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Encontro Inesperado
Quinta, 17 Março 2011 00:05

Autora: Jill Mansell
Edição: Mar/2011
Páginas: 352
Editora: Chá das Cinco

Na véspera do seu casamento, Poppy Dunbar conhece Tom. Ele é alto, atraente, dono de um sorriso irresistível, e Poppy não consegue livrar-se da sensação de o ter conhecido toda a vida. Combinam um encontro mas a jovem não tem coragem para aparecer. O problema é que também já não consegue avançar com o casamento. Ganhando subitamente fama de destruidora de corações, Poppy decide partir para Londres e começar tudo de novo. Instala-se na casa boémia de Caspar French, um belíssimo jovem artista com reputação de sedutor, mas nem assim consegue esquecer Tom. E enquanto não o voltar a ver, nunca saberá se o encontro deles estava destinado, ou se foi apenas uma questão de timing...

Obras mais recentes de Jill Mansell no Segredo dos Livros:
Uma Oferta Irrecusável
Resistir ao Amor
Romance Atribulado

Autora:
JILL MANSELL vive com o seu companheiro e os seus filhos em Bristol e é escritora a tempo inteiro. Bem... isso não é inteiramente verdade: ela vê televisão, gosta de comer fruta, admira os jogadores de rugby que treinam no campo desportivo atrás da sua casa, e passa horas na internet maravilhada com o facto de tantos escritores terem blogues. Com uma vida movimentada, só quando é obrigada a ficar em casa é que de facto escreve. Os seus livros são já bestsellers e já venderam mais de três milhões de cópias.

 

Comentários  

 
0 #8 Sandra Nunes 25-10-2011 20:37
Hilariante, penso que é a melhor palavra para descrever este livro.
Foi o primeiro livro que li da autora e fiquei absolutamente rendida. Jill Mansell tem uma escrita fluída, dinâmica e divertida. A narrativa decorre a um ritmo agradável e nada monótono, sendo frequentemente pontuada com um humor mordaz e espontâneo.
Em Encontro Inesperado somos apresentados ao mundo de Poppy, uma jovem sonhadora que, inesperadamente , abandona um caminho previsível e fácil, para enveredar por um caminho, sim, mais difícil, mas que esperançosament e conduzi-la-á à verdadeira felicidade. Mas será Poppy capaz de discernir a verdadeira felicidade do contentamento fugaz?
O humor foi a estratégia que a autora utilizou para nos fazer reflectir sobre muitos aspectos do nosso quotidiano, sobre escolhas e sobre o facto de nem sempre o que mais queremos, ser o mais adequado para nós. Recomendo vivamente. É o livro perfeito para uma tarde descontraída no sofá, onde as gargalhadas são um bónus garantido.
 
 
0 #7 Vera Neves 13-08-2011 16:53
Este foi o primeiro livro que li da autora e aquilo que posso dizer imediatamente é que quero ler todos os que já foram editados em Portugal. É uma escrita muito interessante e a autora consegue facilmente fazer-nos pensar em determinadas questões, entrar no mundo das personagens e ver as coisas duma perspectiva diferente. E, se cada livro tem uma missão, e eu acredito que tem, para mim a deste livro é tornar-nos capazes de alargar os nossos horizontes e não sermos tão lineares: a vida não é mesmo a preto e branco e nada pode ser dado como garantido.
Desde o cancelamento na véspera do casamento, até à partida para Londres para uma realidade completamente nova, muita coisa vai acontecer. As peripécias são mais do que muitas e, quando damos por nós, o livro já está na última página. Imperdível!
 
 
0 #6 PCCST 20-06-2011 09:31
Durante a leitura do 1º capítulo, fiquei com a noção de que esta seria uma leitura interessante e uma opinião sobre a personagem principal, Poppy, foi traçada: é DOIDA!
Como é possível uma mulher cancelar o seu casamento a apenas 6h do enlace? Apenas porque um autêntico desconhecido com quem falou na noite anterior, a deixou pensativa e com o coração a saltitar?!

Encontro Inesperado foi o primeiro livro que li de Jill Mansell e posso afirmar que a sua escrita me agradou bastante.

Neste livro, foram construídas personagens para todos os gostos: como Poppy e Caspar, que me agradaram logo de início, ou Dina que provocou em mim uma tremenda vontade de lhe bater, caso a encontrasse na rua...

Achei este livro bastante divertido. Uma comédia romântica do princípio ao fim.
Escrito de forma simples e bastante acessível, com pequenos capítulos que dão origem a leituras compulsivas....
 
 
0 #5 Margarida Cruz 10-06-2011 20:18
Começo a ficar sem palavras para comentar os livros desta autora. Quando me perguntam como são os seus livros, as suas histórias, as suas personagens, só me lembro de adjectivos como fantásticas, hilariantes, fenomenais, magníficas, estupendas, geniais... Afinal, para mim, é isso mesmo que são.

