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Desculpa, mas vou chamar-te amor
Sexta, 26 Março 2010 22:11

Autor: Federico Moccia
Edição: Mar/2010
Páginas: 552
Editora: Contraponto

Niki é uma rapariga linda, extrovertida, inteligente, simpática e alegre. Tem dezassete anos, e tanto ela como as suas amigas estão no último ano do secundário. O seu dia-a-dia é pautado por desfiles, festas e raves, entre outros divertimentos.
Alex é um «rapaz» com quase trinta e sete anos e acabou há pouco tempo uma relação de longa data. Tem três grandes amigos, Enrico, Flávio e Pietro, que são casados. Alex ocupa um cargo importante na área da publicidade, mas um jovem oportunista contratado recentemente pela sua empresa põe em risco o seu emprego.
Certa manhã, Niki e Alex têm um encontro, ou melhor, um desencontro – um desencontro que vai mudar tudo.
Esta linda história de amor reflecte a vontade de reencontrar a liberdade e o desejo de nutrir sentimentos verdadeiros, de amar sem regras nem porquês. Retrata o quotidiano, mas também o sonho, a fuga mais bela, mais louca, mais inesperada: uma fuga de amor. E, depois, aquele farol…
Enfim, é um mergulho onde o mar é mais azul!

Autor:
Federico Moccia nasceu em Roma, em 1963. Trabalha como cenógrafo em cinema e como argumentista em televisão. É autor de vários livros, já traduzidos em doze línguas e todos eles grandes best-sellers entre os leitores jovens de todo o mundo.
Moccia combina um estilo rápido, ligeiro e coloquial com uma descrição de situações muito próxima da elaboração de um guião cinematográfico, o que dota a sua escrita de uma grande fluidez. As frequentes alusões a referências culturais, sem descurar a intensidade dos sentimentos e as atitudes rebeldes que caracterizam a adolescência, são os seus trunfos para captar a atenção dos leitores.
www.federicomoccia.it
Actualizado em Domingo, 18 Abril 2010 10:38
 

Comentários  

 
+1 #7 PCCST 27-06-2011 09:23
Quando comecei a ler o livro "Desculpa, mas vou chamar-te amor" ia já com a ideia de uma boa leitura.
As expectativas de uma boa leitura eram mais que muitas e agora, que terminei o livro, posso dizer que todas essas expectativas são fundamentadas, pois este livro proporcionou-me óptimos momentos.
Uma leitura envolvente e viciante até, que nos obriga a ler compulsivamente . Sempre que tinha que parar, ficava com aquele sentimento de culpa por não estar a ler...
Claro que, com tudo isto, foi um livro que adorei! Despertou em mim sentimentos e ideias que estavam esquecidos.
Como um amor impossível, em que, no fim, o amor vence! Ou a ideia de que a diferença de idades nem sempre é um problema.
As personagens estão muito bem construídas, adorei a Nikki. A sua juventude, frontalidade e sinceridade.
Uma miúda extrovertida e que não tem receio de arriscar.
Já o Alex, um adulto que comprova que, dentro de nós, há sempre uma criança!

Confesso que estou ansiosa por ler a continuação deste livro, com "Desculpa, mas quero casar contigo".
Presumo que será igualmente uma leitura emocionante.
 
 
+1 #6 Carla Alexandra Silva 09-09-2010 13:07
O meu género preferido no romance é os amores impossíveis, e este livro é disso mesmo que fala, uma história linda de amor entre uma adolescente e um homem mais velho, uma história que deita qualquer preconceito ao chão, pelo modo divertido, leve e doce como esta narrada. O livro está recheado de referências à cultura Pop, o que ajuda o leitor a relacionar–se com o livro. No fim, não conseguimos evitar a lágrima e o sorriso. Gostei imenso deste livro e vou ler mais deste autor.
 
 
+2 #5 Daniela Maciel 27-07-2010 23:43
Desculpa, mas vou chamar-te amor, de Federico Moccia, é um romance muito divertido, cativante e envolvente. A escrita é bela, cuidada e muito fluída, proporcionando-nos uma leitura calma, refrescante e óptima para os dias de Verão. As personagens são excelentes, estão muito bem trabalhadas e caracterizadas, atraindo a nossa atenção, quando estão felizes, ou as nossas lágrimas, quando estão tristes.

É um romance extremamente bonito. Adorei, adorei, adorei!
 
 
+1 #4 PIPOQA´ 04-07-2010 15:16
Este livro é fantástico!
Espero que seja lido por muitos portugueses, pois este país está cheio de preconceitos!
Tenho 19 anos e namoro com um homem de 41. É claro que, ao princípio, foi difícil, e ainda é.... mas continuamos juntos e felizes.
Sim, amar com uma grande diferença de idade é possível e existe, e não há nada de errado nisso. Só na cabeça das pessoas preconceituosas ...

