Coração Selvagem

Autora: Elizabeth Hoyt
Série: A Lenda dos Quatro Soldados (Vol. 4)
Edição: Fev/2015
Páginas: 360
ISBN: 9789897261664
Editora: Quinta Essência

 

 


Reynaud St. Aubyn passou os últimos sete anos num cativeiro infernal. Agora meio louco com febre, surge de repente no seu lar ancestral e exige o que lhe é devido. Pode este homem de aparência selvagem ser realmente o último herdeiro do conde, julgado morto por índios anos atrás?
Beatrice Corning, sobrinha do atual conde, é uma boa jovem inglesa. Mas tem um segredo: nenhum homem em carne e osso a excitou mais do que o belo jovem do quadro pendurado em casa do tio. De repente, esse mesmo homem está ali, em carne e osso… e a atraí-la para a sua cama.

Apenas Beatrice consegue ver o homem nobre dentro do aspeto selvagem de Reynaud. Reynaud sente-se atraído por aquela jovem encantadora, embora desconfie da lealdade dela. Mas poderá o amor de Beatrice domar um homem que não se deterá diante de nada para recuperar o seu título… mesmo que isso signifique sacrificar a inocência dela?

Consulte os volumes anteriores no Segredo dos Livros:
O Sabor da Tentação
Vertigem de Paixão
Sedução Irresistível

Autor – Elizabeth Hoyt

Autora:

Elizabeth Hoyt nasceu em Nova Orleães, onde a família da mãe vive há várias gerações, mas foi criada nos invernos gélidos de St. Paul, Minnesota. Quando era pequena, a família viajou muito na Grã-Bretanha, passando um verão em St. Andrews, na Escócia, e um ano em Oxford. Tem uma licenciatura em Antropologia pela Universidade de Wisconsin, Madison. Wisconsin foi também o local onde conheceu o marido, arqueólogo – numa escavação num campo de milho – e vivem no centro do Illinois, com os seus dois filhos, três cães e um jardim que ela cuida com entusiasmo. A família Hoyt gosta de fazer férias que acabem invariavelmente em sítios arqueológicos.

Visite a página da autora em: elizabethhoyt.com

2 comentários
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Comentários

  • Lurdes Graça Pereira da Silva

    Abril 11, 2015 às 21:15
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    Gostei do regresso Reynaud St. Aubyn, que era dado como morto pela família e amigos.Depois de tudo aquilo por que passou, Reynaud já não é o mesmo homem. Ele é selvagem e alucinado. Será que existem nele ainda sentimentos civilizados?Beatrice Corning parece ter um efeito calmante sobre a sua selvajaria. Ele, pelo contrário, tem sobre Beatrice um efeito escaldante.Gosto desta parte do romance.Mas dado que era o último da série dos quatro soldados, estava à espera duma dinâmica maior entre os quatro antigos soldados e amigos.Neste aspeto, falhou imenso a intriga e a resolução.

  • Liliana Patrícia Pereira Pinto

    Fevereiro 21, 2015 às 10:26
    Responder

    Elizabeth Hoyt, o que se passou consigo para escrever um livro assim?! Só tinha lido dois livros de Elizabeth Hoyt. O segundo e o terceiro da saga "A Lenda dos Quatro Soldados", dois dos melhores livros de romance de época que já li. Por essa razão, comecei a leitura deste quarto livro com elevadas expectativas. Ainda para mais, sendo o protagonista o soldado mais falado nos outros livros. Aquele que desapareceu e que todos pensavam estar morto, renasce das cinzas para abalar a sociedade... Era uma boa premissa, mas, simplesmente, a escritora estragou tudo ao colocar uma rapariga insossa como […] Ler Mais...Elizabeth Hoyt, o que se passou consigo para escrever um livro assim?! Só tinha lido dois livros de Elizabeth Hoyt. O segundo e o terceiro da saga "A Lenda dos Quatro Soldados", dois dos melhores livros de romance de época que já li. Por essa razão, comecei a leitura deste quarto livro com elevadas expectativas. Ainda para mais, sendo o protagonista o soldado mais falado nos outros livros. Aquele que desapareceu e que todos pensavam estar morto, renasce das cinzas para abalar a sociedade... Era uma boa premissa, mas, simplesmente, a escritora estragou tudo ao colocar uma rapariga insossa como pretendente e ao apresentar o Reynaud com um único objectivo: o de recuperar o seu título. Quer dizer, eu entendo o seu desespero em querer o título, as casas e as rendas de volta. Mas, a sério?! É a única coisa em que ele pensa? E tentar descobrir quem raio é que traiu a sua companhia? Ou tentar encontrar os "amigos"? Beatrice, para os seus 24 anos, pareceu-me muito chatinha. Quem é que passa cinco anos a olhar para um quadro? Para mim, não tem muita lógica. Ela foi construída como uma personagem boa demais. Muito simpática, muito doce, muito querida, muito betinha... Não gosto de protagonistas assim. Preferia mil vezes a minha querida Helen (do terceiro volume) ou mesmo a Melisande, com o seu louco pedido de casamento! Páginas e páginas da pequena Beatrice a lamentar-se do facto do Reynaud não a amar. Páginas e páginas... Cansativo. Read Less

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