Encontro Inesperado

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Autora: Jill Mansell
Edição: Mar/2011
Páginas: 352
Editora: Chá das Cinco

 


Na véspera do seu casamento, Poppy Dunbar conhece Tom. Ele é alto, atraente, dono de um sorriso irresistível, e Poppy não consegue livrar-se da sensação de o ter conhecido toda a vida. Combinam um encontro mas a jovem não tem coragem para aparecer. O problema é que também já não consegue avançar com o casamento.

Ganhando subitamente fama de destruidora de corações, Poppy decide partir para Londres e começar tudo de novo. Instala-se na casa boémia de Caspar French, um belíssimo jovem artista com reputação de sedutor, mas nem assim consegue esquecer Tom. E enquanto não o voltar a ver, nunca saberá se o encontro deles estava destinado, ou se foi apenas uma questão de timing...

Obras mais recentes de Jill Mansell no Segredo dos Livros:
Uma Oferta Irrecusável
Resistir ao Amor
Romance Atribulado

Autora:

Jill Mansell vive com o seu companheiro e os seus filhos em Bristol e é escritora a tempo inteiro. Bem... isso não é inteiramente verdade: ela vê televisão, gosta de comer fruta, admira os jogadores de rugby que treinam no campo desportivo atrás da sua casa, e passa horas na internet maravilhada com o facto de tantos escritores terem blogues. Com uma vida movimentada, só quando é obrigada a ficar em casa é que de facto escreve. Os seus livros são já bestsellers e já venderam mais de três milhões de cópias.

Saiba mais sobre a autora em www.jillmansell.co.uk

Comentários  

 
#9 Inês Santos 2012-07-09 22:50
Tenho tanta coisa para dizer que, neste momento, nem sei por onde começar. Não, não se assustem, são tudo coisas boas!
Vamos começar então pelo início, que foi um dos pontos altos do livro. Cheio de acção e tensão, Jill Mansell atira-nos logo para um trio meio confuso que nos vai fazer roer unhas, para saber como se vai resolver. Do que eu não estava à espera, era o que vinha a seguir que, por seu lado, não tem muita relação com este início. O Tom e o coitado do ex-noivo vão desaparecer e só aparecer novamente quase no final, o que foi muito mauzinho por parte da senhora Mansell. Esta teve a crueldade de nos seduzir com o típico artista Caspar, manter em stand by o adónis Tom e entreter-nos (ou devo dizer distrair-nos?) com personagens como a ex-cunhada Dina, a desconhecida madrasta Rita, a colega de casa tipo barbie Claudia e o chefe tipo clark kent Jake. Com estas personagens secundárias, a escritora conseguiu uma história cheia de trocas, controvérsias e, como sempre, muitas risadas pelo meio. Por isso, com muitas cenas mais ousadas e mui femininas, Jill Mansell tornou a vida de Poppy Dunbar numa autêntica confusão. Aqui, vamos encontrar não só uma história de "noiva em fuga", mas também muitos outros altos e baixos.
Do que mais gostei nesta rede de acontecimentos e sentimentos, foi mesmo como tudo se resolveu. Com uma pitada de óbvio e outra de suspense, o final vai ter aquele sabor adocicado de drama e estaladiço de final feliz, em que tudo se resolve de uma maneira ainda melhor do que tínhamos imaginado! Adorei, adorei, adorei.
O melhor de Jill Mansell até agora!
 
 
#8 Sandra Nunes 2011-10-25 20:37
Hilariante, penso que é a melhor palavra para descrever este livro.
Foi o primeiro livro que li da autora e fiquei absolutamente rendida. Jill Mansell tem uma escrita fluída, dinâmica e divertida. A narrativa decorre a um ritmo agradável e nada monótono, sendo frequentemente pontuada com um humor mordaz e espontâneo.
Em Encontro Inesperado somos apresentados ao mundo de Poppy, uma jovem sonhadora que, inesperadamente , abandona um caminho previsível e fácil, para enveredar por um caminho, sim, mais difícil, mas que esperançosament e conduzi-la-á à verdadeira felicidade. Mas será Poppy capaz de discernir a verdadeira felicidade do contentamento fugaz?
O humor foi a estratégia que a autora utilizou para nos fazer reflectir sobre muitos aspectos do nosso quotidiano, sobre escolhas e sobre o facto de nem sempre o que mais queremos, ser o mais adequado para nós. Recomendo vivamente. É o livro perfeito para uma tarde descontraída no sofá, onde as gargalhadas são um bónus garantido.
 
 
#7 Vera Neves 2011-08-13 16:53
Este foi o primeiro livro que li da autora e aquilo que posso dizer imediatamente é que quero ler todos os que já foram editados em Portugal. É uma escrita muito interessante e a autora consegue facilmente fazer-nos pensar em determinadas questões, entrar no mundo das personagens e ver as coisas duma perspectiva diferente. E, se cada livro tem uma missão, e eu acredito que tem, para mim a deste livro é tornar-nos capazes de alargar os nossos horizontes e não sermos tão lineares: a vida não é mesmo a preto e branco e nada pode ser dado como garantido.
Desde o cancelamento na véspera do casamento, até à partida para Londres para uma realidade completamente nova, muita coisa vai acontecer. As peripécias são mais do que muitas e, quando damos por nós, o livro já está na última página. Imperdível!
 
