Deve Ser Primavera Algures

FaceBook  Twitter  

 

 

Autor: Pedro Rodrigues
Género: Romance
Edição: Mar/2019
Páginas: 172
ISBN: 9789895425655
Editora: Cultura

 

 


Os destinos não são lugares, são pessoas.

Joana nasceu condenada aos infortúnios da vida. A vila pobre, o pai ausente, a mãe entregue ao álcool, o irmão deficiente. Apesar de ter sido agraciada com inteligência e beleza, as qualidades da rapariga parecem não ser suficientes para que ela reme contra a corrente.
Numa terra de ninguém, Joana luta para ser gente: resiliente como uma flor que teima em brotar entre as pedras da calçada.

O romance de estreia de Pedro Rodrigues é sobre a dureza da vida e a importância de se manter viva a esperança por uma primavera que acaba sempre por chegar, mesmo depois do mais rigoroso inverno.

Autor:

Pedro Rodrigues nasceu a 1de março de 1987 na Cova-Gala, Figueira da Foz. Autor do blogue "Os Filhos do Mondego", que teve início em 2010, Pedro foi um dos pioneiros do movimento da literatura na Internet em Portugal. Hoje, contabiliza mais de 50 mil fiéis leitores na sua página no Instagram.
Com sua escrita pungente e verdadeira, destaca-se pela habilidade de transformar o quotidiano em poesia, como se conseguisse sempre escolher as melhores palavras para explicar aquilo que todos sentimos. Deve Ser Primavera Algures marca a estreia do autor no género romance.

Tem de iniciar sessão para submeter o seu comentário.

Últimas Opiniões

  • A Última Ceia
    Islamismo, Judaísmo, Cristianismo... O que se segue? Depois da trilogia "O Espião Português", Nuno ...
  • 03.03.2019 20:18
  • Seja Feita a Tua Vontade
    Seja feita a tua vontade é um romance, mas, ao mesmo tempo, uma reflexão sobre a nossa sociedade atual ...
  • 21.02.2019 18:05
  • A Noite Passada
    Este livro é o meu primeiro contacto com a autora, porque não a conheço pessoalmente, nem li qualquer ...
  • 24.01.2019 23:01

Últimos Tópicos

Uma Pequena Palavra...

“Em geral quando termino um livro encontro-me numa confusão de sentimentos, um misto de alegria, alívio e vaga tristeza. Relendo a obra mais tarde, quase sempre penso: não era bem isto o que queria dizer.”
Érico Veríssimo