A verdade é que Jill Mansell nunca me desilude. Por mais e mais que leia da sua autoria, as expectativas são sempre superadas. Folheio as páginas dos seus livros com um sorriso nos lábios ou uma gargalhada ainda a ecoar no estômago, acompanhados de um inevitável brilho nos olhos, tal é o agrado com que os leio.

Sei que podia passar a vida a ler os seus trabalhos, pois tenho a certeza de que nunca me havia de fartar. Mansell tem o dom de nos fazer olhar para as coisas com outros olhos, dá-nos a esperança de que tudo pode acontecer e de que a felicidade é para todos e não só para alguns. Dá-nos, até, vontade de mudar, de arriscar, de sermos diferentes, de lutar por aquilo que queremos. Faz-nos acreditar que, se calhar, aquilo que vemos como um sonho impossível de concretizar é, na verdade, algo muito mais fácil e perfeitamente possível de acontecer. Ler os seus divertidos romances é, sem dúvida, uma lufada de ar fresco. Uma aventura que, assim que viramos a última página, queremos repetir, tal é a sensação de bem-estar e de auto-estima renovada com que acabamos de ler os seus livros.

Esta obra não foi excepção. Lê-la foi um autêntico deleite, um prazer como aquele a que Jill Mansell já me habituou e que nenhuma outra autora me consegue oferecer. Às vezes, pode parecer que estamos perante alguns exageros e que isso vai desencantar a leitura. Mas não. Tudo tem a sua explicação nos livros de Jill Mansell. Neste caso em concreto, toda este reviravolta inicial com o encontro entre Poppy e Tom no dia anterior ao casamento da primeira, pareceu demasiado fictício. Na verdade, ainda bem que assim foi, tendo em conta que, depois, os desenvolvimento s na história tiveram um sabor redobrado.

Apesar da leitura leve que desfrutamos com os livros da autora, não consigo deixar de a considerar uma grande mestra na escrita deste género de literatura romântica. A forma como conjuga diferentes aspectos da realidade, incluindo os mais insignificantes e ridículos, é simplesmente fantástica, conseguindo uma grande proximidade com o leitor.

O facto de este livro ser já um tanto ou quanto antigo é notório no estilo de escrita e no talento, não tão exímio, com que a autora nos brinda. A meio do livro temos essa confirmação, quando nos é comunicado que a acção decorre nos anos 90. Mas a verdade é que a forma como Jill trabalha com a realidade e com as suas personagens não consegue ser tão extraordinária como nos seus livros mais recentes que temos tido a oportunidade de ler.

Acho que já o referi noutra opinião anterior, mas outra coisa que aprecio imenso nesta autora é a forma como estrutura e divide os capítulos das suas histórias. Eles são em grande número (normalmente rondam os 60), mas o facto de serem tão curtos e sintéticos acelera e vicia a leitura, fazendo com que o leitor queira ler o outro a seguir e depois ainda o outro a seguir, sempre na expectativa de "são só mais 4/5 páginas". Isto cria ritmo e dinamismo à história. Falo por mim que, quando vou a ver, já li muito mais do que esperava com este truque da autora!

No que diz respeito às personagens, todas elas são apaixonantes à sua maneira, à excepção de Dina cuja personalidade irá, certamente, irritar muitos leitores. Claudia, a companheira de casa da protagonista, Poppy, também tem as suas fases menos boas, mas trata-se já de uma empatia que é melhorada com o desenrolar da história. Adorei Casper, com a sua personalidade e modos de pensar tão irresistivelmen te irreverentes. Poppy, a protagonista, tem pontos em comum com todo e qualquer tipo de leitor, pelo que nos consegue cativar com a sua dose de maluqueira, empenho e grande força de vontade.

Com tudo isto, e depois de mais uns bons momentos passados com as divertidas personagens desta autora, só posso mesmo perguntar: para quando o próximo? Afinal, faça chuva ou faça sol, as obras de Jill Mansell são um autêntico bálsamo para a alma.
 
 
0 #4 Maria João 19-05-2011 18:04
Como todos os livros desta autora, um livro fora de série. Tem os ingredientes todos na medida certa: amor, comicidade, intriga... não falta nada.
Neste livro, temos uma trama bastante original, onde, a cada passo, somos surpreendidos pelos disparates de Poppy. Uma das coisas de que mais gostei, foi do facto de ela não se casar, pois não tinha a certeza do seu amor. Se na vida real mais pessoas o fizessem, não teríamos tantos divórcios :)
Depois temos sempre Caspar que, não acreditando no amor, ama todas as mulheres por igual e se revela um amigo fantástico.
Mais um livro para a já minha imensa lista :)
 
 
0 #3 Maria Manuel Magalhaes 14-04-2011 14:07
A leitura de Encontro Inesperado não podia deixar de me divertir. Neste livro, a autora presenteia-nos com a simplicidade de Poppy, uma rapariga que, em plena despedida de solteira, conhece o homem da sua vida e, de um momento para o outro, fica cheia de dúvidas e coloca tudo em causa. No dia seguinte, decide cancelar o casamento com o namorado de longa data, Rob, mas perde também de vista Tom, o homem por que se apaixonou no dia anterior. Sabendo apenas que Tom vive em Londres e devastada pelos pais de Rob e pelo próprio padrasto que não a quer mais em casa, Poppy decide mudar de vida e parte para a capital, para tentar descobrir os dois homens que fazem parte do seu coração: Tom e o seu verdadeiro pai: Alex Fitzpatrick.