Finalmente, alguém com coragem para escrever sobre um assunto tão polémico!
 
 
+1 #3 Catia Silva 02-06-2010 00:07
Uns dos trunfos para captar a atenção dos leitores são as constantes alusões a referências culturais, sem desprezar a intensidade dos sentimentos e as atitudes rebeldes que caracterizam a adolescência.
Adoro o seu estilo rápido, ligeiro e coloquial com uma descrição de situações muito próximas da realidade, o que favorece a sua escrita de uma grande fluidez.
Uma história de amor difícil de imaginar entre duas pessoas com uma diferença de 20 anos de idade, mas, quando existe uma entrega sincera ao amor, muitas contrariedades podem ser ultrapassadas.
 
 
+1 #2 Joana Dias 19-05-2010 21:20
Este livro interessou-me assim que li a sinopse, por se tratar de um amor impossível entre uma adolescente e um homem de sucesso de 36 anos. Eu penso que os amores impossíveis acabam sempre por, de alguma forma, se tornarem mais intensos e interessantes, devido aos obstáculos e adversidades que tem de ultrapassar.
Gostei muito deste livro que já se tornou um best-seller em Portugal. Uma das grandes vantagens deste livro e deste autor é sua escrita simples num tom quase coloquial, mas recheada de referências culturais importantes, o que o torna tão atraente para o público jovem, como para o público adulto. Até porque retrata as duas realidade, quer a adolescente, quer a do mundo adulto de uma forma notável e realista.
Outra coisa que gostei muito no livro foi a descrição muito charmosa de Roma que permite ao leitor ter uma visualização perfeita dos cenários em que decorre a história, criando no leitor o desejo de estar no mesmo sítio que os protagonistas.
A história em si é uma história de amor fantástica, que balança ora entre a tendência realista do autor e a ficção muito romantizada. Ambos os personagens Niki e Alex estão muito bem construídos. Embora não possa concordar que Niki é uma adolescente madura, quando entra em corridas de carros até este se destruírem, falta às aulas constantemente e vivendo sempre em função dos seus instintos, no entanto é a metade perfeita de Alex, trazendo um vigor novo à sua vida e acordando nele o jovem adormecido dentro dele.
No entanto, penso que devia haver maior tensão em volta da história de amor deles. Pois sendo realistas, penso que quase nenhuns pais iriam aceitar tão facilmente a relação da filha adolescente com um homem quase da sua idade, limitando-se quase a ocultar o seu desagrado. Assim como as restantes pessoas à sua volta, penso que aceitaram demasiado facilmente a relação de ambos. Pois embora já não se trate de pedofilia, por dois anos, está muito longe disso… Penso que essa censura poderia ter tornado ainda a história mais interessante.
De qualquer forma, o livro é fantástico e imperdível para quem gosta de um bom romance.
 
 
0 #1 Vera Mouta 18-04-2010 12:00
Este livro conta a história de Alex, um homem com 36 anos que terminou uma relação de longa data e que num encontro fortuito vai conhecer Niki, uma rapariga cheia de vida, extrovertida, simpática e que tem apenas 17 anos.
O livro desenvolve a relação que vai nascer a partir deste encontro, o convívio entre os casais amigos de Alex e as amigas de Niki e o lado profissional de Alex, visto que tem em mãos uma grande campanha publicitária.

Claro que ao longo do livro e, à medida que se vão conhecendo, vai sendo posta em causa a sua relação, devido à diferença significativa de idades e, inerente a isso, a experiência de vida de cada um.

Este é o 2º livro que leio deste autor e não me desiludiu. Acho que quem já leu livros dele nota que a linguagem, o estilo coloquial estão lá sempre presentes.
É um autor que escreve sobre o romance e os dramas dos adolescentes de uma forma muito realista.

Este autor escreve sobre a cidade de Roma, as suas ruas, ruelas, avenidas e estradas, de uma forma que parece que estamos lá. Penso que poderei dizer que o autor nos seus livros elogia a sua cidade natal e quem lê os seus livros conhece um pouco mais Roma e fica com vontade de lá ir.

“… Entender que talvez amar seja outra coisa. É sentir-se leve e livre. É saber que o coração dos outros é algo que não podemos exigir, não é propriedade nossa, não nos cabe por contrato. Tens de o merecer todos os dias e dizer-lhe isso a ele. Entender também, pelas respostas, que talvez seja preciso mudar. É preciso ir embora para voltar a encontrar o caminho. (…)Porque, quando alguém que desejas se vai embora, tentas detê-lo com as mãos, esperando agarrar também o seu coração, mas não… O coração tem pernas que não vês.(…) o amor não é uma dívida, não dá créditos, nem aceita descontos.”
 

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