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| Cruel Abandono |
| Domingo, 24 Maio 2009 08:59 | |||
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Leia aqui um excerto do livro. Numa noite de 1986, uma bebé recém-nascida é encontrada abandonada no aeroporto de Heathrow. Goradas as investigações, a criança é entregue às autoridades e posteriormente adoptada.Passados quinze anos, a bebé, Kate, é já uma bela adolescente, aspirante a modelo, que decide procurar a mãe biológica. Kate irá concretizar o seu desejo de conhecer a mãe biológica, mas isso obrigará a que seja revelado um segredo que uma das mulheres guardara ciosamente ao longo de todos esses anos...
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| Actualizado em Segunda, 03 Agosto 2009 18:10 |
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| Re:Dividir pack Ana_Pereira 21.5.2012 17:53 |
| Re:Dividir pack Denise 21.5.2012 17:43 |
| Re:Dividir pack Ana_Pereira 21.5.2012 17:39 |
| Re:Dividir pack Denise 21.5.2012 17:34 |
| Re:Destak da semana 14 a 20 clarinda 21.5.2012 17:16 |
Comentários
No geral, gostei, embora acho que das três personagens principais apenas Jocasta se apresenta como um mulher forte, independente que valoriza a sua carreira e amigos, sem estar verdadeiramente presa a algo, como Clio e Martha.
De uma maneira um pouco imprevisível, as três mulheres passam por muitas mudanças psicológicas e emocionais e a que menos me agradou foi mesmo a de Jocasta, que foi a personagem de que mais gostei desde o início.
Desde muito cedo que se percebe quem são os pais de Kate, o que pode ser visto como algo bom ou nem tanto. Poderia ter havido mais mistério quanto a isso, mas ao mesmo tempo dá-nos a ideia que a escritora preferiu focar-se mais no desenvolvimento individual das personagens do que no que leva Kate a tentar descobrir a mãe biológica.
Kate é uma adolescente normal com pais super protectores que um dia conhece Jocaste e as duas dão-se bem. Achei piada à "carreira" de Kate e ao facto de levar o namorado, Nat, atrás, tanto para a festa de Jocasta como quando conhece a mãe.
Uma das personagens secundárias que considero importante é Ed, de quem gostie desde o início. Acho que ele impulsionou uma grande mudança numa das mulheres, que contribuiu para o avanço da história.
Sobre a política... Acho que houve algumas partes aborrecidas no livro que poderiam ter sido cortadas, porque não acrescentam nada de novo à história.
Mas confesso que esperava mais qualquer coisa dele...
Todo o enredo me pareceu, por vezes forçado para ligar as personagens umas as outras, e falta também qualquer coisa nas personagens, mais emoção ou algo.
Depois tem muita cena de politica que sinceramente me passou ao lado, e o final é modos que cortado sem mais nem menos.
Acabei de o ler o livro com a sensação de ler tanta pagina e ter tão pouco para dizer... sinceramente.
Ele há dias ou livros assim.
Mais uma vez agradeço ao site www.segredodoslivros.com pela oportunidade.
Custou-me um pouco a ler devido a isso mesmo pois a autora cria personagens e mais personagens que muitas delas seriam bem dispensáveis para os pontos importantes de toda a trama.
Martha, Clio e Jocasta conhecem-se numa viagem à Tailândia, onde se divertem e partilham o prazer de ter 18 anos e uma vida inteira pela frente, com muitos sonhos, projectos de vida... e não só ;-)
A Viagem termina e cada uma segue o seu caminho.
Dezasseis anos depois voltam a cruzar-se as três todas elas com a vida virada do avesso, podendo nessa altura comprovarem se o seus sonhos e projectos foram então conseguidos.
No meio das suas vidas surge Kate, uma adolescente que foi abandonada depois de nascer e que tem como objectivo encontrar a sua mãe biológica. Este é o ponto fulcral da história, e o que nos leva a continuar sempre a leitura deste livro enorme é a capacidade da autora de chegar até quase ao final sempre dando pistas de quem é a mãe e ao mesmo tempo retirar logos as certezas de que sabemos já tudo.
Bem, quanto ao final fiquei um pouco desapontada com alguns desfechos das personagens principais mas mesmo assim este foi um livro de que gostei apesar de ter tantas páginas que não faziam falta nenhuma.
Ao principio custou um pouco entrar nas personagens e a parte de política, mas depois para o meio li-o com grande agrado.
Acho que se tivesse menos algumas páginas não tiraria valor nenhum à história.
A história está bem estruturada e tem os ingredientes perfeitos para nos manter presos às suas mais de 600 páginas, se bem que, para mim, seriam dispensáveis algumas divagações sobre política que surgem lá pelo meio do livro e não se perderia nada se este tivesse menos uma centena de páginas.
Apesar do que a sinopse parece indicar, percebe-se quase no início quem será a mãe de Kate e até se adivinha também quem será o pai, mas isso não retira o interesse ao resto da história e à evolução e reencontros (e desencontros) das personagens centrais.
O leque de personagens é bastante alargado, mas a autora consegue levar-nos sempre em frente, sem nos perdermos até ao final. Gostei bastante da última parte, em que a história se torna mais intensa, mas o finalzinho a sério... bem, achei mornito e estava à espera de mais qualquer coisita.
Não me quero alargar muito mais, para não estragar a leitura a ninguém, mas recomendo a leitura, mesmo sendo na diagonal nas partes mais específicas sobre política inglesa... o resto vale a pena! ;-)
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