Já em Londres, Poppy vai conhecer Cláudia, a sua colega de casa, e Caspar o dono da mansão, um pintor em ascensão e juntos vão constituir praticamente toda a história do romance. Pelo meio, aparece ainda o patrão de Poppy, o “antiquado”, mas bondoso Jack, a espampanante Rita, as variadas namoradas de Caspar e a frenética amiga de Poppy, Dina.

De realçar o final comovente para quem gosta de finais mesmo muito românticos.

Mais um romance bem ao jeito de Jill Mansell, que nos faz ver que, muitas vezes, o amor à primeira vista pode não ser bem aquilo que esperamos.
 
 
0 #2 Vera Mouta 09-04-2011 10:55
Eu gosto bastante dos livros desta autora, porque são leves, divertidos, cheios de situações caricatas e que, no final, claro, tudo acaba por correr bem.

Este livro não poderia ser diferente e nele temos uma jovem, Poppy, que desiste do casamento no próprio dia, visto que na noite anterior conheceu um rapaz com quem fez “clik”. Como podem imaginar, desistir de um casamento no próprio dia, não vai deixar o noivo nem os familiares contentes.
No entanto, é devido a este acontecimento que ela vai descobrir algo sobre o seu passado.

Ao longo do livro, temos uma jovem que tenta viver em Londres num mundo totalmente diferente de onde vinha e depara-se com diversas peripécias.

Como sempre nos livros da Jill Mansell, temos inúmeras personagens que se vão cruzando ao longo do livro, por este ou aquele motivo e que vão fazer parte da vida da Poppy. Claro que houve personagens que me agradaram e outras nem por isso. Relativamente à personagem de que não gostei mesmo nada, creio que a autora tentou “redimi-la” no final, mas no meu parecer não conseguiu.

Algo que notei nesta leitura foi o facto de este livro já ser, digamos, um pouco antigo. Duas coisas que me chamaram mais a atenção: as personagens fumarem muito e não usarem telemóveis. Penso que agora, com esta lei do tabaco, cada vez mais os autores não colocam personagens a fumarem, como dantes aparecia. No livro só aparece o telefone fixo, certamente pelo facto de os telemóveis não estarem tão na moda como agora.
 
 
0 #1 veronica silva 27-03-2011 21:58
Este romance começa com a festa de despedida de solteira de Poppy Dunbar, uma jovem de vinte e dois anos que, dentro de poucas horas, se tornará numa mulher casada. Mas, durante a festa, ela conhece Tom, por quem sente uma estranha atracção e que a faz repensar no casamento, chegando mesmo a cancelá-lo no próprio dia. Ao refugiar-se em Londres, vai morar com um jovem e boémio pintor, mas nunca consegue esquecer aquele belo estranho, pelo qual desistiu do casamento.
Foi o primeiro romance que li de Jill Mansell e devo confessar que esperava muito mais deste livro. Não foi uma leitura que me tenha desagradado, antes pelo contrário, estive sempre bastante curiosa para saber se Poppy conseguia encontrar Tom, ou se Caspar iria conseguir seduzi-la, mas não consegui identificar-me com nenhumas das personagens. Parece que vivem todos com impulsividade sem reflectir nas coisas, algumas decisões e atitudes levaram-me mesmo a ficar irritada. Odiei Dina, a melhor amiga de Poppy que, para uma mulher casada e com um filho, tem uma imensa falta de juízo. Cláudia é uma snob, sempre a pensar em grandezas e que tem uma mãe que se atira a tudo o que tem calças, e Casper anda com imensas mulheres ao mesmo tempo. A única personagem sensata neste livro é o patrão de Poppy, mas que ainda assim é tímido demais.
Obviamente que gostei do final e de com quem a Poppy ficou, pois houve a transformação de um personagem, mas gostava que tivesse havido mais sedução neste campo. Atrevo-me a acrescentar que o cenário de início deste livro se torna muito semelhante ao Romance Atribulado, que anteriormente tinha começado a ler. Mas, ainda assim, não vou desistir desta autora e irei ler outros livros dela, porque me fez ficar na expectativa e eu gosto disso num livro.
 

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