De Adão a Newton

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Subtítulo: Uma História das maçãs
Autor: Paulo Mendes Pinto
Páginas: 96
Formato: 15 cm x 22,5 cm
Publicação: Outubro de 2009
Editora: Esfera do Caos

Das coisas mais sérias às mais divertidas, as maçãs são um dos tópicos fortes da nossa cultura. Falamos na maçã de Adão, pensamos no coitado do Newton debaixo da macieira e vemos como, num mesmo símbolo, temos o que de mais sério a humanidade criou, a ideia de pecado, e o ridículo do acaso que muitas vezes resulta na mais espantosa descoberta .

Este livro é isso mesmo: o espanto perante a variedade de significados que uma «maçã» pode ter. Estamos, de facto, perante um símbolo que atravessa a nossa cultura. Do Génesis bíblico ao Pomo da discórdia que conduz à guerra de Tróia, passando pelo atirador Guilherme Tell, pela maçã da Branca de Neve, pelo sortudo do Newton e terminando na marca de computadores, elas, as maçãs, estão em todo o lado!

Autor:
Paulo Mendes Pinto é doutorado em História e Cultura Pré-Clássica pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É especialista em mitologia e religiões antigas e professor e Director da Licenciatura em Ciência das Religiões na Universidade Lusófona. Tem trabalhado na área das relações entre a religião, a cidadania e as instituições democráticas. É director da Revista Lusófona de Ciência das Religiões e investigador da Cátedra de Estudos Sefarditas «Alberto Benveniste» da Universidade de Lisboa. Publicou, entre outros, os seguintes livros: Itinerários de Fé: Locais sagrados das religiosidades (Inapa, 2005); A Verdadeira História de Maria Madalena (Casa das Letras, 2006, com Maria Julieta Mendes Dias); O Massacre dos Judeus: Lisboa 19 de Abril de 1506 (Alêtheia, 2007, com Susana Bastos Mateus); Conhecimento de Deus (Quasi, 2008).

Comentários  

 
#2 Helena 2010-01-25 13:59
Este pequeno livro é muito interessante e divertido. Não tinha pensado no símbolo - a maçã - em muitas histórias contadas e recontadas ao longo dos tempos. Quando penso na maçã associo a pecado. Desconhecia a coincidência de vocabulário entre Mal e Maçã, que pode ter estado na origem da escolha do fruto. Mas, em outros mitos, tem outras associações em que nunca pensara.
 
 
#1 Sebastião Barata 2009-12-06 00:58
Um livrinho delicioso, a prova provada de que se pode falar de assuntos sérios e, em consequência, pesados e chatos, de uma forma bem disposta e atractiva. Na verdade, o tema deste livro é a origem do mal e a sua relação com o livre arbítrio e o desenvolvimento da mente humana; a forma como as várias mitologias tentaram explicar a dicotomia entre o bem e o mal, nomeadamente a greco-romana, a judaico-cristã e a celta.
Servindo-se da maçã, que é um fruto saudável e saboroso, mas também, ao que parece, o móbil de que Satanás se serviu para introduzir o mal no mundo, o autor mostra-nos como este fruto tem acompanhado a história das religiões. Mas estaremos mesmo a falar de maçãs? Aqui, a maçã não passa de um símbolo.
 

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"Não ler, pensei, era como fechar os olhos, fechar os ouvidos, perder sentidos. As pessoas que não liam não tinham sentidos. Andavam como sem ver, sem ouvir, sem falar."
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