida parte em viagem com o seu amigo Vitor, mas desejando reencontrar-se com o seu amor, melhor, o amor do seu coração, Richard. Richard vive em tormento provocado pela perda da esposa e tem sentimentos muito confusos em relação ao coração que agora bate no peito da Vida. No vasto e fantástico Grand Canyon, estes dois corações encontrar-se-ão de novo. Será este momento que marca o reinício duma história de amor? Read Less

  • fernanda carvalho

    Dezembro 31, 2010 às 13:53
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    Eis um livro sobre um tema muito interessante. A eterna questão que divide a comunidade cientifica: é possível que a memória celular permita aos receptores de órgãos experienciar situações que lhes são completamente estranhas? Como, por exemplo, desenvolver novos gostos, ter recordações de coisas que nunca viveram, amar quem nem sequer conheciam?Vida, uma rapariga de 19 anos que desde bebé teve problemas de coração, recebe finalmente o órgão que lhe permitirá continuar a viver, ou melhor dizendo, começar a viver. Mas os sentimentos estranhos e confusos que sente pelo marido da ex-dona do seu coração acabam por a lançar numa […] Ler Mais...Eis um livro sobre um tema muito interessante. A eterna questão que divide a comunidade cientifica: é possível que a memória celular permita aos receptores de órgãos experienciar situações que lhes são completamente estranhas? Como, por exemplo, desenvolver novos gostos, ter recordações de coisas que nunca viveram, amar quem nem sequer conheciam?Vida, uma rapariga de 19 anos que desde bebé teve problemas de coração, recebe finalmente o órgão que lhe permitirá continuar a viver, ou melhor dizendo, começar a viver. Mas os sentimentos estranhos e confusos que sente pelo marido da ex-dona do seu coração acabam por a lançar numa busca incansável de algo que nem ela sabe muito bem explicar.É uma história estranha, mas ao mesmo tempo bem bonita, e fez-me recordar uma rapariga que conheci e que, infelizmente, não teve a mesma sorte que Vida... a querida Snow.Ser dador de sangue, de medula óssea e, em último grau, de órgãos, é algo que todos nós devemos considerar, pois muitas vidas dependem destes actos altruístas. Read Less

  • veronica silva

    Dezembro 12, 2010 às 23:03
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    Este livro conta a história de Vida, uma rapariga que nasceu com um problema de coração. Durante dezanove anos, viveu com a possibilidade de ver o coração falhar a qualquer momento, enquanto esperava por um transplante. Quando finalmente o consegue, sonha constantemente com lugares que não conhece e sente saudades de coisas que nunca viveu, inclusive até se apaixona pelo marido da sua dadora. Por outro lado, temos Richard, que está profundamente deprimido por ter perdido a mulher e perturbado por Vida ter um coração que ele considera ser seu. Ele está muito confuso e tão depressa quer afastar-se de […] Ler Mais...Este livro conta a história de Vida, uma rapariga que nasceu com um problema de coração. Durante dezanove anos, viveu com a possibilidade de ver o coração falhar a qualquer momento, enquanto esperava por um transplante. Quando finalmente o consegue, sonha constantemente com lugares que não conhece e sente saudades de coisas que nunca viveu, inclusive até se apaixona pelo marido da sua dadora. Por outro lado, temos Richard, que está profundamente deprimido por ter perdido a mulher e perturbado por Vida ter um coração que ele considera ser seu. Ele está muito confuso e tão depressa quer afastar-se de Vida, como quer estar perto dela.Não foi um livro que me tenha convencido, sou sincera. Para já, temos a história contada em duas visões, a de Vida e a de Richard, que as escrevem num caderno tipo Diário. Depois, o conteúdo em si: acho o desenrolar todo muito apressado e pouco profundo, não apela muito às emoções.O que este livro tem de bom é que nos faz questionar se, realmente, existe memória celular nos doentes transplantados, o que não deixa de ser estranho de acreditar. Talvez seja por isso que a história deste livro não me pareceu muito real. Read Less

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