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Autor: Juan Faerman Edição: Jan/2011 Páginas: 112 Editora: Quidnovi
O que tem o Facebook de tão fascinante, que o torna praticamente irresistível? Porque é que é tão difícil, sejam quais forem os traços culturais de uma pessoa ou a sua classe social, ficar à margem deste fenómeno de massas do século XXI? O que faz com que uma página aparentemente simples continue a somar adeptos, chegando ao ponto de se tornar num factor de poder capaz de inclinar a balança de uma eleição presidencial como a dos Estados Unidos ou a da França? Estas perguntas não serão fáceis de responder, mas através deste livro o leitor iniciará uma visita guiada pelos recantos do Facebook, analisando-o em busca da solução do mistério.
Este é um dos primeiros livros no mundo a analisar o fenómeno que é o Facebook, e o primeiro que o faz de uma perspectiva humana, evitando a simples enumeração e descrição das suas funções e aplicações. O autor tem uma opinião definida e uma visão próxima e auto-crítica. Numa linguagem simples e livre de tecnicismos, Faceboom é um livro fundamental para entender o nosso tempo e uma leitura divertida do princípio ao fim.
Autor: Juan Faerman nasceu na cidade de Buenos Aires, Argentina, em 1970. É, além de escritor, guionista de rádio e televisão e director criativo em publicidade. Trabalhou como guionista para a Sony Entertainment Television, Endemol Argentina, NAH! Contenidos, FM La Mega e TyC Sports. Obteve o primeiro prémio no concurso de autores Les Luthiers com a sua obra Sonata Telefónica. Quando tem tempo e vontade, escreve em Qué Blogudo!!! ((www.blogudo.com.ar), blogue que mantém desde 2005. Em 2008 publicou ¡¡¡200.000 ejemplares vendidos!!! y otros cuentos breves, o seu primeiro livro de relatos humorísticos. Faceboom é o seu segundo livro.
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Comentários
Ora, uma vez que ainda não fui atingida por este fenómeno mundial (sim devo ser das poucas que não tem facebook), foi uma leitura “isenta” para mim.
O autor fala-nos do porquê de toda a gente aderir ao facebook, para que servem as diferentes funcionalidades que lá aparecem, de uma forma muito sarcástica e irónica.
Afinal de contas, sempre que adicionas alguém, é teu “amigo”, mesmo que seja apenas conhecido ou conhecido de um amigo teu ou uma pessoa famosa que nem sabe quem tu és; as fotos que as pessoas colocam são sempre as que estão no seu melhor (e provavelmente já têm alguns anos); se uma pessoa falecer, a conta fica aberta na mesma (não dá para colocar o utilizador como falecido) e mesmo que desactives a tua conta, tudo o que escreveste continua lá; o mural serve muitas vezes para informação irrelevante para a maioria das pessoas, enfim uma série de coisas que o autor analisa com sentido de humor e ironia.
E se o propósito do facebook é reencontrar amigos que não vias a séculos e manteres-te a par do que se vai fazendo e como corre a vida, não seria melhor, perder menos tempo na net a actualizar o facebook, e encontrares-te pessoalmente com essas pessoas e falar cara a cara e recordar os velhos tempos?
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