 
#6 PCCST 2011-06-20 09:31
Durante a leitura do 1º capítulo, fiquei com a noção de que esta seria uma leitura interessante e uma opinião sobre a personagem principal, Poppy, foi traçada: é DOIDA!
Como é possível uma mulher cancelar o seu casamento a apenas 6h do enlace? Apenas porque um autêntico desconhecido com quem falou na noite anterior, a deixou pensativa e com o coração a saltitar?!

Encontro Inesperado foi o primeiro livro que li de Jill Mansell e posso afirmar que a sua escrita me agradou bastante.

Neste livro, foram construídas personagens para todos os gostos: como Poppy e Caspar, que me agradaram logo de início, ou Dina que provocou em mim uma tremenda vontade de lhe bater, caso a encontrasse na rua...

Achei este livro bastante divertido. Uma comédia romântica do princípio ao fim.
Escrito de forma simples e bastante acessível, com pequenos capítulos que dão origem a leituras compulsivas....
 
 
#5 Margarida Cruz 2011-06-10 20:18
Começo a ficar sem palavras para comentar os livros desta autora. Quando me perguntam como são os seus livros, as suas histórias, as suas personagens, só me lembro de adjectivos como fantásticas, hilariantes, fenomenais, magníficas, estupendas, geniais... Afinal, para mim, é isso mesmo que são.

A verdade é que Jill Mansell nunca me desilude. Por mais e mais que leia da sua autoria, as expectativas são sempre superadas. Folheio as páginas dos seus livros com um sorriso nos lábios ou uma gargalhada ainda a ecoar no estômago, acompanhados de um inevitável brilho nos olhos, tal é o agrado com que os leio.

Sei que podia passar a vida a ler os seus trabalhos, pois tenho a certeza de que nunca me havia de fartar. Mansell tem o dom de nos fazer olhar para as coisas com outros olhos, dá-nos a esperança de que tudo pode acontecer e de que a felicidade é para todos e não só para alguns. Dá-nos, até, vontade de mudar, de arriscar, de sermos diferentes, de lutar por aquilo que queremos. Faz-nos acreditar que, se calhar, aquilo que vemos como um sonho impossível de concretizar é, na verdade, algo muito mais fácil e perfeitamente possível de acontecer. Ler os seus divertidos romances é, sem dúvida, uma lufada de ar fresco. Uma aventura que, assim que viramos a última página, queremos repetir, tal é a sensação de bem-estar e de auto-estima renovada com que acabamos de ler os seus livros.

Esta obra não foi excepção. Lê-la foi um autêntico deleite, um prazer como aquele a que Jill Mansell já me habituou e que nenhuma outra autora me consegue oferecer. Às vezes, pode parecer que estamos perante alguns exageros e que isso vai desencantar a leitura. Mas não. Tudo tem a sua explicação nos livros de Jill Mansell. Neste caso em concreto, toda este reviravolta inicial com o encontro entre Poppy e Tom no dia anterior ao casamento da primeira, pareceu demasiado fictício. Na verdade, ainda bem que assim foi, tendo em conta que, depois, os desenvolvimento s na história tiveram um sabor redobrado.

Apesar da leitura leve que desfrutamos com os livros da autora, não consigo deixar de a considerar uma grande mestra na escrita deste género de literatura romântica. A forma como conjuga diferentes aspectos da realidade, incluindo os mais insignificantes e ridículos, é simplesmente fantástica, conseguindo uma grande proximidade com o leitor.

O facto de este livro ser já um tanto ou quanto antigo é notório no estilo de escrita e no talento, não tão exímio, com que a autora nos brinda. A meio do livro temos essa confirmação, quando nos é comunicado que a acção decorre nos anos 90. Mas a verdade é que a forma como Jill trabalha com a realidade e com as suas personagens não consegue ser tão extraordinária como nos seus livros mais recentes que temos tido a oportunidade de ler.

Acho que já o referi noutra opinião anterior, mas outra coisa que aprecio imenso nesta autora é a forma como estrutura e divide os capítulos das suas histórias. Eles são em grande número (normalmente rondam os 60), mas o facto de serem tão curtos e sintéticos acelera e vicia a leitura, fazendo com que o leitor queira ler o outro a seguir e depois ainda o outro a seguir, sempre na expectativa de "são só mais 4/5 páginas". Isto cria ritmo e dinamismo à história. Falo por mim que, quando vou a ver, já li muito mais do que esperava com este truque da autora!

No que diz respeito às personagens, todas elas são apaixonantes à sua maneira, à excepção de Dina cuja personalidade irá, certamente, irritar muitos leitores. Claudia, a companheira de casa da protagonista, Poppy, também tem as suas fases menos boas, mas trata-se já de uma empatia que é melhorada com o desenrolar da história. Adorei Casper, com a sua personalidade e modos de pensar tão irresistivelmen te irreverentes. Poppy, a protagonista, tem pontos em comum com todo e qualquer tipo de leitor, pelo que nos consegue cativar com a sua dose de maluqueira, empenho e grande força de vontade.

Com tudo isto, e depois de mais uns bons momentos passados com as divertidas personagens desta autora, só posso mesmo perguntar: para quando o próximo? Afinal, faça chuva ou faça sol, as obras de Jill Mansell são um autêntico bálsamo para a alma.
 

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Uma Pequena Palavra...

"Quem escreve lembra-me o afogado que desesperado esbraceja para vir à tona. O escritor é isso que faz. Dentro de si, por uma razão qualquer, escasseia o ar. Então, ofegante, arruma o pensamento de acordo com o que as palavras lhe permitem, e assim respira e alivia a sua angústia."
Nuno Lobo Antunes