Desculpa, mas vou chamar-te amor

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Autor: Federico Moccia
Edição: Mar/2010
Páginas: 552
ISBN: 9789896660321
Editora: Contraponto

 


Niki é uma rapariga linda, extrovertida, inteligente, simpática e alegre. Tem dezassete anos, e tanto ela como as suas amigas estão no último ano do secundário. O seu dia-a-dia é pautado por desfiles, festas e raves, entre outros divertimentos.
Alex é um «rapaz» com quase trinta e sete anos e acabou há pouco tempo uma relação de longa data. Tem três grandes amigos, Enrico, Flávio e Pietro, que são casados. Alex ocupa um cargo importante na área da publicidade, mas um jovem oportunista contratado recentemente pela sua empresa põe em risco o seu emprego.
Certa manhã, Niki e Alex têm um encontro, ou melhor, um desencontro – um desencontro que vai mudar tudo.

Esta linda história de amor reflecte a vontade de reencontrar a liberdade e o desejo de nutrir sentimentos verdadeiros, de amar sem regras nem porquês. Retrata o quotidiano, mas também o sonho, a fuga mais bela, mais louca, mais inesperada: uma fuga de amor. E, depois, aquele farol…
Enfim, é um mergulho onde o mar é mais azul!

Autor:

Federico Moccia nasceu em Roma, em 1963. Trabalha como cenógrafo em cinema e como argumentista em televisão.
É um dos autores de ficção romântica com maior sucesso internacional.
Os seus livros, que contam histórias simples, reais mas cheias da magia que só o amor pode dar à vida, já tocaram os corações de milhões de leitores em todo o mundo. Um amante da leitura desde muito jovem, Federico Moccia escreveu o seu primeiro romance com apenas 30 anos. O reconhecimento não foi imediato; depois de ser recusado por várias editoras, fez uma edição de autor que, sendo um estrondoso sucesso de vendas, lhe abriu as portas das maiores editoras italianas e o catapultou para a fama.
Com sete romances publicados, vários dos quais adaptados ao cinema e à televisão, Federico Moccia é um verdadeiro fenómeno de popularidade, que encontra expressão mesmo fora do mundo dos livros e dos filmes: foi com base numa cena de um dos seus livros que teve início a «moda», hoje comum em todo o mundo, de os namorados prenderem em pontes cadeados com os seus nomes, como sinal de amor eterno.

Consulte www.federicomoccia.es e federicomocciaportugal.blogspot.com



 

Comentários  

 
+1 #7 PCCST 2011-06-27 09:23
Quando comecei a ler o livro "Desculpa, mas vou chamar-te amor" ia já com a ideia de uma boa leitura.
As expectativas de uma boa leitura eram mais que muitas e agora, que terminei o livro, posso dizer que todas essas expectativas são fundamentadas, pois este livro proporcionou-me óptimos momentos.
Uma leitura envolvente e viciante até, que nos obriga a ler compulsivamente . Sempre que tinha que parar, ficava com aquele sentimento de culpa por não estar a ler...
Claro que, com tudo isto, foi um livro que adorei! Despertou em mim sentimentos e ideias que estavam esquecidos.
Como um amor impossível, em que, no fim, o amor vence! Ou a ideia de que a diferença de idades nem sempre é um problema.
As personagens estão muito bem construídas, adorei a Nikki. A sua juventude, frontalidade e sinceridade.
Uma miúda extrovertida e que não tem receio de arriscar.
Já o Alex, um adulto que comprova que, dentro de nós, há sempre uma criança!

Confesso que estou ansiosa por ler a continuação deste livro, com "Desculpa, mas quero casar contigo".
Presumo que será igualmente uma leitura emocionante.
 
 
+1 #6 Carla Alexandra Silva 2010-09-09 13:07
O meu género preferido no romance é os amores impossíveis, e este livro é disso mesmo que fala, uma história linda de amor entre uma adolescente e um homem mais velho, uma história que deita qualquer preconceito ao chão, pelo modo divertido, leve e doce como esta narrada. O livro está recheado de referências à cultura Pop, o que ajuda o leitor a relacionar–se com o livro. No fim, não conseguimos evitar a lágrima e o sorriso. Gostei imenso deste livro e vou ler mais deste autor.
 
 
+2 #5 Daniela Maciel 2010-07-27 23:43
Desculpa, mas vou chamar-te amor, de Federico Moccia, é um romance muito divertido, cativante e envolvente. A escrita é bela, cuidada e muito fluída, proporcionando- nos uma leitura calma, refrescante e óptima para os dias de Verão. As personagens são excelentes, estão muito bem trabalhadas e caracterizadas, atraindo a nossa atenção, quando estão felizes, ou as nossas lágrimas, quando estão tristes.

É um romance extremamente bonito. Adorei, adorei, adorei!
 
 
+1 #4 PIPOQA´ 2010-07-04 15:16
Este livro é fantástico!
Espero que seja lido por muitos portugueses, pois este país está cheio de preconceitos!
Tenho 19 anos e namoro com um homem de 41. É claro que, ao princípio, foi difícil, e ainda é.... mas continuamos juntos e felizes.
Sim, amar com uma grande diferença de idade é possível e existe, e não há nada de errado nisso. Só na cabeça das pessoas preconceituosas...

Finalmente, alguém com coragem para escrever sobre um assunto tão polémico!
 
 
+1 #3 Catia Silva 2010-06-02 00:07
Uns dos trunfos para captar a atenção dos leitores são as constantes alusões a referências culturais, sem desprezar a intensidade dos sentimentos e as atitudes rebeldes que caracterizam a adolescência.
Adoro o seu estilo rápido, ligeiro e coloquial com uma descrição de situações muito próximas da realidade, o que favorece a sua escrita de uma grande fluidez.
Uma história de amor difícil de imaginar entre duas pessoas com uma diferença de 20 anos de idade, mas, quando existe uma entrega sincera ao amor, muitas contrariedades podem ser ultrapassadas.
 

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